HISTÓRIAS
DE SANTARÉM – A inesquecível Professora Terezinha Campos Correa.
Meu filho mais velho com 6 anos,
completara seu tempo na escola Abelhinha (jardim da infância), e deveria
iniciar seus estudos no primeiro grau. – O que parecia ser uma coisa simples,
transformou-se numa queda de braço, pois o genioso rapazinho não aceitava de
forma alguma mudar de escola. – Quando o levamos pela primeira vez na escola
Carequinha, agarrou-se a mãe, e diante do berreiro que se impôs, o jeito foi
ela ficar no primeiro dia, na sala de aula com ele. No segundo dia quando eu e
minha esposa o levamos, conheci a extraordinária figura da Professora Terezinha
Correa, que de sua cadeira de rodas, como exímia maestra, controlava mais de
500 crianças, que iniciavam a difícil arte de aprender a viver e a
socializar-se. – Meu filho, como bom neto de árabe, olhou desconfiado para
aquela pequena e frágil mulher sentada na cadeira, que estendeu-lhe as mãos, e
disse-lhe em tom afetuoso : Venha sentar-se no colo da Tia Terezinha, que
precisamos conversar. – Olhou sua mãe, que pegando-o, colocou-o no colo da
Mestra, ficando ao lado da mesma. – Ela perguntou-lhe se ele tinha medo dela, e
se ele não gostaria de ver uma porção de crianças brincando no salão da escola,
onde ganharia balas e lápis de desenho. – E com uma conversa que virou uma
historia de contos, disse a minha esposa: - Helena, o Serginho já é um
homenzinho, e vai ficar hoje o tempo todo comigo, me ajudando, pois a Tia
Terezinha não pode sair da cadeira, e no final da aula, você vem um pouco mais
cedo que ele irá estar comigo lhe esperando, está bem ! – E virando-se para o
pequeno jovem, perguntou-lhe se estava bem assim, se ele iria ajudar a Tia
naquela manhã. – Parecendo-me meio desconcertado, olhando desconfiado para a
figura da pequena e compreensiva tia, que anos mais tarde adoraria pelo carinho
que ali se iniciava, concordou, e sentado no colo dela, na cadeira de rodas,
abanou sua mãozinha para mim e sua mãe, e sem um pio lá se foram os dois
conquistar o novo mundo, enquanto ela lhe contava uma nova história. – Mais
tarde quando o fomos buscar, estava sentado concentrado ao lado da já querida
mestra, fazendo desenhos coloridos de letras que ela fizera as matrizes, e ele
tentava arduamente copiar. Ao lado estava um copo de suco, e um pratinho com
migalhas do que fora um belo lanche. Vendo-nos, correu eufórico mostrando a mim
e sua mãe, as letras que aprendera. Quando estávamos para sair, a mestra
perguntou-lhe se amanhã ele voltaria, pois ela estaria lhe esperando, o jovem
rapazinho virou-se para sua mãe e perguntou: - Mamãe, posso voltar amanhã para
ajudar Tia Terezinha ? E dando um beijo no rosto da nova tia, saiu correndo
todo satisfeito, iniciara seu futuro. - A experiente mestra ganhara mais uma
batalha, início da carreira de um hoje excelente jovem advogado em Ribeirão
Preto, - E assim Tia Terezinha fez com
Pedro, meu segundo filho, também advogado, trabalhando no grupo Club
Mediterraneé na Bahia, e com Thiago, o caçula, que se forma em Administração
este ano, e em Direito, daqui a ano e meio, todos tendo passado, graças a Deus,
pelas sábias mãos de Tia Terezinha, uma mestra única, que apesar das
adversidades físicas que a vida lhe impôs, nunca desistiu de encaminhar
milhares de jovens rumo ao sucesso, com seu amor e desvelo. – Escrevo hoje
consternado estas linhas, pois estive fora 4 semanas, tendo feito minhas
colunas pela Internet, e quando aqui cheguei, soube da perda desta mestra de
todos nós, que mostrou com sua garra e coragem, que não há limites para a
vontade de se doar, dando a todos, independente de quem fossem, o que ela mesma
não tinha, sua parca e frágil saúde. - Foste uma guerreira, uma alma iluminada
no caminho de todos os nossos filhos, que hoje choram a perda daquela que foi a
primeira mestra entre os primeiros. – Salve querida professora ! Deus esteja contigo.
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A VIDA É BELA , NÓS A
TORNAMOS O QUE É !!!!!
Que
Deus não permita que eu perca o ROMANTISMO, mesmo eu sabendo que as rosas não
falam. Que eu não perca o OTIMISMO, mesmo sabendo que o futuro que nos espera
não é assim tão alegre .Que eu não perca
a VONTADE DE VIVER, mesmo sabendo que a vida é, em muitos momentos,
dolorosa...Que eu não perca a vontade de TER GRANDES AMIGOS, mesmo sabendo que,
com as voltas do mundo, eles acabam indo embora de nossas vidas...Que eu não
perca a vontade de AJUDAR AS PESSOAS, mesmo sabendo que muitas delas são
incapazes de ver, reconhecer e retribuir esta ajuda. Que eu não perca o
EQUILÍBRIO, mesmo sabendo que inúmeras forças querem que eu caia Que eu não
perca a VONTADE DE AMAR, mesmo sabendo que a pessoa que eu mais amo, pode não sentir o mesmo sentimento por
mim...Que eu não perca a LUZ e o BRILHO NO OLHAR, mesmo sabendo que muitas
coisas que verei no mundo, escurecerão meus olhos... Que eu não perca a GARRA,
mesmo sabendo que a derrota e a perda são dois adversários extremamente
perigosos. Que eu não perca a RAZÃO, mesmo sabendo que as tentações da vida são
inúmeras e deliciosas. Que eu não perca o SENTIMENTO DE JUSTIÇA, mesmo sabendo
que o prejudicado possa ser eu. Que eu não perca o meu FORTE ABRAÇO, mesmo sabendo
que um dia meus braços estarão fracos... Que eu não perca a BELEZA E A ALEGRIA
DE VER, mesmo sabendo que muitas lágrimas brotarão dos meus olhos e escorrerão
por minha alma...Que eu não perca o AMOR POR MINHA FAMÍLIA, mesmo sabendo que
ela muitas vezes me exigiria esforços incríveis para manter a sua harmonia. Que
eu não perca a vontade de DOAR ESTE ENORME AMOR que existe em meu coração,
mesmo sabendo que muitas vezes ele será submetido e até rejeitado. Que eu não
perca a vontade de SER GRANDE, mesmo sabendo que o mundo é pequeno...E acima de
tudo...Que eu jamais me esqueça que ..- A VIDA É CONSTRUÍDA NOS
SONHOS E CONCRETIZADA NO AMOR. - AME!
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GEOGRAFIA : MULHER X HOMEM
Geografia da Mulher - Entre os 18 e 20
anos, a mulher é como a África, metade descoberta, metade da beleza ainda
selvagem com deltas férteis. - Entre 21 e os 30, a mulher é como a América, bem
desenvolvida e aberta a negociar com alguém com muito dinheiro. - Entre 31 e
35, e como a Índia, muito quente, relaxada, e convencida de sua própria beleza.
- Entre 36 e 40, a mulher é como a França. Suavemente envelhecida, mas local
ainda desejável de se visitar. - Entre 41 e 50, é como a Iugoslávia, perdeu a
guerra atormentada por fantasmas de
erros passados. Reconstrução massiva faz-se necessária. - Entre 51 e 60, ela é
como a Rússia. Muito larga e com fronteiras sem patrulhas. O clima frigido
mantém as pessoas distanciadas. - Entre 61 e 70, a mulher é como a Mongólia.
Com um passado glorioso de conquistas, mas, sem dúvidas, nenhum futuro. -
Depois dos 70, ela se torna como o Afeganistão. Quase todos sabem onde está,
mas ninguém quer ir até lá. Geografia do Homem: Entre os 15 e
70, o homem é como o Iraque, governado por um só membro.
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LÓGICA FEMININA E
MASCULINA PARA BONS ADVOGADOS!
Lógica
Feminina: Mulher deitada, lendo um livro, no barco de pesca do marido. Aproxima-se
um barco da fiscalização de pesca, e o fiscal pergunta o que ela está fazendo
ali. - Lendo um livro, responde ela. O fiscal a informa que ela está numa área
proibida para pesca. A mulher protesta e diz que não está pescando. - Mas a
senhora possui todo o equipamento. Eu terei que apreendê-lo e multá-la. A
mulher, muito brava, revida: - Se o senhor fizer isso, irei processá-lo por estupro.
Chocado com a afirmação da senhora, ele responde: - Mas eu nem sequer a toquei.
E a mulher: - Mas o senhor possui todo o equipamento.
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LÓGICA MASCULINA
Um
casal está se separando e está discutindo com o juiz a custódia da criança. A
mãe argumenta que ela é
que
tem que ficar com a criança, por todos os motivos que as mulheres alegam nesses
casos: - Ela foi gerada dentro de mim. - disse choramingando - Ela saiu do meu
ventre, etc e tal... Mas o marido insiste e o juiz pede que ele dê seus argumentos
também. Depois de um silêncio constrangedor, finalmente ele diz: - Excelência,
quando eu coloco uma moeda numa máquina de vender refrigerantes, a latinha que
sai é minha ou da máquina?
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O MOTEL !!!
Mirtes
não se agüentou e contou para a Lurdes: - Viram teu marido entrando num motel. Lurdes
abriu a boca e arregalou os olhos. Ficou assim, uma estátua de espanto, durante
um minuto, um minuto e meio. Depois pediu detalhes: Quando? Onde? Com quem? - Ontem. No
Discretíssimu's. Com quem? Com quem? - Isso eu não sei. Mas como? Era alta? Magra? Loira? Puxava de
uma perna? - Não sei, Lu. - Carlos Alberto me paga. Ah, me paga. Quando
o Carlos Alberto chegou em casa Lurdes anunciou que iria deixá-lo. E contou por
quê. - Mas que história é essa, Lurdes? Você sabe quem era a mulher que estava
comigo no motel. Era você! - Pois é. Maldita hora em que eu aceitei ir.
Discretíssimu's! Toda a cidade ficou sabendo. Ainda bem que não me
identificaram!! - Pois então? - Pois então que eu tenho que deixar você. Não
vê? É o que todas as minhas amigas esperam que eu faça. Não sou mulher de ser
enganada pelo marido e não reagir. - Mas você não foi enganada. Quem estava
comigo era você! - Mas elas não sabem disso! - Eu não acredito, Lurdes! Você
vai desmanchar nosso casamento por isso? Por uma convenção?
- Vou! Mais tarde, quando Lurdes estava saindo de casa, com as
malas, Carlos Alberto a interceptou. Estava sombrio. - Acabo de receber um
telefonema - disse. - Era o Dico. - O que ele queria? - Fez mil rodeios, mas
acabou me contando. Disse que, como meu amigo, tinha que contar. - O quê? -
Você foi vista saindo do motel Discretíssimu's ontem, com um homem. -
Mas o homem era você! - Eu sei, mas eu não fui identificado. - Você não
disse que era você? - Para que? Para que os meus amigos pensem que eu vou
a motel com a minha própria mulher? - E então? - Desculpe, Lurdes, mas... -
Mas o quê??? - Vou ter que te dar uma surra...
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