domingo, 17 de junho de 2012

News - Atualidades, 16/04/04


HISTÓRIAS DE MINHA VIDA – CONTO 19 – Rebs - A primeira volta de motocicleta !

Eu tinha 9 anos, e minha mãe tinha contratado 2 pedreiros para construírem junto ao muro dos fundos de casa, bancos de alvenaria. – Um dos pedreiros chegou guiando uma bicicleta motorizada, com um motorzinho (engenhoca de 30 cc), preso perto dos pedais, que bastava dar uma pedalada, para que o mesmo pegasse, - E dia após dia, eu via o pedreiro chegar, com o motorzinho funcionando, desligá-lo, e colocar a bicicleta no descanso que a deixava de pé, - E quando saía, bastava, ainda no descanso, com a roda traseira no ar, dar uma pedalada, jogá-la para frente e sair andando, acelerando na manopla do guidon, - Aquilo era muito fácil, e meus dedos já estavam coçando de vontade de dar uma volta naquela maravilhosa máquina motorizada, sonho de quase todo guri da minha idade, que somente andava pedalando sua bicicleta, quando não apostando corridas de carrinho de rolimã. – Um dia, enchi-me de coragem, e subi na “machina”- Dei uma forte pedalada, acelerei, e o barulho do motorzinho encheu o silencio da rua, que àquela hora da manhã, 08:00h, estava completamente vazia. – Dei algumas aceleradas para sentir o prazer de sentir o ronco do motor sob meu comando, e sem querer, a bicicleta escorregou do descanso, e a roda tocando o chão fez a bicicleta pular para frente, no susto acelerei, e lá fui eu, berrando feito um desesperado, pela minha mãe, e por qualquer um que me ajudasse a descer dali, - Em poucos momentos, a rua se encheu de gente que passou a correr atrás de mim, - E quando conseguia fazer a curva no final do quarteirão e voltava, corriam de mim, para não atropelá-los com a “coisa” desgovernada. – E não sabendo o que mais fazer, sem saber brecá-la, e querendo parar o bólido a todo o custo, antes que me arrebentasse todo, enfiei o sapato nos raios da bicicleta, que finalmente parou. – Porém, meu sapato esfacelou-se todo... juntamente com meu tornozelo, que foi quase que, literalmente arrancado, ficando a segurar a base do pé, no calcanhar, somente o tendão, com toda a musculatura, pele, e carne, pendurados para fora, - No momento que desci da motobicicleta, nem dor eu sentia, somente quando vi minha mãe olhar meu pé, ... e desmaiar, é que percebi que a coisa era séria, - E lá fomos nós para o Hospital das Clinicas, com o sossegado Dr. Taranto (o Ozires de lá, igualzinho!), amigo de meu pai, professor da Faculdade de Medicina, e médico da molecada toda, que sempre dizia, que para os filhos do Antonio Carlos (meu pai), iria fazer uma porta giratória no Hospital das Clinicas, pois quando um estava entrando, outros dois estavam saindo (nós éramos em quatro). – O fato curioso desta história, é que todos os sábados e domingos, tínhamos na “Pista do balão da Pracinha”, as corridas de carrinhos de rolimã em descidas de 10 carros por vez, sendo o Juiz das mesmas, - Exatamente o Dr. Taranto, morador defronte, que todos os domingos estava a postos, tentando colocar ordem na molecada, e nas descidas, - E que além de meu orientador e técnico, era fã incondicional de meu jeito de pilotar, quando entrava nas curvas derrapando nas quatro rodas. – A pista era composta de uma descida íngreme de dois quarteirões, quando os carros entravam em uma curva aberta à direita no oval inclinado a uns 50km/h, em uma descida com meia lua à esquerda, do tamanho de um quarteirão (o famoso balão da pracinha), finalizando em mais uma curva de 90” à direita, e um  quarteirão de descida reta, com uma curva de 90” a direita, no final, onde era bom ter o máximo cuidado na tomada de curva tangenciando bem, para não perder o ponto certo de entrada, quando o carro não conseguindo fazer a curva, entrava violentamente na beira da calçada oposta, chamada oportunamente de “ quebra ossos”  - E assim caminhava nossa infância e pré-adolescência, em um tempo em que não existiam drogas e armas, - E as diferenças eram acertadas no “tapa” mesmo, com todo mundo se entendendo no final, tomando um belo guaraná gelado para selar os entendimentos entre as turmas. – Bons tempos, bons tempos, que nos trazem saudades !!! (Homenagem a um grande médico e amigo)
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PARECE COISA DE MALUCO, MAS FUNCIONA ! -  EXPERIMENTA !

Assunto: Horóscopo Chinês : o ano do dragão de ferro deseja-te riqueza e sorte, segue as instruções. Não te ponhas a brincar porque senão não funciona e podes te arrepender, - Perde apenas 3 minutos do teu tempo – É surpreendente. - A pessoa que o enviou conta que o seu desejo foi concretizado 10 minutos depois da leitura do, mas para que tal aconteça não se pode brincar! O resultado deste jogo é muito divertido. Não leias em voz alta. Só precisas de 3 minutos – vale a pena tentar. - Antes ademais, precisas de uma folha de papel e de uma caneta. - Quando escolheres os nomes, recorda-te que têm de ser nomes de pessoas que conheces nesta altura e deves seguir o teu primeiro instinto. - Lê só uma linha de cada vez – não leias em voz alta senão estragas o divertimento - Para começar escreve os números de 1  a 11 na vertical - Ao lado dos números 1 e 2 escreve um qualquer outro número (entre 1 e 11) - Ao lado dos números 3 e 7 escreve o nome de duas pessoas do sexo oposto - Não passes à frente senão não funciona  - Escreve os nomes que quiseres ( amigos ou familia ) ao lado dos números 4, 5, 6 – um nome para cada número - Não te ponhas a rir porque podes te vir a arrepender -  Escreve 4 títulos de canções ao lado dos números 8, 9, 10 e 11 - Agora exprime um desejo - E agora a chave do jogo - Tens que falar deste jogo ao mesmo número de pessoas que escreveste na posição 2 - Amas a pessoa que escreveste na posição 3 - Gostas da pessoa que escreveste na posição 7, mas não te queres comprometer  - Preocupaste pela pessoa que escreveste na posição 4 - A pessoa que escreveste na posição 5 conhece-te muito bem - A pessoas que escreveste na posição 6 é a tua estrela da sorte - A canção que escreveste na posição 8 tem a ver com a pessoa da posição 3, - O título da canção que escreveste na posição 9 é para a pessoa da posição 7 - A canção que escreveste na posição 10 fala de ti próprio - E a canção que escreveste na posição 11, demonstra o que tu pensas da vida - Envia este email a 10 pessoas no espaço de uma hora a partir do momento em que o acabaste de ler. - Se o fizeres o teu desejo será realizado senão acontece o contrário. Parece mentira, mas funciona  - (Não duvides do horóscopo chines, ele tem mais de 5.000 anos)

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MENSAGEM AO PRESIDENTE LULA : - Estimado presidente !
 - “Assisti na televisão, anteontem, a  trecho de seu discurso criticando o Poder Judiciário e  dizendo que V. Exa. e seu amigo Márcio, ministro da Justiça, há muito tempo são favoráveis ao controle externo do  Poder Judiciário, não para "meter a mão na decisão do   juiz, mas para abrir a "caixa-preta" do Poder. Vi também V. Exa.  falar sobre duas Justiças" e sobre a influência do dinheiro  nas decisões da Justiça. Fiquei abismado, caro presidente, não com a falta  de conhecimento de V.Exa., já que coisa diversa não  poderia esperar (só pelo fato de que o nobre presidente é leigo), mas com o fato de que o nobre presidente ainda não se tenha dado conta de que não é  mais candidato. Não precisa mais falar como se em palanque  estivesse; não precisa mais fazer cara  de inconformado, alterando o tom da voz para influir no ânimo da  platéia. Afinal, não é sempre que se faz  discurso na porta da Volks. Não precisa mais chorar. O eminente presidente precisa apenas mandar, o  que não fez até agora. ão existem duas Justiças, como V. Exa. falou.  Existe uma só. Que é cega, mas não é surda e costuma  escutar as besteiras que muitos falam sobre ela. Basta ao  presidente mandar seu amigo Márcio tomar medidas concretas e efetivas contra o crime organizado.  Mandar seus demais ministros exercer os cargos para os  quais foram nomeados. Mandar seus  líderes partidários fazer menos conchavos e começar a  legislar em favor da sociedade. Afinal, V. Exa. foi eleito  para isso. Logo depois, sr. presidente, no mesmo canal de  televisão, assisti a uma reportagem dando conta de que, em  Pernambuco (sua terra natal), crianças que haviam abandonado o lixão, por  receberem R$ 25 do Bolsa-Escola, tinham voltado para aquela  vida (??) insólita, simplesmente porque desde janeiro seu governo não  repassou o dinheiro destinado ao Bolsa-Escola. E a Benedita, sr. presidente? Disse ela que  ficou sabendo dos fatos apenas no dia da reportagem. Como  se pode ver, sr. presidente, vou tentar  lembrá-lo de algumas coisas simples. Nós, do Poder  Judiciário, não temos caixa-preta. Temos leis inconsistentes e brandas (que seu amigo Márcio sempre  utilizou para inocentar pessoas acusadas de crimes do colarinho-branco). Temos de conviver com a Fazenda Pública (e o  sr.presidente é responsável por ela, caso não saiba), sendo nossa maior cliente e litigante,  na maioria dos casos, de má-fé. Temos os precatórios que  não são pagos. Temos acidentados que não recebem benefícios em  dia (o INSS é de sua responsabilidade, sr. Presidente). Não temos medo algum de qualquer controle externo,  sr. presidente. Temos medo, sim, de que pessoas menos avisadas,  como V. Exa. mostrou ser, confundam controle externo com  atividade jurisdicional (pergunte ao seu amigo  Márcio, ele explica o que é). De qualquer forma, não é bom falar de  corda em casa de enforcado. - Evidente que V. Exa. usou da  expressão "caixa-preta" não no sentido pejorativo do termo. - Juízes não tomam vinho de R$ 4 mil a garrafa. Juízes não são agradados com vinhos portugueses raros quando vão  a restaurantes. Juízes, quando fazem churrasco, não mandam vir  churrasqueiro de outro Estado. - Mulheres de juízes não  possuem condições financeiras para importar cabeleireiros de outras unidades da Federação, apenas para fazer uma escova. Caixa-preta por caixa-preta (no sentido meramente  figurativo), sr. presidente, a do Poder Executivo é  bem maior do que a nossa.  Meus respeitos a V. Exa. e recomendações ao seu  amigo Márcio. P.S.:  Dê lembranças a  "Michelle". (Michelle é  cachorrinha do Presidente que passeia em  carro oficial)” – Assina : Ruy Coppola, juiz do 2.º Tribunal de Alçada Civil  do Estado de  São Paulo.

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