A PESCARIA : - Historia verídica
– 1980.
Quando cheguei em Santarém, em
1977, encontrei aqui um mineiro, comprador de ouro, que era uma pessoa
simpaticíssima, e um grande gozador, o Odilon Tameirão. – Com Odilon, tudo era
motivo para gozações, e risadas, com os trotes que passava nos amigos, sendo
seu maior pato, seu cunhado Marcio. – Odilon possuía uma bela fazenda lá pelos
lados do Ituquí, nos alagados, e como não a conhecíamos, inventou uma pescaria,
convidando o Toni Wosny, diretor do projeto Rondon a época, o Márcio, seu
cunhado, e eu. - Chegando sexta-feira, lá fomos todos para defronte da cidade,
onde hoje é a casa do Pena, na época a casa do Odilon, onde uma canoa de
alumínio, tipo voadeira de 6m, com um motor de popa de 40hp já nos aguardava. –
Tudo embarcado, partimos para nossa “pescaria”, - Eu como sempre gostei de
caçar, levei uma espingarda, calibre “12”, Remington, automática de 6 tiros,
para ver se pegávamos alguns patos para o jantar, pois Odilon havia dito que
eles infestavam o Ituqui nesta época do ano. – E lá fomos nós descendo o
Amazonas rumo a Fazenda, entrando com meia hora de viagem, no Rio Ituquí, com
uma maravilhosa vegetação sombreando os dois lados das águas. – A casa da
fazenda era toda verde, sobre palafitas, eis que 60% da área ficava abaixo
dágua, ideal para a criação dos búfalos do Odilon, em um local maravilhoso. –
Chegamos quase ao anoitecer, jantamos uma deliciosa caldeirada de Tucunaré,
preparada pelo caseiro que já nos esperava, e arrumadas as redes, após um pouco
de prosa, dormimos. – No dia seguinte, o despertador foi um tiro de “12”, em
nossos ouvidos, bem perto de nossas redes, o que fez com que Marcio pulasse da
rede, sonolento e assustado, caindo estrondosamente no chão, sob as risadas do
Odilon, que atirara da porta para fora só para nos assustar, berrando que
éramos uma cambada de dorminhocos, pois já estava acordado a mais de uma hora.
– Quando olhei no relógio eram 05:30h, da manhã - Jurei afogar o Odilon na
primeira oportunidade que houvesse. – Esqueci minha promessa, assistindo o
belíssimo nascer do sol explodindo no Ituquí, - Após um ótimo café da manhã,
saímos para conhecer a fazenda de barco, sendo que quando se entra no Lago do Ituquí, você tem que marcar o caminho
com trapos coloridos de vermelho, pois tudo fica igual, e após a passagem do
barco, o vento fecha a folhagem, e o capim volta a seu lugar normal. – Você não
sabe onde é a saída, - E como nosso “guia Odilon, junto com Toni, lá pelo meio
dia de pescaria, já tinham entornado quase uma garrafa de cachaça desde que
saíramos, - A conclusão é que estávamos no meio do Ituquí, completamente
perdidos, sem saber o caminho de volta, - Como se não bastasse, Odilon puxou em
sua vara uma piranha, daquelas pretas, meio avermelhadas nos cantos da boca, de
tamanho cavalar, batendo tanto os dentes que dava para fazer samba, - Se
encostasse em alguém, fazia tricô no condenado, - E dando gargalhadas, jogou-a
para dentro do barco de aluminio, - Ato continuo, eu, Toni, pulamos para a
parte da frente, ficando somente Marcio no meio com a piranha no meio das pernas, tentando de todas as
formas dar-lhe umas dentadas, - Como não tinha para onde ir, passou a mão em
minha espingarda “12”, ficou na ponta dos pés, em cima do banco do barco, e apertou o gatilho
mandando chumbo na piranha, e caindo para trás com o coice da arma, no colo do Odilon,
que na sua bebedeira, gargalhava. - O resultado foi que sumiu a piranha..... E
o fundo do barco...Que ficou com um rombo de mais de 20cm de
diâmetro....entrando água....Enquanto nós todos.......- Bem quando ví o Marcio
pegar a “12” engatilhada, - E sabendo que o mesmo não sabia atirar direito....
Eu pulei nágua primeiro,....Seguido do Toni e do Aquino.... Todos agarrados na
canoa pelo lado de fora.... Olhando para dentro.... vendo o Marcio berrar: -
Cadê,....cadê esse bicho “filhodaputa”,...cadê, - Não sabendo que o impacto da
carga da “12”, - Não só desintegrara a piranha, como acabara com o fundo da
canoa, que estava afundando. – Odilon com o cunhado ainda em cima, conseguiu
virar o barco para a margem, levando-nos no arrasto. – Arrumamos uma mochila e
colocamos no buraco para fechar a entrada dágua, com Odilon, xingando o cunhado
que estragara o barco, pois tinha ficado com medo de uma “piranhazinha besta” –
E o chamava de “cagão”, “bundamole”, e ria da cena que presenciara, com o
Marcio todo arrepiado em cima do banco, procurando e apontando a piranha com o
cano da “12”, a 40 cm da mesma, - E após atirar, ainda querendo achar o bicho,
depois do coice que o tiro do canhão lhe proporcionara, jogando-o meio metro
atrás no colo do cunhado que segurava o motor de popa.- Mas vamos em frente : - Com a mochila bem
apertada no buraco, começamos vagarosamente a procurar a saída, com nossos
ouvidos castigados pela cantoria do Odilon, que além de não saber onde
estávamos devido ao capim das margens estar muito alto, nada enxergando a
frente - Não conseguia encontrar a fazenda. – Anoiteceu, e a solução, foi
acamparmos em uma parte seca que encontramos, fazendo um fogo, e protegendo-nos
das furiosas muriçocas e mosquitos, que nos atacaram a noite toda. - Dormimos,
ficando sempre um acordado de vigília, (alí tinha jacarés também, e sabe-se lá
o que mais), exceto Odilon, que roncava a plenos pulmões, sem se importar com
os mosquitos, ou qualquer outro bicho que aparecesse. – Acordamos eu e Toni,
com José, o caseiro, ao nosso lado em sua canoinha, perguntando por que não
dormíramos em casa, tendo-lhe respondido que não a acháramos, - Ao que o mesmo
desandou a gargalhar, pois a mesma, estava ali, a 10 m, do lado de lá do capim,
o que no escuro, não havíamos visto. – Foi o que bastou para que pegássemos
Odilon que ainda dormia,- E o jogássemos dentro d’água para que apreendesse a
saber o caminho de volta. – No dia seguinte, fizemos um remendo na canoa,
deixamos Odilon de castigo vendo seu gado, e saímos com José, tendo o pessoal
pescado muito peixe, e eu peguei belos patos com minha “12”. – A pescaria fora
ótima, e tínhamos passado bons momentos, - Tendo Odilon, ainda, para encerrar
com chave de ouro, colocado quase um copo de pimenta na caldeirada do Toni, que
bebeu quase dois litros dágua para voltar a falar. – Para rebater, Toni, pouco
antes de retornarmos, jogou-lhe toda a água suja da limpeza dos peixes, quando
o mesmo dormia, deixando a ele e sua rede, mais fedidos que um gambá, - Na
volta, como ele pilotava a canoa, o vento e o péssimo cheiro que exalava,
ficavam para trás, graças a Deus. –
Resumo: Odilon em 1989, mudou-se para Belo Horizonte, onde mora até hoje
- Marcio seu cunhado, dono de uma fábrica de jóias, foi assassinado por ladrões
que o assaltaram, em uma cidadezinha de Minas, - Toni mora em Santa Catarina, é
professor da Universidade Federal de lá, - E nós continuamos aqui, pois quando
se encontra a porta do Paraíso, não se saí nunca mais, - Deus abençoe a todos,
e o Padre Sidney que reze por nós, pois seu rebanho é meio nervoso!!!
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REX!!!
Um homem vai ao tribunal
acusado de morte de sua esposa: Juiz: O senhor está diante desta corte para
responder a acusação de assassinato de sua esposa. O que o senhor tem a dizer
em sua defesa? - Bem, meritíssimo, eu voltei para casa um pouco mais cedo que
de costume e encontrei minha mulher na cama com meu melhor amigo. Daí eu não
resisti e matei minha mulher. Isto é tudo que eu tenho a dizer... - Mais não
tem nada sobre seu melhor amigo no processo verbal. O senhor poderia dizer o
que aconteceu com ele? - Bem, meritíssimo, eu apontei o dedo para ele e disse:
- Rex, cachorro feioso, cachorro feioso!!!
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Quem enfurece os deuses vai
para a cadeia ou para a eternidade?
O mito de Prometeu, da ensanguentada mitologia grega,
é um parâmetro. Prometeu sempre agiu ardilosamente para enganar os deuses
olímpicos. Foi amigo de Zeus, o deus supremo. Mas queria criar a raça humana. Criou-a
e concedeu ao humano o poder de pensar, de trabalhar. Enfureceu Zeus, que ficou
enciumado. A raiva do Supremo cresceu, pois soube da traição do amigo
(Prometeu). Zeus se sentiu ludibriado por Prometeu, na distribuição de uma
oferenda. Totalmente enraivecido, subtraiu da raça humana o domínio do fogo. Prometeu
roubou o fogo do Olimpo (para favorecer a Humanidade). Zeus mandou
acorrentá-lo. Ficou preso por mais de 30 mil anos. E foi bicado diariamente por
uma águia. Era imortal, no entanto. Hércules retirou Prometeu do cativeiro,
substituindo-o por Quíron. Zeus lhe permitiu se tornar mortal. Mas nunca mais
Prometeu reconquistou a liberdade. Morreu serenamente, depois de muito
sofrimento. Porque enfureceu o deus supremo. Don Carlo Gambino foi um dos
velhos chefes mafiosos nos EUA[2]. Mandava os inimigos para o cemitério com um
só gesto. Fragilizado pela idade, parecia inofensivo. Numa noite, num
restaurante, foi insultado por Cármine Scialo. Tratava-se de um justiceiro
matador, muito temido. Gambino aceitou a ofensa em silêncio. Todo chefe mafioso
fala pouco, tem presença solene, mesmo insultado. O deus da máfia ficou
enfurecido, mas não se delatou. Pouco tempo depois Scialo foi encontrado morto
com vários balaços. É uma questão de princípio. Nenhuma reputação sobrevive,
sem princípios. Nos idos do século XXI, abaixo da linha do equador, foi a vez
de um senador. Entrou para a História, ao enfurecer seus juízes. Erro crasso. Faltou
a astúcia de que fala Maquiavel. Na autobiografia do Imperador Júlio César se
lê: “Quando os deuses imortais querem castigar um homem culpável, concedem-lhe
a maior prosperidade, a maior impunidade, para que logo depois sofra mais
quando a sorte muda de direção. ( Luiz Flávio Gomes é professor e jurista,
Doutor em Direito pela Universidade Complutense de Madri e Mestre em Direito
Penal pela USP)
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ESTICA!!!
Um garotão vinha
passando pela praça, quando viu um velhinho de cócoras, atras da moita, gemendo
que dava dó. -o que tá havendo aí vovô? -ai, meu filho!...dói muito quando
tento me levantar...estava aqui fazendo um cocôzinho tão bom, mas agora dói
muito quando tento me levantar...ai...ai Intrigado ,o rapaz resolveu ver o que
estava acontecendo. Deu um volta ao redor do velhinho, olhou atentamente e
falou: -o senhor não tem nada, vovô...só tem é que tirar o calcanhar de cima do
saco quando for levantar.
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RECEITA DE
LEITE VEGETAL
Há
várias opções: soja, coco, amêndoas, arroz, girassol...Mas vamos ensinar a do
leite de gergelim, riquíssimo em cálcio. INGREDIENTES 1 xícara de gergelim bege
ou preto (o preto é o que tem mais cálcio)
3 xícaras de água filtrada ou mineral MODO DE PREPARO Deixe o gergelim
de molho na água de 8 a 12 horas. Passado esse período, jogue a água fora e
fique só com as sementes hidratadas de gergelim. Bata no liquidificador com 3
ou 4 xícaras de água (a quantidade vai depender de você querer um leite mais
grosso ou não). Coe e está pronto o leite de gergelim. Guarde na geladeira e
consuma em até 24 horas. Com a sobra que ficou depois de coar o leite,
você pode fazer o “queijelim”, a ricota de gergelim. É só temperar com o que
você quiser (alecrim, orégano, salsinha, azeite e sal, por exemplo).
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BÊBADO !
O sujeito estava no bar
e próximo a ele um bêbado dormia numa mesa. De vinte em vinte minutos o dono do
bar chegava no tonto, dava uma chacoalhada no infeliz e gritava: - Acordaaaaaa!
Depois da terceira ou quarta vez, o cara não agüentou e chamou o dono: - Po,
que sacanagem eh esta? Porque você tá acordando o cara e deixando-o continuar
na mesa? - O dono respondeu: - Neh nada pessoal, não. Eh que o cara, alem de
ser chato, paga a conta toda vez que eu o acordo........