terça-feira, 15 de outubro de 2024

NEWS / ATUALIDADES. (27-09-24)

 Para nascer precisamos de:

2 Pais, 4 Avós, 8 Bisavós, 16 Trisavós, 32 Tetravós, 64 Pentavós, 128 Hexavós, 256 Heptavós, 512 Oitavós, 1024 Eneavós, 2048 Decavós. Apenas o total das 11 últimas gerações, foram necessários 4.094 ANCESTRAIS, tudo isso em aproximadamente 300 anos antes de eu ou você nascermos! Pare um momento e pense...- De onde eles vieram? - Quantas lutas já lutaram? - Por quanta fome já passaram? - Quantas guerras já viveram? - Quantas vicissitudes sobreviveram os nossos antepassados? Por outro lado, quanto amor, força, alegrias e estímulos nos legaram? Quanto da sua força para sobreviver, cada um deles tiveram e deixaram dentro de nós para que hoje estejamos vivos. Só existimos graças a tudo o que cada um deles passou. - E você, sabe a linhagem de sua família, seus descendentes e antepassados? Pesquise, vai encontrar muitas coisas bastante interessantes sobre a vida de cada um. Quem sabe não existem pessoas nobres em sua linhagem, até mesmo um Rei??? - Tem o registro histórico de cada sobrenome, na Internet ficou bem mais fácil de pesquisar. Boa pesquisa.

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Por que A DIREÇÃO É NA esquerda nos países de origem inglesa?

Sua origem remonta à era medieval, quando a circulação a cavalo se dava pela esquerda para deixar a mão direita – a mesma que a maioria das pessoas usava para manusear a espada – livre em caso de luta. Para completar, em 1300 o papa Bonifácio VIII determinou que todos os peregrinos com destino a Roma deveriam se manter no lado esquerdo da estrada, para organizar o fluxo. Esse sistema prevaleceu até o século XVIII, quando Napoleão inverteu tudo, supostamente por ser canhoto, mas também para facilitar a identificação de tropas inimigas à distância. As regiões dominadas pelo imperador da França aderiram ao novo modelo de tráfego, enquanto o império britânico permaneceu fiel ao sistema medieval.

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Títulos de Nobreza!

Duque é o mais poderoso depois do rei. Era nomeado entre comandantes militares, filhos ou parentes do rei. Recebia as maiores porções de terra para administrar. Os primeiros duques surgiram no Império Romano, onde generais eram chamados de dux (“aquele que conduz”, em latim). - Marquês era o homem da alta confiança do rei, a quem eram cedidos territórios fronteiriços ou mal pacificados. Sobre essas porções de terra, chamadas marquesados, ele tinha poder civil e militar. O título vem de um dialeto medieval francês, que nomeava os nobres como “governadores de marcas“. - Conde era uma espécie de assessor, conselheiro ou oficial do palácio que auxiliava o rei em assuntos cotidianos variados. Recebia condados, porções de terra menores que os marquesados. O título vem da Roma antiga, onde a a palavra latina comes (“aquele que acompanha”) se referia àqueles que moravam com o imperador. - Visconde era a pessoa responsável por substituir o conde e assumir as funções de assessor do rei na ausência do titular. Recebia territórios pequenos, do tamanho de vilas. Vem do latim vicecomes, ou seja, “vice-conde”. - Barão era o súdito fiel do rei, em geral homem rico, que prometia lealdade e serviços em troca de pequenas fazendas ou quintas que seriam herdados por seus descendentes. A palavra, de origem germânica, quer dizer " homem livre ".

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"Envelhecer!

É o único meio de viver muito tempo. A idade madura é aquela na qual ainda se é jovem, porém com muito mais esforço. O que mais me atormenta em relação às tolices de minha juventude, não é havê-las cometido... e sim não poder voltar a cometê-las. Envelhecer é passar da paixão para a compaixão. Muitas pessoas não chegam aos oitenta porque perdem muito tempo tentando ficar nos quarenta. Aos vinte anos reina o desejo, aos trinta reina a razão, aos quarenta o juízo...Quando se passa dos sessenta, são poucas as coisas que nos parecem absurdas. Os jovens pensam que os idosos são bobos; os idosos sabem que os jovens o são...Sempre há um menino em todos os homens. A cada idade lhe cai bem uma conduta diferente. Os jovens andam em grupo, os adultos em pares e os idosos andam sós. Feliz é quem foi jovem em sua juventude e feliz é quem é sábio em sua velhice. Todos desejamos chegar à velhice e todos negamos que tenhamos chegado. Não entendo isso dos anos: que, todavia, é bom vivê-los, mas não tê-los."

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VOCE SABIA?

O Albatroz é o maior pássaro que pode ficar anos sem pousar. Eles passam seus primeiros 6 anos de vida voando sobre o oceano antes de vir para a terra para acasalar. É capaz de viajar mais de 16.000 km em uma única viagem e circunavegar o mundo em 46 dias. Simplesmente incrível!

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PENSO, LOGO EXISTO.

O filósofo francês René Descartes (1595-1650) foi quem mandou essa. E o que isso quer dizer? Primeiro, quando ouvir falar em método cartesiano, deve saber que tem a ver com esse filósofo. Cartesiano, Descartes... Sacou? O ponto de partida pra entender o pensamento desse cara é a dúvida. Ele dizia que tudo devia ser posto em xeque, inclusive a sua própria existência. Ô louco, meu! Todas as teorias podiam ser refutadas ou substituídas. Mas tinha uma coisa que ele não podia duvidar: a existência da dúvida. A ideia dele era que, pra duvidar de alguma coisa, eu preciso pensar. E pra pensar, eu preciso existir. Bingo! Olha as 4 regras do método cartesiano: Evidência: Jamais, de jeito maneira, nunca aceite como verdadeiro algo duvidoso. Análise: Ao encarar um problema, faça igual ao Jack, o Estripador: divida em partes. Fica mais fácil de entender. Síntese: Na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, sempre comece resolvendo os problemas menores, as partes menos complicadas. Depois você vai pra cima dos problemas maiores. Enumeração: Enumerar todas as partes e revisar cada etapa, pois isso vai ajudar na identificação das mancadas, ... ops, dos erros.

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QUEM COM FERRO FERE!

Um fazendeiro vendia manteiga em uma cidade muito pequena. O padeiro era um dos seus clientes mais fiéis. Mas um dia este começou a suspeitar que a barra de manteiga pesava menos do que o kilo que ele estava pagando. Então, decidiu pesar a barra de manteiga na balança do seu próprio negócio e descobriu que seus medos não eram infundados. Reuniu várias testemunhas e encaminhou ao tribunal um processo contra o fazendeiro. Uma vez lá, o juiz perguntou ao fazendeiro qual a medida que ele usava para pesar as barras de manteiga. Com uma voz segura e com muita coragem, o réu respondeu que ao trabalhar com instrumentos primitivos, não tinha um mecanismo para pesar a sua mercadoria. No entanto, ele  tinha um método que usava como escala. "Senhor juiz, muito antes do padeiro começar a comprar-me manteiga, eu compro-lhe um kilo de pão todos os dias. Ele me traz de manhã cedo, o que eu faço é colocá-lo em uma balança e dou-lhe a mesma quantidade de manteiga pelo peso que ele me dá de pão.” Todos reclinaram o corpo para trás e olharam depreciativamente para o padeiro. Este decidiu retirar as acusações e nunca mais se queixou sobre o peso da manteiga. Moral: "Não faça aos outros o que você não quer que eles façam com você".

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HONRA DESCARTÁVEL!

Bandidos entraram numa aldeia e violentaram todas as mulheres, exceto uma que resistiu ao bandido. A mulher o matou e o decapitou. Depois que os bandidos completaram a violência e foram embora, todas as mulheres saíram de suas casas, pegando suas roupas rasgadas chorando, menos uma, ela saiu de casa e veio com a cabeça do bandido nas mãos, seu olhar estava cheio de raiva, mas também de orgulho. Ela disse: Pensavam que eu deixaria que ele me violentasse, sem o matar ou me matar? As mulheres da aldeia olharam umas para as outras e no mesmo momento decidiram que ela deveria ser morta, para que ela não ficasse orgulhosa da sua honra e para que os seus maridos não lhes perguntassem, quando voltassem do trabalho, por que não resistiram como ela? Ela foi atacada e morta. (Mataram a honra, para viver a vergonha). Assim está a sociedade brasileira, sendo estuprada pelos corrompidos e aqueles que se levantam para lutar contra a injustiça são rapidamente silenciados!" Façam suas reflexões !

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O canal de Corinto!

O Canal de Corinto, na Grécia, é uma via de água artificial que liga o golfo de Corinto ao mar Egeu pelo istmo de Corinto, abrindo esta estrada ao transporte marítimo e separando o Peloponeso do resto da Grécia. Mede 6,3 km de comprimento e foi construído entre 1881 e 1893. O canal evita o rodeio de 400 km ao redor da Península do Peloponeso aos navios pequenos, pois tem apenas 21 m de largura e 8 de profundidade. Apesar destas limitações, cerca de 11000 navios atravessam o canal todos os anos, principalmente pertencentes a rotas turísticas. Já estive por lá, mas esse não vi não, passei batido,...vou voltar!!!

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COMO SE PERDE A VIDA:

A netinha perguntou a seu avô: - Vô, como se perde a Vida? A Vida é perdida de muitas maneiras, filha. Você perde quando quer viver a vida dos outros e não a sua. Você se perde criticando os erros dos outros e não melhorando os seus. Perde-se quando se arrepende a cada momento por ter fracassado e não procurando soluções para poder ter sucesso. Perde-se quando você passa o tempo a invejar os outros e não a superar a si mesmo. Você perde quando você se foca apenas em coisas negativas, e deixa de desfrutar das coisas boas. A Vida não se perde quando você para de respirar, mas quando você para de ser feliz!." E lembre-se, para ser feliz, você tem de ter a coragem de arriscar, de procurar seu caminho, de tentar, de viajar, de voar para novos horizontes, sem medo de fracassar e de errar, porque é errando que se aprende, e que se evolui para a felicidade!

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Vida e morte de Dom Quixote

 

Miguel de Cervantes Saavedra decide que Dom Quixote morre na última parte do romance como parte de seu enredo e desenvolvimento. No entanto, a lição que nos deixa é a importância de perseguir ideais e sonhos, mesmo que eles pareçam impossíveis ou irracionais. Dom Quixote é um personagem que mergulha na loucura, acreditando ser um cavaleiro andante e lutando contra moinhos de vento e inimigos imaginários. Através de suas aventuras e desventuras, Cervantes nos mostra a importância da imaginação e da paixão pela vida, mesmo em um mundo que pode parecer desencantado e rotineiro. A morte de Dom Quixote também nos ensina sobre a fuga da vida e da mortalidade humana. Embora morra no seu leito de doença, seu espírito vive na memória e na influência que ele deixa sobre aqueles que o conheceram. A morte de Dom Quixote nos ensina a viver a vida ao máximo, a perseguir nossos sonhos, e a não ter medo de lutar por aquilo em que acreditamos,... não importa quão loucos ou inatingíveis sejam.

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DADÁ.

Meu cumpadre Dadá pediu textos mais curtos, que ele cansa e se perde quando eles são longos. Essa coluna vai para os velhinhos como ele, que já não conseguem ler os longos que adormecem a vista!!!

sexta-feira, 20 de setembro de 2024

NEWS / ATUALIDADES. (20-09-24)

 SAIRÉ!

Que tenhamos um maravilhoso Sairé, com o Lago dos botos mostrando sua inesquecível magia e encantamento para todos que vieram conhecer as maravilhas de nossa esplêndida Amazônia.

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Minhas deficiências (INTERNET).

- Nasci branco, e quem nasce branco já é considerado racista, mesmo não sendo. - Nasci numa família trabalhadora, então eu sou burguês. - Não ser de esquerda, me torna fascista. - Sou heterossexual, o que me torna homofóbico. - Valorizo ​​minha identidade e minha cultura, o que me torna xenófobo. - Acredito que o macho e a fêmea da espécie Homo Sapiens foram, na maioria das vezes, grandes parceiros e mutuamente responsáveis pelo sucesso da espécie, o que me torna misógino. - Eu gostaria de viver em segurança e ver criminosos na prisão, o que me torna torturador. - Quero que respeitem minha maneira de pensar e minhas crenças e não me façam pensar que o anormal é normalmente relativo, o que me transforma em repressor. - Penso que os subsídios acabam com o esforço de trabalhar e minam a dignidade das pessoas, por isso sou insensível. - Acredito que cada um deve ser recompensado de acordo com sua produtividade, mérito e capacidade, o que me torna um egoísta anti-social. - Eu fui educado em valores e princípios, o que me tornam um oponente do bem-estar social. - Acredito em Deus, logo, sou um fundamentalista religioso. - Creio que as vítimas dos estupradores, ladrões, estelionatários deveriam ser indenizadas pelo Estado e os culpados presos, pagassem pela dívida, não tivessem auxílio para suas famílias, indulto para ir pra casa, habeas corpus, tornozeleiras, mas trabalhassem para pagar suas custódias, sua despesa, sua roupa, água, luz e comida. Então, sou considerado preconceituoso e contrário aos Direitos Humanos. Esta é uma pequena revisão da minha má reputação. Mas tenho certeza de que somos vários a ter essa má reputação. Do jeito que as coisas andam, logo, logo, ser um cidadão de bem será considerado crime. Agradeço aos amigos que ainda se atrevem a se relacionar comigo, apesar de todas as minhas falhas. - Autor desconhecido.

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Alerta para idosos saudáveis!!!

Meu tio Luís era um sujeito alegre, e estava sempre bem de saúde, até que sua esposa, minha tia Cecília, a pedido de sua filha, minha prima Silvinha, disse: - Luís, você vai fazer 65 anos, está na hora de fazer um check-up com o médico. - Para quê, estou me sentindo muito bem! - Porque a prevenção deve ser feita agora, quando você ainda se sente jovem, disse minha tia. Então, meu tio Luís, muito a contragosto foi ver um médico. O médico, sabiamente, mandou-o fazer testes e análises de tudo o que poderia ser feito e que o plano de saúde cobrisse. Duas semanas mais tarde, o médico disse que os resultados estavam muito bons, mas tinha algumas coisas que podiam melhorar. Então receitou: Comprimidos Atorvastatina para o colesterol. Losartan para o coração e hipertensão. Metformina para evitar diabetes. Polivitaminas para aumentar as defesas Norvastatina para a pressão. Desloratadina em alergia. Como eram muitos medicamentos, tinha que proteger o estômago, então ele indicou Omeprazol e um diurético para os inchaços. Meu tio Luís foi à farmácia e gastou boa soma de dinheiro em várias caixas requintadas de cores sortidas. Nessa altura, como ele não conseguia se lembrar se os comprimidos verdes para a alergia deviam ser tomadas antes ou depois das cápsulas para o estômago e se devia tomar as amarelas para o coração antes ou depois das refeições, voltou ao médico. Este lhe deu uma caixinha com várias divisões, mas achou que titio estava tenso e algo contrariado. Receitou-lhe, então, Alprazolam e Sucedal para dormir. Naquela tarde, quando ele entrou na farmácia com as receitas, o farmacêutico e seus funcionários fizeram uma fila dupla para ele passar através do meio, enquanto eles aplaudiam. Meu tio, em vez de melhorar, foi piorando. Ele tinha todos os remédios num armário da cozinha e quase já não saia mais de casa, porque passava praticamente todo o dia a tomar as pílulas. Dias depois, o laboratório fabricante de vários dos remédios que ele usava, deu-lhe um cartão de ‘Cliente Preferencial’, um termômetro, um frasco estéril para análise de urina e lápis com o logotipo da farmácia. Meu tio deu azar e pegou um resfriado. Minha tia, como de costume, fez ele ir para a cama, mas, desta vez, além do chá com mel, chamou também o médico. Ele disse que não era nada, mas prescreveu Tapsin para tomar durante o dia e Sanigrip com Efedrina para tomar à noite. Como estava com uma pequena taquicardia, receitou Atenolol e um antibiótico, 1 g de Amoxicilina. A cada 12 horas, durante 10 dias. Apareceram fungos e herpes, e ele receitou Fluconol com Zovirax. Para piorar a situação, Tio Luís começou a ler as bulas de todos os medicamentos que tomava, e ele ficou sabendo todas as contra-indicações, advertências, precauções, reações adversas, efeitos colaterais e interações médicas. Leu coisas terríveis. Não só poderia morrer, mas poderia ter também arritmias ventriculares, sangramento anormal, náuseas, hipertensão, insuficiência renal, paralisia, cólicas abdominais, alterações do estado mental e um monte de coisas terríveis. Com medo de morrer, chamou o médico, que disse para não se preocupar com essas coisas, porque os laboratórios só colocavam para se isentar de culpa. - Calma, seu Luís, não fique aflito, disse o médico, enquanto prescrevia uma nova receita com um antidepressivo Sertralina com Rivotril 100 mg. E como titio estava com dor nas articulações deu Diclofenac. Nessa altura, sempre que o meu tio recebia sua grana, ia direto para a farmácia, onde já tinha sido eleito cliente VIP. Chegou um momento em que o dia do pobre do meu tio não tinha horas suficientes para tomar todas as pílulas, portanto, já não dormia, apesar das cápsulas para a insônia que haviam sido prescritas. Ficou tão ruim que um dia, conforme já advertido nas bulas dos remédios, morreu. No funeral, tinha muita gente, mas quem mais chorava era o farmacêutico. Agora, tia Cecília diz que felizmente mandou titio para o médico bem na hora, porque se não, com certeza, ...ele teria morrido antes. - Esta historinha é dedicada a todos os meus amigos, sejam eles médicos ou pacientes! (para pensar) – Como diz meu irmãozinho Paton: - Quem procura, ...acha !!!.

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O Abacaxi!!

João trabalhava em uma empresa há muitos anos. Funcionário sério, dedicado, cumpridor de suas obrigações e, por isso mesmo, já com seus 20 anos de casa. Um belo dia, ele procura o dono da empresa para fazer uma reclamação: — Patrão, tenho trabalhado durante estes 20 anos em sua empresa com toda a dedicação, só que me sinto um tanto injustiçado. O Juca, que está conosco há somente três anos, está ganhando mais do que eu. O patrão escutou atentamente e disse: — João, foi muito bom você vir aqui.Antes de tocarmos nesse assunto, tenho um problema para resolver e gostaria da sua ajuda. Estou querendo dar frutas como sobremesa ao nosso pessoal após o almoço. Aqui na esquina tem uma quitanda. Por favor, vá até lá e verifique se eles têm abacaxi. João, meio sem jeito, saiu da sala e foi cumprir a missão. Em vinte minutos, estava de volta. — E aí, João? — Verifiquei como o senhor mandou. O moço tem abacaxi. — E quanto custa? — Isso eu não perguntei, não. — Eles têm quantidade suficiente para atender a todos os funcionários? — Também não perguntei isso, não. — Há alguma outra fruta que possa substituir o abacaxi? — Não sei, não…— Muito bem, João. Sente-se ali naquela cadeira e me aguarde um pouco. O patrão pegou o telefone e mandou chamar o Juca. - Deu a ele a mesma orientação que dera a João: — Juca, estou querendo dar frutas como sobremesa ao nosso pessoal após o almoço. Aqui na esquina tem uma quitanda. Vá até lá e verifique se eles têm abacaxi, por favor. Em cinco minutos, o Juca voltou. — E então? – indagou o patrão. — Eles têm abacaxi, sim, e em quantidade suficiente para todo o nosso pessoal; e se o senhor preferir, tem também laranja, banana e mamão. O abacaxi é vendido a R$1,50 cada; a banana e o mamão a R$1,00 o quilo; o melão R$ 1,20 a unidade e a laranja a R$ 20,00 o cento, já descascado. Mas como eu disse que a compra seria em grande quantidade, eles darão um desconto de 15%. Aí aproveitei e já deixei reservado. Conforme o senhor decidir, volto lá e confirmo – explicou Juca. Agradecendo as informações, o patrão dispensou-o. Voltou-se para o João, que permanecia sentado ao lado, e perguntou-lhe: — João, o que foi mesmo que você estava me dizendo? — Nada sério, não, patrão. Esqueça. Com licença. E o João deixou a sala…tem muita gente assim. Acomodada, que não faz absolutamente nada além do que foi estritamente pedido ou solicitado, somente preocupados em sair na hora certa na saída, e receber seu salário no fim do mes. São pessoas que acham “que já fazem demais” e sentem-se os eternos injustiçados.  . Não se restrinja, não se limite, amplie seus horizontes. - Só assim você vai se destacar e ter sucesso na sua vida profissional.  - Pense !!!

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O SIMBOLISMO DAS CORES DOS CONTINENTES NOS ANÉIS OLIMPICOS!

Como sabemos, os cinco anéis olímpicos da bandeira do Comitê Olímpico Internacional representam os cinco continentes povoados da Terra: África, Ásia, Europa, América e Oceania. A simbologia de algumas das cores que representam os continentes, no entanto, não são muito coerentes. Vejamos: 1 - ÁFRICA  - A cor negra do anel que simboliza o continente africano representa bem a negritude que é a principal marca da África; 2 - ÁSIA - Da mesma maneira que a África é simbolizada pela cor negra, a Ásia é representada pela cor amarela, mantendo-se assim o mesmo critério; 3 - AMÉRICA - O vermelho que simboliza a cor dos nativos americanos é questionável, uma vez que os "peles vermelhas" povoavam apenas parte da América do Norte. Na porção sul do continente, os indígenas não têm a pele avermelhada. Percebe-se aqui uma generalização que privilegia apenas uma parte do continente americano, justamente a porção do Novo Mundo onde estão os Estados Unidos; 4 - OCEANIA - O verde que simboliza a Oceania representa as suas florestas. Mas, qual dos cinco continentes em questão não têm florestas? No mais, se as cores dos anéis que simbolizam a África, a Ásia e a América buscam representar a cor da pele de seus respectivos povos, por qual motivo a cor do anel da Oceania não retrata o seu povo nativo: os aborígenes? Nesse caso, o critério é completamente negligenciado. 5 - EUROPA - A cor azul, que simboliza o Velho Mundo, é ainda mais criticável que a que representa a Oceania. O azul da Europa representa o seu mar. No entanto, todos os continentes são cercados pelo azul do mar. No mais, todo mundo sabe que nada simboliza melhor a Europa que a cor branca da pele dos europeus. Seria óbvio, portanto, a cor que melhor representaria o continente e - certamente - não seria o azul. Cada continente está atrelado a um agrupamento étnico específico. Dessa forma, podemos fizer que:

A África é negra; A Ásia é amarela; A Europa é branca; A América é parda; A Oceania é aborígene. As cores da África, Ásia e Europa sempre foram bem definidas. Faltaria definir a cor que representaria os Aborígenes da Oceania e o pardo dos povos originários das Américas. Dessa maneira, teríamos uma simbologia coerente e desprovida de dualidades.

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RED BULL!

Red Bull é uma das marcas de bebidas energéticas mais icônicas e reconhecidas do mundo. A história de Red Bull começou em 1982, quando o empresário austríaco Dietrich Mateschitz descobriu uma bebida energética chamada Krating Daeng durante uma viagem de negócios à Tailândia. A bebida, criada por Chaleo Yoovidhya, era usada para combater a fadiga e aumentar a energia entre os trabalhadores locais. Vendo o potencial da bebida, Mateschitz juntou-se a Yoovidhya para modificar a fórmula e adaptá-la ao gosto ocidental. Juntos, eles fundaram a Red Bull GmbH em 1984 e lançaram a bebida no mercado europeu em 1987. O slogan "Red Bull te dá asas" tornou-se sinônimo da marca, e sua associação com esportes extremos, eventos de alto risco e atividades emocionantes ajudou a construir uma imagem poderosa e dinâmica.. A chave para o sucesso da Red Bull não está apenas na sua fórmula única, que combina cafeína, taurina e vitaminas, mas também no seu marketing estratégico e na sua capacidade de criar experiências memoráveis para os consumidores. Atualmente, Red Bull é líder no mercado de bebidas energéticas.

NEWS / ATUALIDADES. (13-09-24)

 O samurai e seu cachorro   

Era uma vez um samurai que costumava ter o hábito de passear com o seu cão que ele tinha uma grande estima. Um dia, seu cachorro se afastou dele e brincou com as folhas que caíam das árvores. Maior foi a surpresa do samurai, quando de repente seu cachorro se jogou correndo contra ele com ar feroz e muitos desejos de morder. O samurai, que estava bem treinado, puxou a espada e logo quando o cão saltou, cortou-lhe a cabeça. O samurai não entendeu por que de repente seu fiel cão se virou contra ele. Então, elevou a cabeça e viu como uma cobra, que estava em um galho, estava se aproximando perigosamente dele. Quando o samurai percebeu que o seu cão estava tentando salvá-lo, e não o magoar, chorou amargamente. Foi então que ele se lembrou de um antigo ensinamento do seu mestre: “O sentido de uma ação nem sempre é fácil de interpretar. Por isso, antes de desembainhar sua espada, certifique-se de que essa é sua única opção.”

 (Fábula Popular Japonesa).

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ESPOSAS!

Depois de 5 anos juntos, a esposa encontra em cima do guarda roupa,  R$ 7.500,00 e 4 ovos, e vai correndo perguntar ao marido o que significava aquilo e ele diz: – Durante 5 anos juntos, cada vez q você me irrita eu guardo um ovo em cima do guarda roupa.  A esposa fica toda contente por ter apenas 4 ovos em cima do guarda roupa e então pergunta: – E os R$7.500,00 reais?  Ele responde: – Toda vez que completa uma dúzia eu vendo.

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Liberdade!

"A liberdade é a possibilidade do isolamento. Se te é impossível viver só, nasceste escravo.” (Fernando Pessoa) “Mas eu desconfio que a única pessoa livre, realmente livre, é a que não tem medo do ridículo.”

(Luis Fernando Veríssimo) “Um homem que está livre da religião tem uma oportunidade melhor de viver uma vida mais normal e completa.” (Sigmund Freud) “A verdadeira liberdade é um ato puramente interior, como a verdadeira solidão: devemos aprender a sentir-nos livres até num cárcere, e a estar sozinhos até no meio da multidão.” (Massimo Bontempelli) “O homem nasceu livre e por toda a parte vive acorrentado.” (Jean-Jacques Rousseau) “Ser-se livre não é fazermos aquilo que queremos, mas querer-se aquilo que se pode.” (Jean-Paul Sartre) “Quem não ama a solidão, também não ama a liberdade: apenas quando se está só é que se está livre.” (Arthur Schopenhauer) “Você é livre para fazer suas escolhas, mas é prisioneiro das consequências.” (Pablo Neruda) “Se a liberdade significa alguma coisa, será sobretudo o direito de dizer às outras pessoas o que elas não querem ouvir.” (George Orwell) Escultura Freedom, de Zenos Frudakis Localizada na Filadélfia, retrata a luta em libertar-se de tudo o que nos retém. O complexo escultural, deixa à mostra o vazio do corpo liberto. E é nesse momento que a arte de Zenos Frudakis checa nossa condição humana, porque nesse espaço nos cabe e cabe a nós entrarmos e saímos dele com toda a carga psicoemocional de se ver preso e liberto.

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Ilha da Trindade

Estranho enigma em ilha da Marinha: mergulhadores “chupados” desaparecem, a onda gigante que vem “do nada" e minerais raríssimos pouco mencionados. Mistérios da ilha de Trindade, que a Marinha prefere deixar intocada. Grandes mistérios da ilha de Trindade perduram por décadas sem que existam explicações convincentes.A Ilha de Trindade, administrada pela Marinha do Brasil, onde é mantida uma guarnição permanente de militares, guarda alguns dos maiores mistérios do Atlântico Sul: um deles é o o temido “chupa”. Esse fenômeno, cercado de lendas e grandes temores, que fazem com que militares sequer coloquem os pés na água perto de onde ocorreria, é um dos aspectos mais intrigantes desta remota ilha oceânica. “Quem cai no chupa as vezes aparece do outro lado da ilha, jamais mergulhe por ali!”, é o aviso que ouvem os militares e cientistas ainda a bordo dos navios militares que os levam para o Posto Oceanográfico da Ilha de Trindade. Uma história conta que mergulhadores amarrados em cabos de aço não conseguiram resistir a enorme força de um redemoinho que os puxou para baixo e jamais foram vistos de novo. Alguns militares, principalmente os mais jovens, alegam que algumas dessas histórias foram criadas para desestimular o mergulho no local, onde há muitos tubarões grandes e ondas repentinas e traiçoeiras, conhecidas como ondas camelo.  Em 17 de julho de 2010, por exemplo, o segundo sargento João Domingos, da Marinha do Brasil, desapareceu. Ele foi apanhado por uma onda Camelo e desapareceu no mar. Há vários casos registrados e um estudo feito pela Universidade Federal do Rio Grande, por Yuri Gomes Pinheiro, menciona vários óbitos. “características específicas de onda tem proporcionado a formação de um pico na altura de onda, denominada ‘Onda Camelo’ devido à semelhança com perfil de uma corcova de camelo, surpreendendo pela ocorrência súbita podendo causar acidentes. Relatos feitos por militares e pesquisadores desse tipo de formação têm sido comuns em pontos específicos da ilha, como na porção próxima ao Túnel, e a Pedra da Garoupa nas proximidades da Praia do Príncipe, por vezes envolvendo óbitos …” O Enigma do chupa, o terrível túnel submerso que carrega pessoas e objetos. O “chupa” é descrito como um extenso túnel submerso, onde a pressão da água atinge níveis altíssimos, sugando tudo que se aproxima. Nascido nas profundezas, abaixo da montanha subaquática que dá origem à ilha, esse fenômeno é descrito pelos marinheiros mais antigos, que já passaram meses na ilha, como capaz de transportar corpos e detritos de um lado a outro da ilha. Os relatos feitos por militares mais antigos, falam muito de desaparecimentos misteriosos e de corpos que, eventualmente, são encontrados em áreas distantes da ilha, geralmente na praia do Lixo, do outro lado da ilha principal do arquipélago. História e significado estratégico para o Brasil

Descoberta em 1501 pelo navegador português João da Nova e batizada em homenagem à Santíssima Trindade, a ilha tem uma história rica e turbulenta. Foi confundida, no século XVI, com a Ilha de Ascensão e serviu como refúgio para piratas e traficantes de escravos nos séculos seguintes. A sua relevância estratégica foi reconhecida durante a Primeira e a Segunda Guerra Mundial, quando foi guarnecida para impedir o uso por navios inimigos. Um mineral raríssimo foi descoberto no local, a hauynita, encontrado também no vulcão Vesúvio, na Itália em outros locais e no Afeganistão, onde compõe o lapis lazuli, pedra preciosa de médio valor. A Geografia, o clima no arquipélago e a rara vegetação A Ilha da Trindade situa-se a 1.140 km de Vitória (ES) e 2.400 km do Rio de Janeiro (RJ), no extremo oriental da cadeia de montanhas submarinas Vitória-Trindade. Elevando-se a 5.500 metros do fundo oceânico, a ilha possui um perfil extremamente acidentado, com elevações que atingem até 625 metros, como o Pico São Bonifácio. Seu clima tropical oceânico é moderado pelos ventos alísios, com temperaturas anuais médias agradáveis, em torno de 24ºC.

O Posto Oceanográfico da Ilha de Trindade é retratado em vários livros, como o de Getúlio Reis, ouvido pela Revista Sociedade Militar, chamado: Ilha da Trindade: Quatro Meses Onde o Brasil Começa, disponível na internet A Ilha Maldita: Um lugar onde o mar esconde seus mistérios, de autoria de Tarcísio Neves. A vegetação da ilha, composta por gramíneas, ervas e uma floresta de samambaias gigantes, proporciona um habitat único para diversas espécies. A fauna é rica, com grande número de aves, caranguejos e tartarugas marinhas. As águas ao redor são povoadas por peixes como badejos e garoupas, além de lagostas e do famoso Pufa, aglutinação das palavras “por favor me pegue”, pois um engradado com restos de carne é suficiente para puxar uns 10 quilos da espécie para dentro de um barco. Desde a criação do Posto Oceanográfico da Ilha da Trindade (POIT) em 1957, a Marinha do Brasil tem garantido a presença do Estado brasileiro nesta porção longínqua do território nacional, embora não se perceba a criação de qualquer tipo de facilidade para o ingresso de visitantes no local. A força explica que “vinha recebendo uma quantidade crescente de solicitações para a realização de pesquisas em Trindade. Tais solicitações recomendaram a criação de um programa específico, sob a égide da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar”. O programa PROTRINDADE, criado em 2007, coordena as pesquisas científicas na ilha, contribuindo para a exploração sustentável e a preservação ambiental. Robson Augusto – Revista Sociedade Militar.

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A PRIMEIRA MÁQUINA DE ESCREVER!

Em 23 de junho de 1868, a máquina de escrever Sholes and Glidden foi patenteada, a primeira máquina de escrever prática e de sucesso comercial. Christopher Latham Sholes (1819 – 1890) foi um inventor americano que inventou o teclado Qwerty e, junto com Samuel W. Soule, Carlos Glidden e John Pratt, foi considerado um dos inventores da primeira máquina de escrever dos Estados Unidos. Ele também foi editor de jornal e político de Wisconsin. Em 1867, dois anos antes, a Guerra Civil Americana havia terminado e a produção de armas tornou-se não lucrativa. Os proprietários da Remington (fábrica de rifles) começaram a procurar algo novo para expandir seus negócios. Em 1º de março de 1873, começaram a ser produzidas máquinas de escrever. Não se sabe exatamente quem inventou a máquina, mas acredita-se que o engenheiro e impressor americano Christopher Latham Sholes seja seu criador. Ele teve a ideia por acidente quando estava trabalhando na construção de uma máquina de numeração de páginas. A pedido de um amigo, ele usou fontes com letras em vez de números. O novo aparelho possuía chaves, uma fita embebida em tinta e uma placa metálica horizontal sobre a qual era aplicada uma folha de papel. Eles eram acionados pressionando os pedais, assim como as antigas máquinas de costura.Sholes patenteou a máquina em 1868, mas o fato de ela só poder ser escrita em letras maiúsculas era um problema. O engenheiro tentou aperfeiçoá-lo. Cinco anos depois, ele vendeu a patente para a Remington porque não tinha dinheiro para fazê-la sozinho. Sholes não foi o primeiro a inventar uma máquina de escrever, mas foi o único a construir um dispositivo útil. Os modelos anteriores eram tão complicados de manusear que podiam enlouquecer os proprietários, que não aprendiam a usá-los.

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OS MAIORES PAÍSES DO MUNDO EM TAMANHO DE TERRAS !

Em primeiro lugar: Rússia com 17.098.242km2, em segundo: Canadá com 9.984.670km2; em terceiro: Estados Unidos com 9.826.675km2; em quarto: China com 9.596.961km2; em quinto: Brasil com 8.514.877km2; e, sexto: Austrália com 7.741.220km2.

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Ilha da Páscoa!

A maior ilha do Chile e tesouro do Pacífico com seus moáis. Na Polinésia, Oceania, encontra-se uma ilha misteriosa. A Ilha da Páscoa, cujo nome original é Rapa Nui ("Ilha Grande") desde que chegaram a ela navegantes taitianos no século XIX, tornou-se uma das principais atrações turísticas pela sua natureza e pelos moáis da cultura Rapanui. Estes moáis são estátuas monolíticas, (esculturas), construídas entre os anos 700 d.C. e 1600. Trabalhos arqueológicos recentes revelaram que, sob as cabeças e os torsos dos moais estavam os corpos de cada um deles, enterrados na terra. No entanto, o seu significado ainda é incerto e parece que continuará a ser um mistério.

NEWS / ATUALIDADES. (06-09-24)

 Uma História de Resiliência!

O Homem que transformou um fracasso em sucesso mundial. No coração dos Alpes suíços, no século XIX, vivia um homem chamado César Ritz. Nascido em uma família humilde de agricultores, César parecia destinado a seguir os passos dos pais. No entanto, ele tinha um sonho diferente: queria transformar a hospitalidade em uma experiência de luxo e excelência. Aos 15 anos, César deixou sua casa para trabalhar como bagageiro em um hotel local. Sua paixão e dedicação logo lhe valeram um cargo como garçom, mas sua carreira sofreu um golpe quando foi demitido por um gerente que considerou não ter futuro na indústria hoteleira. Desanimado, mas não derrotado, César decidiu aprender com seus erros e buscar novas oportunidades. César passou os anos seguintes viajando pela Europa, trabalhando em diferentes hotéis e aprendendo tudo o que podia sobre a arte da hospitalidade. Formou-se uma visão clara: queria criar hotéis onde cada detalhe fosse orientado para proporcionar uma experiência inigualável ao hóspede. Sua oportunidade chegou em 1889 quando, apesar dos seus humildes começos e falhas anteriores, foi contratado para gerir o Grand Hôtel National em Lucerna. Sua abordagem inovadora e atenção aos detalhes revolucionaram o padrão do serviço hoteleiro. Cada hóspede, independentemente do seu status, recebia tratamento personalizado e exclusivo. A fórmula de César funcionou tão bem que logo foi convidado a gerir outros hotéis de prestígio na Europa, incluindo o famoso Savoy em Londres. Em 1898, César Ritz abriu o seu próprio hotel em Paris: o Hotel Ritz. Este estabelecimento não só se tornou um símbolo de luxo e elegância, mas também mudou para sempre a indústria hoteleira. Frases como "O cliente tem sempre razão" e padrões de atendimento que hoje consideramos básicos, foram popularizados pelo Ritz. A história de César Ritz é um testemunho de resiliência e visão. De ser um jovem despedido por falta de talento, tornou-se o fundador de uma das marcas de hotéis mais prestigiadas do mundo. Seu legado vive em cada hotel que leva seu nome e em cada detalhe de excelência na hospitalidade que desfrutamos hoje. Reflexão: - César Ritz nos confirma que o fracasso não é o fim do caminho, mas uma oportunidade para aprender e crescer. Sua história nos lembra que com paixão, perseverança e visão clara, podemos transformar qualquer obstáculo em um degrau para o sucesso.

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A Roda

A invenção da roda é um dos marcos mais significativos da história da humanidade e representa um salto extraordinário em termos de progresso tecnológico e evolução cultural. Ao longo dos séculos, a roda desempenhou um papel fundamental no desenvolvimento das civilizações, influenciando a mobilidade, o comércio, a indústria e a forma como interagimos com o mundo ao nosso redor. Origem: Sua invenção remonta a tempos imemoriais, mas seu impacto na humanidade ainda ressoa na sociedade atual. Acredita-se que a roda tenha sido criada por volta de 3500 a.C., na Mesopotâmia, e sua concepção se originou a partir de um dos elementos mais simples e comuns da natureza: o tronco de uma árvore. Esse conceito aparentemente rudimentar abriu caminho para uma inovação que mudaria a face da humanidade. A roda, em sua essência, proporcionou uma maneira inovadora e eficiente de transportar mercadorias e pessoas. No entanto, seu verdadeiro potencial só foi explorado em toda a extensão quando acoplada a outro invento notável: o eixo. A combinação da roda com o eixo permitiu o surgimento de veículos, como carros puxados por animais, catapultando o comércio e o desenvolvimento de sociedades. A Perpetuidade da Inovação A roda e as inovações modernas têm algo em comum: a necessidade de constante aprimoramento. Assim como os primeiros seres humanos aprimoraram a roda ao longo do tempo, tornando-a mais durável e versátil, as tecnologias atuais também requerem atualizações constantes para acompanhar as necessidades e demandas em constante mudança. É notável como a inovação da roda ainda está presente em nosso cotidiano. Essa longevidade é um lembrete poderoso de que a verdadeira inovação não é apenas uma moda passageira, mas sim um alicerce para o progresso contínuo. A inovação da roda pode ter acontecido há milênios, mas seu legado continua vivo nos dias de hoje. Ela representa o espírito humano inato de superar desafios e criar soluções. Assim como a roda nos permitiu romper barreiras físicas no passado, as inovações de hoje estão moldando um futuro onde as possibilidades parecem ilimitadas. Em resumo, a evolução das rodas envolveu aprimoramentos técnicos, adaptações culturais e mudanças ao longo dos séculos, tornando-se essenciais para o nosso modo de vida moderno.

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"NÃO DISCUTA COM BURROS" (Fábula).

O burro disse ao tigre: "A relva é azul." O tigre respondeu: - "Não, a relva é verde." A discussão aqueceu, e os dois decidiram submetê-lo a uma arbitragem, e para isso, recorreram perante o leão, o Rei da Selva. Já antes de chegar à clareira da floresta, onde o leão estava sentado em seu trono, o burro começou a gritar:" Sua Alteza, é verdade que a relva é azul?". O leão respondeu: "Certo, a relva é azul " O burro se apressou e continuou: - "O tigre discorda de mim e contradiz-me por favor, castigue-o". O rei então declarou: " O tigre será punido com 5 anos de silêncio ". O burro pulou alegremente e seguiu seu caminho, contente e repetindo:

"A relva é azul ". O tigre aceitou sua punição, mas antes perguntou ao leão: "Vossa Majestade, por que me castigou? afinal a relva é verde O leão respondeu: "Na verdade, a relva é verde ". O tigre perguntou: "Então, por que você me pune?". O leão respondeu: - "Isso não tem nada a ver com a pergunta de se a relva é azul ou verde. O castigo acontece porque não é possível que uma criatura corajosa e inteligente como você perca tempo discutindo com um burro, e ainda por cima me venha incomodar com essa pergunta ". A pior perda de tempo é discutir com um tolo que não se importa com a verdade ou realidade, mas apenas com a vitória de suas crenças e ilusões. Jamais perca tempo em discussões que não fazem sentido... Há pessoas que por muitas evidências e provas que lhes apresentamos, não estão na capacidade de compreender, e outras estão cegas pelo ego, ódio e ressentimento, e a única coisa que desejam é ter razão, mesmo que não tenham. Quando a ignorância grita, a inteligência cala. - A sua paz e tranquilidade valem bem mais.

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O CONTO DE LATIF!

Nunca esqueça de onde você veio. Latif era o mendigo mais pobre da aldeia. Todas as noites eu dormia no saguão de uma casa diferente, em frente à praça central da cidade. Todos os dias se deitava debaixo de uma árvore diferente, com a mão estendida e o olhar perdido em seus pensamentos. Todas as tardes comia da esmola ou dos mendrugos que alguém caridoso o aproximava. No entanto, apesar da sua aparência e da forma como passou os seus dias, Latif era considerado por todos, o homem mais sábio do povo, talvez não tanto pela sua inteligência, mas por tudo o que tinha vivido. Numa manhã ensolarada o próprio rei apareceu na praça. Rodeado de guardas, andava entre as barracas de frutas e bugigangas procurando nada. Rindo dos mercadores e dos compradores, quase tropeçou no Latif, que dormia na sombra de uma encina. Alguém lhe disse que estava diante do mais pobre dos seus súbditos, mas também diante de um dos homens mais respeitados pela sua sabedoria. O rei, engraçado, aproximou-se do mendigo e disse-lhe: - "Se você me responder a uma pergunta eu lhe dou esta moeda de ouro". Latif olhou para ele, quase depreciativamente, e disse-lhe: "Podes ficar com a tua moeda, para que eu a queria? Qual é a sua pergunta? E o rei sentiu-se desafiado pela resposta e, em vez de uma pergunta banal, despachou-se com uma questão que há dias o angustiava e que não conseguia resolver. Um problema de bens e recursos que seus analistas não tinham conseguido resolver. A resposta de Latif foi justa e criativa. O rei ficou surpreso, deixou sua moeda aos pés do mendigo e seguiu seu caminho pelo mercado meditando o que aconteceu. No dia seguinte, o rei voltou a aparecer no mercado. Já não andava entre os mercadores, foi direto para onde Latif descansava, desta vez sob um olival. Mais uma vez o rei fez uma pergunta e Latif respondeu-a rápida e sabiamente. O soberano voltou a ficar surpreso com tanta lucidez. Com humildade tirou as sandálias e sentou no chão em frente ao Latif. “Latif, eu preciso de você” - disse-lhe. - “Estou sobrecarregado pelas decisões que como rei devo tomar.

Não quero prejudicar o meu povo nem ser um mau governante. Peço-te que venhas ao palácio e sejas meu conselheiro." Prometo que nada te faltará, que serás respeitado e que poderás partir quando quiseres... Por favor. Por compaixão, serviço ou surpresa, o caso é que Latif, depois de pensar alguns minutos, aceitou a proposta do rei. Nessa mesma tarde Latif chegou ao palácio, onde imediatamente lhe foi atribuído um luxuoso quarto a poucos 200 metros do quarto real. No quarto, uma banheira de aromas e água morna o esperava.

Nas semanas seguintes, as consultas do rei tornaram-se habituais. Todos os dias, de manhã e de tarde, o monarca mandava chamar seu novo conselheiro para consultar sobre os problemas do reino, sobre sua própria vida ou sobre suas dúvidas espirituais. Latif respondia sempre com clareza e precisão. O recém-chegado tornou-se o interlocutor favorito do rei. Três meses após a sua estadia, deixou de haver medida, decisão ou decisão que o monarca não consultasse o seu precioso conselheiro. - Obviamente isso desencadeou o ciúme de todos os cortesãos que viam no mendigo-consultor uma ameaça à sua própria influência e um prejuízo aos seus interesses materiais.  Um dia todos os outros conselheiros pediram uma audiência ao rei. Muito circunspectos e gravemente disseram-lhe: "Seu amigo Latif, como você o chama, está conspirando para te derrubar". - “Não pode ser, não acredito” - disse o rei. - “Você pode confirmar com seus próprios olhos” - disseram todos. - “Todas as tardes por volta das cinco, Latif escapa-se do palácio para a ala sul e em um quarto escondido se reúne às escondidas, não sabemos com quem. Perguntamos-lhe onde ia uma dessas tardes e ele respondeu com evasão. Essa atitude acabou de nos alertar sobre sua conspiração."

O rei sentiu-se desapontado e magoado. Tinha de confirmar essas versões. Nessa tarde, às cinco, eu estava escondido na curva de uma escada. De lá, viu Latif chegar à porta, olhar para os lados e com a chave pendurada no pescoço, abria a porta de madeira e escapulia-se furtivamente para dentro do quarto. - “Vocês viram? ” - gritaram os cortesãos. Seguido de sua guarda pessoal o monarca bateu na porta. - “Quem é? ” - disse Latif de dentro. - “Sou eu, o rei” - disse o soberano... - “abre-me”. Latif abriu a porta. Não havia ninguém além do Latif. Nenhuma porta, nenhuma janela, nenhuma porta secreta, nenhuma mobília que permitisse esconder alguém. Só havia no chão um prato de madeira desgastado, num canto uma vara de andador e no centro da peça uma túnica ruída pendurada por um gancho no teto. - “Você está conspirando contra mim, Latif? ” - perguntou o rei - "Como você pode pensar, majestade" - respondeu Latif - "Nem pensar, por que faria isso? ” - “Pois você vem aqui todas as tardes em segredo. O que você procura se não se vê com ninguém? Por que você vem para este lugar às escondidas? Latif sorriu e aproximou-se da túnica quebrada que estava pendurada do telhado. Ele acariciou-a e disse ao rei: "Há seis meses quando cheguei ao seu castelo, tudo o que tinha era esta túnica, este prato e esta vara de madeira" - disse Latif. "Agora me sinto tão confortável com a roupa que visto, é tão confortável a cama em que durmo, é tão lisonjeador o respeito que me dás e tão fascinante o poder que dá o meu lugar ao teu lado... que venho todos os dias para ter certeza de uma coisa... nunca esquecer “QUEM EU SOU E DE ONDE EU VIM”. (Jorge Bucay).

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RECEITA FEDERAL.

A propósito! - No atendimento da Receita Federal na Orla, temos um corpo de diligentes funcionários que diariamente atendem com fidalguia a todos que vão tirar suas dúvidas e receber explicações. Na chefia temos o sr. Jair, que com competência e simpatia, está sempre pronto para receber os contribuintes que ali chegam em busca de solucionar pendencias. Parabéns a todo o contingente de preparados agentes deste órgão público, que dignificam o cargo que ocupam.

sexta-feira, 30 de agosto de 2024

NEWS / ATUALIDADES. (30-08-24)

 O MISTÉRIO DE JULIO VERNE.

Verne previu algo parecido com a internet em uma peça inédita até o final do século XX (“Paris no século XX”). E não foi publicada na sua época por causa da sua concepção catastrófica da vida e da sociedade, curiosamente, muito semelhante à atual. Verne também imaginou a televisão e o helicóptero, assim como a subida ao poder do Nacional Socialismo na figura de Hitler. O primeiro submarino foi outra das suas fantasias tornadas realidade. O maravilhoso Nautilus de “20.000 léguas submarinas” não só deslumbrou os leitores pela sua originalidade, mas também pela auto-suficiência do aparelho que permitia viver no mar sem tocar terra firme. No entanto, são suas obras “Da Terra à Lua” e “Em volta da Lua”, que alicerçaram a fama profética de Verne. Nelas, o escritor fornece detalhes precisos que, posteriormente, deixaram os especialistas chocados quando o homem pôs o pé na Lua pela primeira vez. Nesses romances Verne escolheu os EUA como país financiador do projeto e o estado da Flórida para o lançamento; um lugar muito próximo do Cabo Canaveral. E ainda mais: no romance, a aterragem também ocorre no mar, a apenas quatro milhas do local onde a Apollo 11 desceu. Tanto a velocidade da cápsula como as suas dimensões se aproximam muito das reais daquele Apollo 11 tripulado, também por três astronautas. Tudo isto prova que Verne foi um poço de ciência. Embora também exista a crença de que fez parte de uma sociedade secreta milenar (a maçonaria) e teve acesso a dados que poucos homens conheciam. Sua atração pela criptografia foi traduzida em muitas das suas obras e há quem encontre um mundo oculto e esotérico até nos nomes dos seus personagens.

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A VELOCIDADE DO SOM!

Porque é que os aviões a jato emitem um halo estranho quando ultrapassam a velocidade do som? Os aviões a jato são máquinas incríveis que conseguem voar mais rápido do que a velocidade do som, que é de cerca de 1.192 km/h (741 mph) ao nível do mar e 20 °C (68 °F). Quando o fazem, por vezes criam um halo estranho à sua volta, que se parece com um anel ou cone branco. Este fenómeno é chamado de cone de vapor ou colar de choque e está relacionado com o estrondo sónico que a aeronave produz. Um estrondo sónico é um ruído forte que ocorre quando um objeto viaja pelo ar mais rapidamente do que as ondas sonoras que cria. Isto faz com que as ondas sonoras se acumulem e formem uma onda de choque, que é uma mudança repentina de pressão e densidade. A onda de choque viaja em forma de cone atrás da aeronave, com a aeronave na ponta. O ângulo do cone depende da velocidade da aeronave e, quanto mais rápida for a aeronave, mais estreito será o cone. A onda de choque afeta o ar em redor da aeronave e diminui a sua pressão e temperatura. Isto faz com que a humidade do ar se condense em pequenas gotículas, que formam uma nuvem visível. A nuvem surge como um halo em redor da aeronave, seguindo o formato da onda de choque. A nuvem desaparece rapidamente, à medida que o ar volta à pressão e temperatura normais e as gotículas evaporam. O cone de vapor nem sempre é visível e depende da humidade e da temperatura do ar.

Quanto maior for a humidade e menor for a temperatura, maior será a probabilidade de formação do cone de vapor. Depende também da altitude e do ângulo da aeronave, e é mais provável que se forme quando a aeronave está perto do solo e a voar num ângulo acentuado. O cone de vapor não é prejudicial para a aeronave ou para os passageiros e não afeta o desempenho ou a estabilidade da aeronave. É apenas um efeito visual que mostra a potência e a velocidade do avião a jato.

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Os primeiros Jogos Olímpicos

Foram realizados em 776 a.C, em Olímpia, Grécia. Esses jogos foram um evento significativo na cultura grega antiga e marcaram o início de uma tradição que continuaria por mais de um milênio. Eles foram realizados em Olímpia, um santuário no oeste do Peloponeso dedicado a Zeus, o rei dos deuses gregos. Segundo a lenda, os jogos foram fundados por Hércules (Hércules) ou por Pélope, um herói da mitologia grega, em homenagem a Zeus. O estabelecimento histórico é atribuído ao Rei Ífito de Élis, que, segundo a tradição, organizou os jogos para trazer paz entre os estados gregos em guerra. Os primeiros Jogos apresentaram apenas um evento, a corrida de estádio, que era uma curta corrida de aproximadamente 192 metros (um estádio). Os competidores eram todos homens e tinham que ser gregos nascidos livres. Eles competiam nus, uma prática que simbolizava os ideais gregos de aptidão física e apreciação estética do corpo humano. Os jogos faziam parte de um festival religioso em homenagem a Zeus, eventos atléticos eram interligados com cerimônias religiosas, incluindo sacrifícios e oferendas aos deuses. As Olimpíadas serviram como um evento unificador para as várias cidades-estados gregas, promovendo um senso de identidade e cultura compartilhadas, esses jogos foram uma das poucas vezes em que uma trégua (a trégua olímpica, ou ekecheiria) foi observada, permitindo que atletas e espectadores viajassem com segurança de e para Olímpia. Com o tempo, os jogos se expandiram para incluir uma variedade de eventos, como luta livre, corrida de bigas e pentatlo (compreendendo corrida, salto, lançamento de disco, lançamento de dardo e luta livre).

O evento era realizado a cada quatro anos, um período conhecido como Olimpíada, isso se tornou uma forma de marcar o tempo no mundo grego antigo, e desempenhou um papel crucial na vida cultural da Grécia antiga, promovendo ideais de excelência (arete), competição (agon) e honra (tempo). O registro de vencedores e eventos em Olímpia forneceu uma das primeiras cronologias sistemáticas da história grega. As Olimpíadas antigas inspiraram o renascimento dos Jogos Olímpicos modernos em 1896 por Pierre de Coubertin, estabelecendo uma tradição global de competição atlética que continua até hoje.

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A PIPOCA.

As pipocas têm uma história fascinante que remonta a milhares de anos. Este popular lanche evoluiu humildemente nas antigas civilizações para se tornar um ícone da cultura moderna, especialmente associado ao cinema. O milho, o ingrediente principal das pipocas, é originário das Américas. As primeiras evidências do consumo de pipocas remontam a mais de 5.000 anos, encontradas em escavações arqueológicas no México. Os antigos povos indígenas já conheciam a arte de torrar os grãos de milho para explodir suas cascas e desfrutar deste delicioso e crocante sanduíche. Durante a época pré-colombiana, as pipocas eram consumidas por várias culturas indígenas em toda a América, incluindo os astecas e os incas. Não só eram comidos como alimento, mas também usados em cerimônias religiosas e decorações. Com a chegada dos colonizadores europeus à América, as pipocas se tornaram conhecidas na Europa. No entanto, foi só no século XIX nos EUA que as pipocas começaram a ganhar popularidade como lanche. Em 1885, Charles Cretors de Chicago inventou a primeira máquina comercial de pipocas, o que permitiu a produção em massa e a venda de pipocas frescas em feiras e circos. O verdadeiro boom da pipoca veio com a indústria cinematográfica no século XX. Durante a Grande Depressão, a pipoca se tornou um lanche acessível e popular nos cinemas. Os proprietários de salas de cinema começaram a instalar máquinas de pipoca em seus lobbys, e logo as pipocas se tornaram parte integrante da experiência cinematográfica. Atualmente, as pipocas continuam sendo um lanche muito popular em todo o mundo. Existem muitas variedades e sabores, desde as tradicionais pipocas amanteigadas até versões gourmet com ingredientes como caramelo, queijo e especiarias. Além disso, a preparação de pipoca evoluiu com a tecnologia, incluindo microondas e máquinas de ar quente. As pipocas não são apenas deliciosas, mas também relativamente saudáveis, especialmente quando preparadas sem excesso de gordura ou açúcares. Eles são uma boa fonte de fibras e antioxidantes, o que os torna uma opção de lanche nutritivo. A história da pipoca é um testemunho de como um simples grão pode transformar a cultura alimentar e se tornar um símbolo de entretenimento e diversão. Das antigas civilizações às modernas salas de cinema, as pipocas percorreram um longo caminho e continuam a ser favoritas no mundo dos lanches.

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A HISTÓRIA DO BANHO.

Os primeiros relatos históricos sobre o hábito de se tomar banho remontam à época dos antigos egípcios. Atualmente, o desenvolvimento tecnológico e medicinal nos passa uma falsa impressão de que o hábito de tomar banhos, assim como outros cuidados com a higiene pessoal, se aprimorou com o passar do tempo. Um dos mais famosos casos que refutam essa afirmação se encontra na própria história do Brasil, quando os portugueses se intrigavam com o hábito dos nativos de se banharem por diversas vezes ao dia. Contudo, as peculiaridades sobre o banho não param por aí. Entre os antigos egípcios é onde encontramos os mais antigos relatos sobre o hábito de se tomar banho. Segundo documentos de mais de 3000 anos, o ato de tomar banho era sagrado e parecia ser uma forma de purificar o espírito do indivíduo. Não por acaso, eles tomavam cerca de três banhos em um só dia. Para muitos especialistas, o ritual acabou afugentando essa civilização de várias epidemias e pragas comuns à Antiguidade. Na lendária civilização cretense, os banhos faziam parte dos intervalos que ordenavam a realização de banquetes. Sendo um dos povos que participaram da formação da civilização grega, os cretenses tiveram essa tradição mantida pelos povos que habitaram a Hélade. Para os gregos, o contato com a água integrava o processo de educação de seus jovens. De acordo com as várias representações da época, o indivíduo bem ensinado tanto dominava a leitura, assim como praticava a natação. No decorrer da Antiguidade, os romanos, visivelmente influenciados pela cultura grega, ampliaram a recorrência do hábito realizando a construção das famosas termas. Uma terma consistia em um edifício repleto de vários salões que contavam com vestiários, saunas e diversas piscinas. Ligeiramente semelhantes aos resorts do mundo contemporâneo, algumas dessas construções romanas também contavam com bibliotecas, jardins e restaurantes. Se no Império Romano as pessoas não tinham o menor pudor de se banharem nesses locais públicos, na Idade Média a coisa mudou bastante de figura. O papa Gregório I foi um dos mais importantes precursores do repúdio ao banho ao dizer que o contato com o corpo era via mais próxima do pecado. Dessa forma, o tomar banho se transformou em uma atividade anual e acontecia em um simples barril de água. Fora disso, os asseios diários eram feitos pelo uso de panos úmidos.

Se no Ocidente a moda do banho estava em baixa, os povos orientais trataram de manter o hábito bem ativo entre os seus comuns. Nos países de origem turco-árabe temos ainda hoje as hamans, luxuosas casas de banho onde os muçulmanos tomam banho, depilam, passam por sessões de massagem, branqueiam os dentes e se maquiam. Com o advento das Cruzadas, entre os séculos XI e XIII, o hábito de tomar banho ganhou algum espaço nos fins da Idade Média. Nos séculos XVI e XVII, as noções de saúde e doença mais uma vez se tornou uma afronta ao hábito de se tomar banho regularmente. Nessa época, os médicos acreditavam que as doenças consistiam em manifestações malignas que tomavam o corpo do indivíduo por meio de suas vias de entrada. A partir dessa premissa, a classe médica concluiu que o banho em excesso alargava os poros da pele e, com isso, deixava o sujeito suscetível a uma doença. Somente no século seguinte, com a ascensão da ciência iluminista, que o banho foi redimido como um meio de se cuidar da saúde. Contudo, as várias décadas de uma cultura avessa ao contato do corpo com a água conseguiu manter certa resistência ao banho. Em vários relatos do século XIX, temos a descrição de doentes que foram obrigados a tomar banho à força. A popularização do banho só aconteceu de fato no Ocidente a partir da década de 1930. Nessa época, a lavagem do corpo era realizada aos sábados, mesmo dia em que as peças íntimas das crianças eram trocadas. Após a Segunda Guerra Mundial, o processo de reconstrução de várias casas permitiu que os chuveiros fossem disseminados por toda a Europa. Atualmente, nosso banho deixou de ser um ato público, mas ainda é premissa fundamental para que os outros tenham uma boa impressão da limpeza de cada um de nós.

NEWS / ATUALIDADES. (23-08-24)

 A reação às adversidades

Uma filha reclamou com seu pai sobre sua vida... que estava cansada de lutar. Parecia que quando eu resolvia um problema, aparecia outro. Seu pai, chefe de cozinha, levou-a para o seu local de trabalho. Lá encheu três recipientes de água e colocou-os no fogo. Em um colocou cenouras, no outro ovos, e no último preparou um café. A filha esperou impacientemente, imaginando o que o pai estaria fazendo. 20 minutos depois o pai apagou o fogo. Ele tirou as cenouras e colocou-as numa tigela. Tirou os ovos e colocou-os em outro prato. Finalmente, ele colocou o café na xícara. Olhando para sua filha disse-lhe: "Querida, o que você vê? ” - “Cenouras, ovos e café”, foi a resposta dela. Fê-la aproximar-se e pediu-lhe para tocar nas cenouras. Ela fez isso e notou que estavam moles. Depois pediu-lhe para pegar num ovo e quebrá-lo, tirar a casca dele e observar a consistência do ovo cozido. Depois pediu-lhe para provar o café. Ela provou enquanto desfrutava do seu cheiro agradável. Ele explicou-lhe que os três elementos tinham enfrentado a mesma adversidade com a água fervendo, mas tinham reagido de forma muito diferente. A cenoura chegou à água forte, dura; mas depois de passar pela água fervendo ela tinha ficado fraca, fácil de desfazer. O ovo tinha chegado à água frágil, sua casca fina protegia seu interior líquido; mas depois de estar em água fervendo, seu interior tinha endurecido. O café, no entanto, era único: depois do contato com água fervendo, ele tinha se unido a água, produzindo algo bom. “Qual é você?”, perguntou à sua filha. Você é uma cenoura, que parece forte, mas que quando a adversidade e a dor lhe tocam, você fica fraca e perde sua força? Você é um ovo, que começa com um coração flexível; possuía um espírito fluido, mas depois de uma adversidade, você se torna dura e rígida? Ou você é como café? O café se une a água fervente, o elemento que lhe causa dor. Quando a água atinge o ponto de ebulição, o café atinge o seu melhor sabor. Se você é como o café, que quando as coisas pioram, você reage melhor e faz as coisas ao seu redor melhorarem, você entendeu tudo. Tudo depende de como você reage. - E como,... só depende de você!.

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A lenda do Curupira.

O curupira é o personagem do folclore brasileiro que surgiu nos povos indígenas e que foi relatada, pela primeira vez, no século XVI. O Curupira é conhecido por ser o guardião da floresta e por punir aqueles que entram nela para derrubar árvores ou caçar os animais. A lenda se originou na cultura indígena brasileira e acabou espalhando-se por todo o país. Foi uma das primeiras lendas indígenas registradas pelos portugueses. Quem é o curupira? O curupira é um ser da floresta e atua como seu guardião contra todos aqueles que procuram destruí-la. Suas características físicas são bastante conhecidas, a lenda diz que o curupira é pequeno (alguns chamam-no de “anão”), tem os cabelos vermelhos como fogo, e seus pés são posicionados ao contrário, com os calcanhares para frente. Alguns falam que o curupira tem o corpo, dentes ou olhos verdes, outros, que ele é careca, e alguns acreditam que ele é peludo. Independentemente da versão, todos acreditam em sua força física sobrenatural, apesar de ser muito pequeno. O curupira cumpre o papel de guardião das florestas e pune aqueles que vão fazer mal a elas. No entanto, ele só pune aqueles que vão para floresta destruí-la por prazer, assim, os que caçam ou derrubam árvores para garantir sua própria sobrevivência não são punidos por ele. A lenda do curupira aterrorizava os indígenas, e os relatos realizados por cronistas portugueses de séculos passados demonstram isso. Os indígenas consideravam que cadáveres que fossem encontrados na floresta eram de pessoas que tinham sido alvo do curupira, porque ele poderia matar aqueles que a prejudicavam. De toda maneira, para prevenir-se, os indígenas ofertavam presentes a esse protetor, tais como flechas, penas e outros tipos de artifícios produzidos por eles. Dois presentes que o agradavam muito, de acordo com a sua lenda, é a cachaça e o fumo. O Curupira gosta de pregar peças nos caçadores que entram na floresta. Ele pode disfarçar-se de caça e, assim, atrair a atenção do caçador, que inicia uma perseguição à sua suposta presa e, então, perde-se no meio da floresta. Ele também pode atormentar os caçadores com um assovio ensurdecedor. As vítimas do curupira ficam atordoadas pelo som e por não saber de onde e quem está emitindo-o. Reza a lenda que, caso encontre o curupira na floresta, você pode escapar dele fazendo um nó em um pedaço de cipó. O curupira pode aparecer para alguém na floresta e oferecer a esse um acordo, mas, atenção, aqueles que não o cumprem sofrem pesadas consequências. Curupira é um ser da floresta e, por isso, não gosta muito de estar na presença de humanos. Localizá-lo no mato é uma tarefa impossível, porque seus pés, ao contrário, confundem aqueles que o procuram. Qual é a origem do curupira. O curupira é protagonista de uma lenda surgida entre os povos indígenas, mas é impossível precisar quem a criou e quando surgiu. O que sabemos é que essa história é uma das mais antigas do nosso folclore. Para fins de comparação, a lenda do saci surgiu no final do século XVIII, enquanto a lenda do curupira já era conhecida dos portugueses no século XVI. O primeiro a citá-la foi o padre jesuíta José de Anchieta, quando estava estabelecido em São Vicente, em 1560. Em seu relato, ele falou de um “certo demônio” que os indígenas chamavam de curupira e que castigava com frequência aqueles que entravam no mato, e alguns desses chegavam a ser mortos. A herança indígena na lenda do curupira começa pelo próprio nome desse ser, já que o termo vem do tupi. A tradução desse nome, porém, é alvo de polêmica, uma vez que diferentes estudiosos chegaram a diferentes conclusões a respeito do seu significado. A teoria mais aceita é a de que o termo significa corpo de menino, em referência ao fato do curupira ter corpo semelhante ao de uma criança.. Existem lendas parecidas com a do curupira em outras culturas da América do Sul, e uma delas é a do chudiachaque, presente na cultura inca, e a do máguare, presente no folclore venezuelano. Existem folcloristas que afirmam que a lenda do curupira surgiu nos nauas, povo indígena do Norte do Brasil, e foi espalhando-se, até chegar aos tupis e aos guaranis. Dia do protetor da floresta. Curupira ficou conhecido por ser o protetor da floresta contra aqueles que faziam mal a ela. Poucos sabem, mas existe uma data comemorativa associada ao curupira. Essa data é comemorada no dia 17 de julho e é conhecida como Dia da Proteção das Florestas ou Dia do Protetor das Florestas.

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A história do rádio

A história da rádio é um relato apaixonante de inovação tecnológica e comunicação em massa que transformou a maneira como as pessoas recebem e compartilham informações. Desde o seu início no século XIX até ao seu papel crucial na era moderna, a rádio tem sido um meio essencial na vida quotidiana de milhões de pessoas. A invenção do rádio não pode ser atribuída a uma única pessoa, pois foi o resultado de contribuições de vários cientistas e inventores. Um dos pioneiros mais destacados foi Guglielmo Marconi, um engenheiro italiano que em 1895 fez a primeira transmissão de sinais de rádio a longa distância. Marconi continuou aprimorando sua tecnologia, e em 1901 conseguiu enviar sinais de rádio pelo oceano Atlântico, cravando um marco significativo na comunicação sem fios. Outro pioneiro chave na história do rádio foi Nikola Tesla, que desenvolveu conceitos fundamentais para a transmissão de sinais de rádio e apresentou patentes que descrevem a tecnologia de rádio antes de Marconi. Embora Tesla não seja tão conhecido por suas contribuições para o rádio quanto Marconi, seu trabalho foi essencial para o desenvolvimento da tecnologia de comunicação sem fios. Em 1906, Reginald Fessenden, um inventor canadense, realizou a primeira transmissão de áudio via rádio, enviando um programa de voz e música de Brant Rock, Massachusetts. Esta transmissão pioneira demonstrou o potencial do rádio para transmitir não apenas sinais telegráficos, mas também sons complexos como voz humana e música. O rádio começou a ganhar popularidade na década de 1920, com a criação das primeiras estações de rádio comerciais. Em 1920, KDKA em Pittsburgh, EUA, tornou-se a primeira estação de rádio a transmitir um programa regular, marcando o início da era da radiodifusão. As estações de rádio começaram a proliferar, e a rádio tornou-se uma parte essencial da vida diária, oferecendo notícias, entretenimento e música para um público massivo. Durante a Segunda Guerra Mundial, o rádio desempenhou um papel crucial na comunicação e na propaganda. Líderes políticos usaram a rádio para se dirigir às nações, enquanto as emissoras transmitiam notícias de última hora e atualizações da frente de batalha. O rádio se tornou uma ferramenta vital para manter as pessoas informadas e fortalecer a moral pública. Nas décadas seguintes, o rádio continuou a evoluir com a introdução da frequência modulada (FM), que oferecia uma melhor qualidade sonora em comparação com a amplitude modulada (AM). O rádio FM se popularizou na década de 1960, transformando a experiência de ouvir música e permitindo uma maior diversidade de programação. Na era digital, o rádio continuou a se adaptar aos avanços tecnológicos. Desde as primeiras transmissões telegráficas até os sofisticados sistemas de radiodifusão digital de hoje, o rádio tem sido uma constante na vida das pessoas, conectando comunidades e aproximando o mundo.

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O LATIM!

O latim é uma língua antiga que se originou na região do Lácio, na Itália, por volta do século VII a.C. Os romanos expandiram o uso do latim pela Europa Ocidental e Oriental durante o Império Romano, que durou de 27 a.C. a 476 d.C. O latim era a língua da política, da cultura, da religião e da ciência nesse período. O latim clássico era a forma padrão e culta do latim, usada pelos escritores, filósofos e oradores mais famosos, como Cícero, Virgílio, Horácio e Ovídio. O latim clássico tinha uma gramática complexa, com cinco declinações, seis casos, três gêneros, três números, quatro conjugações e seis tempos verbais. O latim clássico era escrito em um alfabeto de 23 letras, derivado do alfabeto etrusco, que por sua vez era derivado do alfabeto grego. O latim vulgar era a forma popular e coloquial do latim, usada pelo povo comum, pelos soldados, pelos comerciantes e pelos camponeses. O latim vulgar tinha uma gramática mais simples, com menos declinações, casos e conjugações. O latim vulgar era influenciado pelas línguas locais dos povos conquistados pelos romanos, como os celtas, os germânicos, os gregos e os árabes. O latim vulgar era transmitido oralmente e raramente era escrito. Com a queda do Império Romano, o latim deixou de ser a língua dominante na Europa e começou a se fragmentar em diferentes dialetos regionais. Esses dialetos evoluíram gradualmente para as línguas românicas, como o português, o espanhol, o francês, o italiano e o romeno. Essas línguas mantiveram muitas palavras, expressões e estruturas do latim, mas também incorporaram elementos de outras línguas, como o germânico, o árabe e o eslavo. O latim, porém, não desapareceu completamente. Ele continuou sendo usado como a língua oficial da Igreja Católica, que tinha uma grande influência na Europa medieval e moderna. O latim também era a língua da educação, da ciência, da filosofia e da literatura nessa época. Muitos autores renomados, como Dante, Petrarca, Erasmo, Newton e Descartes, escreveram suas obras em latim ou se inspiraram na literatura latina. Hoje em dia, o latim é considerado uma língua morta, pois não tem mais falantes nativos e não é usado como língua de comunicação cotidiana. No entanto, o latim ainda tem uma grande importância histórica, cultural e acadêmica. Ele é estudado por pesquisadores, estudantes e curiosos que querem conhecer melhor a origem e a evolução das línguas e das culturas ocidentais. Ele também é usado em algumas áreas específicas, como a medicina, a biologia, a botânica, a zoologia, a teologia, a jurisprudência e a heráldica. O latim é uma língua que marcou profundamente a história da humanidade e que ainda nos fascina e nos desafia com sua beleza, sua complexidade e seu legado.

NEWS / ATUALIDADES. (16-08-24)

 Virgulino Ferreira - O Lampião.

Origens de Lampião. Virgulino Ferreira da Silva nasceu em Serra Talhada, no estado de Pernambuco, em 7 de julho de 1897, e pertencia a uma família de lavradores que levavam vida dura, mas tinham algumas posses. Conhecido na história brasileira como Lampião, sua data de nascimento é alvo de polêmica, uma vez que suas biografias apresentam diferentes datas. O 7 de julho de 1897 é uma das datas aceitas porque é a que consta no seu registro civil. Entretanto, outros biógrafos consideram que o dia 4 de junho de 1898 é a data mais confiável, por estar na sua certidão de batismo. Independentemente disso, sabe-se que ele foi o terceiro filho de José Ferreira dos Santos e Maria Lopes. Sabemos que a família de Lampião teve uma condição financeira razoável e garantiu que ele fosse alfabetizado, assim, o jovem Virgulino Ferreira aprendeu a ler e escrevia bem. Isso porque seu pai possuía algumas terras que ele comprou e herdou, além de trabalhar como almocreve. A alfabetização de Virgulino Ferreira foi um processo realizado em apenas três meses, e logo na sua adolescência ele já trabalhava com seu pai no ofício de almocreve. Nesse trabalho, ambos conduziam uma espécie de caravana puxada por burros que levava mercadorias pelo interior do Nordeste. Nesse período, Lampião passou por diferentes estados da região Nordeste, entre eles: Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Ceará. Esse trabalho deu-lhe conhecimentos muito úteis para o seu futuro, pois lhe permitiu ter uma rede de conhecidos espalhados pelo Nordeste, além de conhecimento acerca dos caminhos no sertão, dos melhores locais de repouso e de onde poderia encontrar água. Tragédia na família de Lampião. A partir de 1915, a tranquilidade que a família de Lampião vivia começou a ser abalada. Isso porque José Alves de Barro, conhecido como Zé Saturnino, começou a ascender politicamente na região em que a família Ferreira morava. José Ferreira, pai de Lampião, era vizinho de Zé Saturnino, e logo uma disputa por terras surgiu entre as duas famílias. As relações políticas que Zé Saturnino tinha também contribuíram para uma ação contra os Ferreira. Logo alguns desentendimentos começaram a acontecer entre Zé Saturnino e os filhos de José Ferreira, entre os quais estava Lampião. Zé Saturnino começou a usar a sua rede de influências para prejudicar a família Ferreira. Os Ferreira eram politicamente menos influentes na região, e o pai de Lampião teve de se mudar para resolver a disputa com Zé Saturnino. O propósito da disputa era a concentração de terras na região da ribeira de São Domingos. A situação foi se agravando para os Ferreira, que foram obrigados a se mudar outras vezes. A cada mudança, a família se empobrecia mais ainda. Esse contexto levou Lampião e alguns de seus irmãos a vingarem-se pela desgraça familiar. Sobre isso, o pesquisador Guerhansberger Taylow aponta que, já em 1920, Lampião agia como cangaceiro ao vingar-se de Zé Saturnino e de todos que perseguiam sua família. A perseguição contra os Ferreira resultou no assassinato de José Ferreira, no dia 18 de maio de 1921. A essa altura, Lampião já era um cangaceiro, e mais tarde ingressou, como veremos, num bando importante da região. O cangaço. Como chefe de cangaceiros, Lampião sabia muito bem se movimentar pela Caatinga, além de saber apagar os seus rastros.

O cangaço é entendido pelos historiadores como um fenômeno de banditismo que se espalhou pelo Nordeste brasileiro a partir do século XIX, sendo muito atuante por boa parte da primeira metade do século XX. O surgimento do cangaço é explicado pelo contexto social, político e econômico dessa região. Entraves da sociedade brasileira, como a desigualdade social, a pobreza e a falta de acesso à Justiça e a outros serviços fornecidos pelo Estado, foram fundamentais para o surgimento do cangaço. Isso porque boa parte da população no interior do Nordeste vivia em condição de pobreza e estava sujeita aos interesses das poucas famílias poderosas que governavam. Essas poucas famílias poderosas usavam de seu poderio econômico para conquistar poderio político e transformavam a política em um palco de troca de interesses, fazendo com que a população mais carente não tivesse acesso a nenhum tipo de benesse. Desavenças eram resolvidas por meio das armas, uma vez que a justiça só atendia aos poderosos. Do ponto de vista econômico, a situação da população nordestina era de pobreza e o trabalho do povo era intensamente explorado. O sofrimento das famílias se tornava maior nos períodos de seca, que atrapalhava a obtenção do sustento via agricultura e criação de animais. Esse cenário propiciava o surgimento do banditismo, e foi exatamente assim que o cangaço se consolidou. Os cangaceiros eram grupos de bandidos que perambulavam pelo interior do Nordeste, promovendo ataques e saques por onde passavam. Eles se deslocavam pela Caatinga e evitavam grandes confrontos. Obtinham suas armas por meio do saque contra as forças policiais e se juntavam em pequenos grupos. Eram vistos como heróis por parte da população e recebiam ajuda de algumas pessoas conhecidas como coiteiros. Como Lampião entrou para o cangaço? Em 1921, Virgulino Ferreira aderiu ao bando de Sinhô Pereira, um dos cangaceiros de maior expressão no Nordeste. Nesse bando, ele prosperou como cangaceiro, tornando-se o mais famoso e temido do Brasil. Ficou conhecido como Lampião porque sua capacidade de atirar rapidamente fazia com que ele iluminasse a noite. Sob a liderança de Sinhô Pereira, Lampião aprendeu muito. Ele foi ensinado a sobreviver no cangaço, a esconder seus rastros, a evitar confrontos abertos com a polícia e a como se comportar nos ataques. Em julho de 1922, Sinhô Pereira abandonou o cangaço, e Lampião assumiu a liderança do grupo. Lampião então passou a liderar ataques contra propriedades e cidades à procura de riqueza. Ele saqueava o que podia, pedia resgate de determinados itens que saqueava, e, muitas vezes, extorquia determinados locais, exigindo um pagamento para que ele não os atacasse. Ele também soube desenvolver uma rede de coiteiros que o auxiliavam sempre que fosse necessário. Lampião liderou seu bando de cangaceiros de 1922 até 1938, promovendo inúmeros ataques nesse período. Ele enfrentou por diversas vezes as tropas volantes, isto é, as forças policiais móveis que atuavam no combate aos cangaceiros. Entretanto, ele evitava confrontos muito abertos para não ter perdas de homens e desperdícios de munição. Durante suas andanças, Lampião conheceu Maria Gomes de Oliveira, mulher que fazia parte de uma família de coiteiros. Ela ficou conhecida como Maria Bonita e apaixonou-se por Lampião, abandonando seu marido para ficar com o chefe cangaceiro. Ela aderiu ao bando de Lampião em 1930, e tornou-se a primeira mulher a fazer parte do cangaço. Até então, as mulheres não faziam parte do cangaço, mas, devido a Lampião, isso mudou, e os seus homens passaram, em geral, a ser acompanhados por suas mulheres. A chegada de Maria Bonita se deu já na fase decadente do cangaço e contribuiu para que as medidas de segurança dos cangaceiros se afrouxassem porque os períodos de descanso tornaram-se maiores. Juntos, Lampião e Maria Bonita tiveram uma filha, em 1932, chamada Expedita Ferreira Nunes. Morte de Lampião. Em 27 de julho de 1938, Lampião e seus homens se estabeleceram para descansar na fazenda Angicos, localizada em Poço Redondo, no estado de Sergipe. Acontece que a posição de Lampião foi denunciada (não se sabe até hoje por quem), e as tropas volantes foram ao encontro do seu bando. Na madrugada do dia 28 de julho de 1938, o bando de Lampião foi pego de surpresa por um ataque das tropas volantes. Seu líder foi atingido por três tiros e faleceu no local. Seu cadáver foi decapitado e sua cabeça foi levada para diferentes locais em exibição de sua morte. Isso se deu porque ele era um dos homens mais caçados do Nordeste. Outras teorias surgiram explicando sua morte. Alguns pesquisadores afirmam que ele pode ter sido envenenado um dia antes do ataque, enquanto outros apontam que ele pode ter fugido e se escondido pelo restante de sua vida. Essas hipóteses, entretanto, não são aceitas, e considera-se que ele foi realmente assassinado no ataque surpresa

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De onde vem o conhecimento...

Sócrates acreditava que o verdadeiro conhecimento começa por admitir a ignorância. Ele dizia: "Sei que não sei nada". Através do diálogo e das perguntas, acreditei que poderíamos nos aproximar da verdade. Platão: - Platão, aluno de Sócrates, acreditava que o conhecimento vem do mundo das ideias e dos ideais. Na República, ele usou o exemplo de uma caverna para explicar como o mundo físico é simplesmente uma sombra do mundo real que pode ser acedida por raciocínio filosófico. Aristóteles: Aristóteles, aluno de Platão, acreditava que o conhecimento vinha da experiência sensorial e da observação. Acreditava que a mente humana podia compreender o mundo recolhendo e analisando dados. Descartes: Descartes, o famoso filósofo francês, disse a famosa frase: "Penso, logo existo". Acreditava que pensamento e dúvida eram a base do verdadeiro conhecimento. Para ele, a razão é a ferramenta básica para alcançar o conhecimento. Immanuel Kant: Kant tentou conciliar razão e experiência. Acreditei que o conhecimento surge da interação da mente com o mundo físico e que temos limites para o que podemos saber. Ele disse que há coisas que a mente humana não consegue compreender plenamente, que são “a coisa em si mesma”. John Locke: John Locke, o filósofo inglês, acreditava que a mente humana gera um quadro branco (tabula rasa) e que o conhecimento vem da experiência sensorial e da interação com o mundo exterior. David Hume: Hume duvidava da possibilidade de alcançar um conhecimento verdadeiro e absoluto. Acreditava que nosso conhecimento se baseia em experiência e hábito, e que a mente não pode alcançar uma certeza absoluta. O que você acha? - Quer você acredite que o conhecimento vem da razão ou da experiência, compreender esses pontos de vista pode abrir novos horizontes em seu pensamento.

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Curiosidades sobre a Estátua da Liberdade!

A coroa pontuda é simbólica: Cada uma das pontas da coroa representa os 7 oceanos e os 7 continentes do mundo. A ideia é simbolizar o conceito universal de liberdade. Na verdade, ela é francesa: A cabeça dela até passou um tempo na Feira Mundial de Paris antes de ser presenteada para comemorar o centenário da Revolução Americana e a amizade entre os dois países. A estátua funcionou como um farol: Se você achava que ela era só um grande pedaço de metal, pense novamente! Ela já guiou navios e marinheiros para casa depois de longas viagens pelo oceano. A cabeça dela não está no lugar certo! Em 1982, foi descoberto que a cabeça dela foi instalada 60 cm fora do eixo. Ninguém pode subir na tocha: Em 1916, a estátua sofreu pequenos danos de ataques alemães e, desde então, ninguém mais pode entrar na tocha. Por que ela é verde? A estátua é verde por causa da oxidação do cobre. Não é pintura! O metal está levemente danificado e corroído. Ela rompeu suas correntes: Embora seja difícil de enxergar, nos pés da estátua há grilhões partidos, simbolizando o país se libertando da opressão e da escravidão. Ela também está movendo o pé direito em direção a uma nova era cheia de liberdade.

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Rede de interesses !

Eu disse ao meu filho: "Você vai casar com a mulher que eu escolher. " Ele disse: "NÃO! " Eu disse-lhe: "Ela é a filha do Bill Gates. " Ele disse: "OK. " Liguei para o Bill Gates e disse: "Quero que a tua filha case com o meu filho. " Bill Gates disse: "NÃO. " Eu disse ao Bill Gates, o meu filho é o CEO do Banco Mundial. "

Bill Gates disse: "OK. " Liguei para o Presidente do Banco Mundial e pedi-lhe para fazer do meu filho CEO.

Ele disse: "NÃO? " Eu disse-lhe: "O meu filho é genro do Bill Gates. " Ele disse: "OK. " É exatamente assim que a política funciona... Isso é a natureza humana e tudo é por interesse.

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