domingo, 24 de junho de 2012

News - Atualidades, 20/11/09


A PIRÂMIDE SOCIAL DOS ESCRITÓRIOS DE ADVOCACIA –

Qualquer semelhança é mera coincidência....- O SÓCIO MAJORITÁRIO:  Sempre de bom humor, o Sócio Majoritário ganha rios de dinheiro explorando o trabalho escravo dos outros componentes da pirâmide social do escritório.  Graças à sua reputação de excelente jurista, o escritório conquistou  inúmeros clientes trilhardários, que mal sabem que ele só assina as petições e fica lendo jornal e fazendo contatos na sua mega sala GLX. Passa o tempo viajando pelo mundo em "congressos" com a família e pendura todo diploma que ganhou em suas andanças pelas paredes do escritório para  impressionar a moçada. Seu maior prazer é prometer a direção do escritório aos sócios minoritários. - O SÓCIO MINORITÁRIO: Misteriosamente, sempre trata o Sócio Majoritário de "Pai", "Tio" ou "Benhê". De sobrenome idêntico ao que dá nome ao escritório, o Sócio Minoritário pega todos os clientes que o Majoritário não tem saco, nem tempo para entender e delega tudo aos Advogados Associados, que por sua vez passam tudo para os estagiários que: 1) claro, nunca tiveram aquela matéria; 2) se tiveram, nunca tiveram aquela matéria bem dada;  3) tiveram bem dada, mas faltaram naquela aula; 4) como sabem a matéria, tem noção de que os advogados pretendem uma  heresia jurídica. O Sócio Minoritário larga o escritório às 18:00 horas para fazer as aulas  da pós, com o orientador arranjado pelo "Pai". Seu maior prazer é prometer clientes para os pobres Associados que nunca tiveram e nem vão ter contato físico com os clientes, e esperar a morte do Sócio Majoritário.  O ADVOGADO ASSOCIADO: Dá um duro danado no escritório: hora extra não remunerada, leva trabalho para o fim de semana, tem stress, estafa, início de calvície e impotência sexual. Leva o trabalho para os sócios analisarem e assinarem tudinho. Em troca, ganha muito bem e, como perdeu os amigos, a mulher e os filhos, sobra uma puta grana. Não tem a menor idéia do que fazer com toda a bufunfa  no seu tempo livre: a hora do almoço. Sua maior diversão é prometer passar "umas coisas" para os recém efetivados e rir das piadas infames de todos os sócios. A SECRETÁRIA: Essa funcionária dedicou os últimos 30 anos (entregando a sua saudosa juventude) "servir" o Sócio Majoritário. É figura intocável no escritório, assim como as bibliotecárias boazudas que quando completam 26 anos são sumariamente demitidas. Seu maior prazer é puxar o saco dos sócios e tornar a vida de todos os outros um inferno. O ESTAGIÁRIO COM OAB: Normalmente é o mais elegante do escritório e se acha "O" advogado, enchendo o saco dos amigos com as "causas" lá do escritório que "ele" fez ganhar. Despreza os outros estagiários e, para mostrar seu enorme status, manda os pobrezinhos para os piores buracos possíveis: fóruns do interior, Justiça Federal, elevadores da Fazenda Pública Estadual, até busca e apreensão e arresto o filho da mãe manda. Tem certeza de que pode fazer muito melhor o trabalho dos advogados associados. Sua grande felicidade é dizer aos novatos, com ares de experiência, que "é assim mesmo" ou "no meu tempo era pior".O ESTAGIÁRIO NOVATO (SEM OAB) : A vida dele é tão miserável que nem precisava fazer turismo em Tremembé. Só pega serviços externos o dia inteiro, se ferra na faculdade. Seu conhecimento de pontos de ônibus é notável e é capaz de recitar na ordem todas as estações da linha "Corinthians-Itaquera". Seu maior prazer é contar para os amigos que está "aprendendo muito" e seu chefe "já o elogiou na frente de um associado"
------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
DEVAGAR SE VAI AO LONGE!
Slow x Fast Há um grande movimento na Europa hoje, chamado Slow Food. A Slow Food
International Association - cujo símbolo é um caracol, tem sua base na Itália (o site, é muito interessante. Veja-o). O que o movimento Slow Food prega é que as pessoas devem comer e beber devagar, saboreando os alimentos, "curtindo" seu preparo, no convívio com a família, com amigos, sem pressa e com qualidade. A idéia é a de se contrapor ao espírito do Fast Food e o que ele representa como estilo de vida. A surpresa, porém, é que esse movimento do Slow Food está servindo de base para um movimento mais amplo chamado Slow Europe como salientou a revista Business Week em sua última edição européia. A base de tudo está no questionamento da "pressa" e da "loucura" gerada pela globalização, pelo apelo à "quantidade do ter" em contraposição à qualidade de vida ou à "qualidade do ser". Segundo a Business Week os trabalhadores franceses, embora trabalhem menos horas, (35 horas por semana) são mais produtivos que seus colegas americanos ou ingleses. E os alemães, que em muitas empresas instituíram uma semana de 28,8 horas de trabalho, viram sua produtividade crescer nada menos que 20%. Essa chamada "slow attitude" está chamando a atenção até dos americanos, apologistas do "Fast" (rápido) e do "Do it Now" (faça já). Portanto, essa "atitude sem-pressa" não significa fazer menos, nem menor produtividade. Significa, sim, fazer as coisas e trabalhar com mais "qualidade" e "produtividade" com maior perfeição, atenção aos detalhes e com menos "stress". Significa retomar os valores da família, dos amigos, do tempo livre, do lazer, das pequenas unidades, do "local",presente e concreto em contraposição ao "global" - indefinido e anônimo. Significa a retomada dos valores essenciais do ser humano, dos pequenos prazeres do cotidiano, da simplicidade de viver e conviver e até da religião e da fé. Significa um ambiente de trabalho menos coercitivo, mais alegre, mais "leve" e, portanto, mais produtivo onde seres humanos, felizes, fazem com prazer, o que sabem fazer de melhor. Nesta semana, gostaria que você pensasse um pouco sobre isso. Será que os velhos ditados "Devagar se vai ao longe" ou ainda "A pressa é inimiga da perfeição" não merecem novamente nossa atenção nestes  tempos de desenfreada loucura? Será que nossas empresas não deveriam também pensar em programas sérios de "qualidade sem-pressa" até para aumentar a produtividade e qualidade de nossos produtos e serviços sem a necessária perda da "qualidade do ser"? No filme "Perfume de Mulher", há uma cena inesquecível, em que um personagem cego, vivido por Al Pacino, tira uma moça para dançar e ela responde: "Não posso, porque meu noivo vai chegar em poucos minutos..." "Mas em um momento se vive uma vida" - responde ele, conduzindo-a num passo de tango. E esta pequena cena é o momento mais bonito do filme Parabéns por ter lido até o final . Muitos não irão ler esta mensagem até o final, porque não podem "perder" o seu tempo neste mundo globalizado...Pense e reflita , até que ponto vale a pena deixar de curtir sua família... De ficar com a pessoa amada de ir a missa nos domingos de manhã, ir pescar no fim de semana ...Poderá ser tarde de mais..." (PS: No Brasil é complicado!)
------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Gratificação recebida por mais de dez anos é incorporada ao salário.
A Sexta Turma do Tribunal Superior do Trabalho negou recurso da Dataprev e manteve decisão que estabelece o direito à incorporação ao salário de gratificação recebida por mais de dez anos, mesmo em período não contínuo, mas sem interrupções relevantes. No caso, durante 15 anos o empregado ficou apenas pouco mais de um ano sem exercer cargo de confiança. Esse reconhecimento ao direito de incorporação, estabelecido em decisão do Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região (RN), foi contestado pela empresa, em recurso no TST. O Ministro Mauricio Godinho Delgado, relator do processo na Sexta Turma, considerou que, quando o tempo de gratificação não é contínuo, cabe ao julgador, de “forma criteriosa”, proceder à avaliação de casos concretos para determinar se há ou não prejuízo à estabilidade financeira do empregado, cuja preservação é o princípio da existência da Súmula nº 372 do TST. Essa súmula estabelece que, havendo o recebimento de “gratificação de função por dez anos ou mais pelo empregado, o empregador (...) não poderá retirar-lhe a gratificação tendo em vista o princípio da estabilidade financeira”. Mas a norma não faz referência a períodos ininterruptos ou não para existir o direito ao benefício. No entanto, para o ministro relator, se o período de gratificação não sofreu uma interrupção relevante e “compôs a remuneração do trabalhador por longo período, a sua supressão compromete, fatalmente, a estabilidade financeira”. Por isso, a Sexta Turma rejeitou o recurso e manteve a incorporação da gratificação ao salário, confirmando a decisão do Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região (RN). (AIRR nº 2.064/2003.001.21.40-2) Fonte: TST
------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
BÊBADO
O Zeca morreu de tanto beber cachaça. Dois amigos, bêbados de cair, se encontram no velório:
- Puxa, você viu a cara do Zeca? Está com uma aparência horrível!- Também pudera! diz o outro. - Já faz dois dias que ele não bebe!

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Postagens populares