Meus queridos irmãos de vida! - Depois
de amanhã vamos votar para Presidente da República e decidir o destino de nosso
País nos próximos 4 anos. - Passamos por uma grave crise de gestão em nosso
País onde a quantidade de escândalos publicados nos órgãos de imprensa e redes
sociais, que assolam nosso judiciário, legislativo e executivo, ultrapassaram
todos os limites possíveis da normalidade. Transformando nossa dívida pública
no valor astronômico de R$ 10 trilhões de reais. - Um valor tão absurdo, que
não conseguimos sequer avaliar seu tamanho. – E atrás desse valor, vem os juros
de R$ 1 trilhão de reais por ano, que somos obrigados a pagar desta dívida. -
Isso equivale dizer que dos R$ 12,7 trilhões que o Brasil produz de riqueza
todo ano, praticamente 10% já são jogados no lixo, somente para pagar o custo
da nossa dívida pública. - Dinheiro este que construiria estradas, hospitais,
saneamento básico, segurança pública, e educação. - Por que o governo não
diminui o gasto público, gastando em coisas banais com fins de apoio político,
como se o dinheiro jorrasse em arvore. - São tantos os escândalos de corrupção
e gastança, que já perdemos a conta. As camadas mais humildes e pobres de nossa
população, mesmo com o bolsa família, está sentindo a falta de controle,
aparecendo nos aumentos da conta de energia, agua, e alimentação de suas
famílias. Pensem bem em quem vão votar. Nosso País precisa de gente séria e
honesta a frente da administração de nossa pátria. É hora do Brasil voltar ao
trilho do crescimento e progresso, com ordem e respeito com a coisa pública. -
Do jeito que está, não pode continuar! – Deus conosco!
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M E R D A !!! -
A palavra mais rica da língua portuguesa. (nem o Aurélio definiu tão
bem)
Esta versátil palavra pode mesmo
ser considerada um coringa da língua portuguesa. Vejam os exemplos a seguir: 1) Como indicação geográfica 1: Onde fica essa MERDA? 2) Como indicação
geográfica 2:
Vá a MERDA! 3) Como indicação geográfica 3: 17:00h - vou embora dessa MERDA. 4) Como substantivo
qualificativo: Você é um MERDA!
5) Como auxiliar quantitativo: Trabalho
pra caramba e não ganho MERDA nenhuma! 6) Como indicador de especialização
profissional: Ele só faz MERDA.
7) Como indicativo de MBA: Ele faz
muita MERDA. 8) Como sinônimo de covarde: Seu MERDA! 9) Como questionamento dirigido: Fez MERDA, né? 10) Como indicador visual: Não se enxerga MERDA nenhuma! 11) Como
elemento de indicação do caminho a ser percorrido: Por que você não vai a MERDA? 12) Como especulação de
conhecimento e surpresa: Que MERDA é
essa? 13) Como constatação da situação financeira de um indivíduo: Ele está na MERDA...14) Como
indicador de ressentimento natalino: Não
ganhei MERDA nenhuma de presente! 15) Como indicador de admiração:Puta MERDA! 16) Como indicador de
rejeição: Puta MERDA! 17) Como
indicador de espécie: O que esse MERDA
pensa que é? 18) Como indicador de continuidade: Tô na mesma MERDA de sempre. 19) Como indicador de desordem: Tá tudo uma MERDA! 20) Como
constatação científica dos resultados da alquimia:Tudo o que ele toca vira MERDA! 21) Como resultado aplicativo: Deu MERDA. 22) Como indicador de
performance esportiva: O Vasco não está
jogando MERDA nenhuma!!! 23) Como constatação negativa:Que MERDA! 24) Como classificação literária: Êita textinho de MERDA!!! 25) Como
qualificação de governo: O governo só
faz MERDA! 26) Como situação de 'orgulho/metidez' : Ela se acha e não tem 'MERDA NENHUMA!'
27) Como indicativo de ocupação: Para
você ter lido até aqui, é sinal que não está fazendo MERDA nenhuma!!!
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BRASIL!
Se você quiser melhorar nosso
País, a oportunidade é agora, dia 25/10/26, domingo será a oportunidade de você
ser a pessoa mais importante do País para dizer o que você quer. Vote, não
deixe de votar, vá as urnas e coloque conscientemente seu voto para melhorar
seu País. – Vote no candidato que propõe
a mudança para que seus filhos e netos tenham um País digno, sem corrupção, sem
escândalos, sem prejuízos para as empresas. Precisamos trazer de volta as centenas
de empresas que foram embora do País por não aguentarem mais a absurda carga
tributária criada, que está asfixiando todo o nosso setor produtivo. Ajude
nosso País a voltar aos trilhos do progresso, da ordem, e do futuro melhor para
todos nós. Vote na mudança.
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MINHA INESQUECÍVEL AVÓ CATARINA ! – Contos de Ribeirão n° 43
Todo mundo tem uma história
inesquecível de um Vô, ou uma Vó, e como não podia deixar de ser, eu também
tenho as minhas. – A minha avó materna, Catarina, era espanhola da gema, com
incríveis olhos azuis que pareciam mais o céu em dia claro. Era professora do
estado de São Paulo, aposentada como diretora, com um excelente salário, o que
sempre nos garantiu socorro imediato, quando nossas semanadas não agüentavam
chegar ao fim da semana. E como papai era jogo duro, jornalista, dono de
jornal, daqueles que dizia que um homem tem que aprender a ganhar seu dinheiro
desde cedo, vovó era sempre a salvação. Sua carteira enchia os olhos da
molecada, sempre aboletada de dinheiro, afinal, não tinha despesas, nem onde
gastar sua ótima aposentadoria, coisa hoje de uns R$ 7.000,00, pois morava
metade do ano em casa, a outra metade na casa de minha tia Taís, sua outra
filha. Como eu era o neto predileto, por ouvir suas histórias, coisa que
ninguém tinha paciência, ganhava tudo que queria dela, o que causava grande
confusão com meus primos e irmãos, que sentiam-se preteridos. Mas a história é
outra. - Minha avó tinha um poder que até hoje não entendo muito, Seus olhos
azuis, eram magnéticos, não sei se pela cor azul límpida, ou se pela sua grande
força mental! - O que predizia ou esperava, com certeza acontecia. - E
espanhola, estopim curto,...na maioria das vezes, a coisa engrossava - Pois bem! – Eximia cozinheira (filha de
grandes fazendeiros, quituteira de mão cheia, dom que passou para minha mãe,
não podia ver nossa querida cozinheira D. Antonia fazendo doces na cozinha, que
queria xeretar para ver o que era, e Antonia conhecendo a força de seus olhos
azuis, trancava-se na cozinha, sem que vovó entrasse, o que a deixava furiosa.
– Quando Antonia esquecia a porta aberta, ela chegava, e de longe olhava o
magnífico bolo que estava no forno, corando, e dizia: - Nossa Antonia, seu bolo
não cresceu,... e de imediato, parecia que tinham enfiado uma agulha no bolo,
que murchava a olhos vistos, e Antonia prometendo a si mesma que da próxima
vez, trancava a porta. – É, vovó Cata era famosa com seu olhar azul faiscante.
- E o pior, é que ela ficava bravíssima,
se alguém dizia que era ela quem tinha feito algo com sua “olhada”, desandar. -
Meu pai, com seu 1,94m, respeitava e muito Dona Catarina, pelo seu poder de
fogo. - Queria estar sempre de bem com ela, e seus olhos azuis, deixando para
minha mãe, chamá-la a atenção por qualquer motivo que fosse. - Vovó era
espanhola, baixinha e gordinha, estereótipo da professora das antigas, esposa
de fazendeiro de cana e café, sempre calada, mas resmungando de tudo e de
todos, como se nada estivesse bom (me lembra meu amigo Agostinho!). – Mas vamos
a história que ficou marcada em minha mente de uma passagem de Vovó Cata, como
eu a chamava: - O ano era 1975, eu tinha 22 anos, recém formado em
Administração, com pós-graduação em Finanças e Marketing, era Gerente de
Planejamento da Ford do Brasil em Ribeirão Preto, namorava Helena, hoje minha
esposa, e Vovó Cata estava em São José do Rio Pardo, cidadezinha a 150km de
Ribeirão, onde morava minha querida tia Taís, irmã de minha mãe. – Pois
é...Vovó, queria retornar a Ribeirão. - Liguei para Tia Taís dizendo que a
segurasse lá, que eu e Helena iríamos buscá-la, almoçaríamos com eles, e
retornaríamos a Ribeirão. - Eu tinha acabado de receber, meu Maverick,, cor
verde musgo metálico, com 250 HP, motor V8, especial de competição, rodas aro
16”, com 8,5 “ na frente, e 17”, com 10” atrás, pneus novos especiais, tucho
mecânico, rebaixado, suspensão independente Macperson, cabeçotes trabalhados,
carburador quadrijet, enfim uma máquina de respeito que chegava fácil nos
230km/h.(me
lembra o que o Cabo Di tem) – Pois bem, peguei Nena, e fomos para
São José na maravilhosa estrada que rodeia os canaviais da região, e com pouco
mais de 1hora, estávamos na porta da casa de minha tia. Quando vi vovó, ela nos
abraçou, e beijando-me disse: - Eu não
quero dar trabalho, iria voltar de ônibus leito. - Prá que vieram me buscar,
não precisava, ...logo vai chover, e eu não queria que você dirigisse com esta
estrada na chuva. – Eu não entendi nada, pois o céu estava sem nuvens de um
meio dia esplendoroso, como poderia chover. – Enfim, Vó Cata, ...era Vó Cata!!!
– Após almoçarmos, e dois dedos de prosa, a tardinha nos preparamos para pegar
a estrada de volta, ...e Vó Cata resmungando que eu não devia ter ido busca-la,
...que era muito trabalho, e descia a ladainha toda. - E tome escutar, sem
reclamar. – Após colocarmos suas malas no carro, despedimo-nos de todos, e
coloquei o Maverick na estrada mais uma vez, de volta para Ribeirão. - Helena
adorava vovó, e ela adorava Helena, somente por gostar de mim. Com meia hora de
estrada, chegando perto da Usina de São José, onde passamos por cima das
grandes comportas do vertedouro, o tempo começou a mudar, nuvens escuras, com
grandes “CBs”, se formaram a nossa frente, e Vó Cata falando que íamos pegar
chuva grossa, que eu não devia ter vindo,...e tome conversa. - De repente, o
mundo desabou, o maior toró caiu na estrada, ...e mais meia hora de viagem, um
pneu furou, e Vovó aumentou o tom do resmungo, se não tivéssemos vindo e tal. -
Desci do carro embaixo do maior temporal, troquei o pneu, e encharcado
continuamos a viagem, e Vovó resmungando que eu ia pegar um resfriado que não
devia ter vindo, e lá vamos nós prá frente. - E eu pensando, como é que um pneu
novo daquele, furava desse jeito???. - Enfim... – Quando estávamos quase na
porta de Ribeirão, já sem a chuva, o segundo pneu furou ! - Aí soltei o maior “Puta que o pariu!!!” que já tinha
falado na minha vida, e Vovó preocupada, disse a Helena, que eu era um moço muito
educado, que nunca tinha me ouvido xingar nada. – Helena ria com a situação e
com vovó resmungando no banco de trás. - Eu no final, comecei a rir, e vovó
Cata me perguntando por que eu estava feliz, se tudo estava dando errado, e eu
lhe disse: - Vovó, adoro você, mas por favor, até chegarmos em casa, não diga
mais nada, ...ta bom !!! – E ela com seus faiscantes olhinhos azuis, por detrás
de seus óculos, se aquietou no banco de trás, enquanto eu atravessava a
estrada, e levava os dois pneus furados no Posto em frente para consertá-los. -
Chegamos em Ribeirão, e no jantar contei a história da viagem a papai, que ria
a ponto de chorar, com o descontrole das emoções de Vó Cata, enquanto mamãe nos
chamava a atenção para que ficássemos quietos, senão ela perceberia que
falávamos dela. - Afinal, Vovó não controlava seu poder de fogo,...de fazer
acontecer!!!. - E as coisas aconteciam, sem que ela as controlasse. – Até
morrer em seus 83 anos, (que Deus a tenha!), ela nunca acreditou que as coisas
aconteciam por ela estar perto. - Mas cá entre nós. – Que aconteciam, ...a isso
não tenham dúvidas, ...aconteciam!!! – Acreditem se quiserem !!! (PS: - Tacia, a linda filhinha de meu
querido amigo Tarquinio, que adotei como afilhada do coração, me lembra muito
minha Vó Cata, razão pela qual, desde pequenina, apesar de não ser este seu
nome, a chamo de Catarina, ao que ela prontamente me responde!!!. – E por
incrível coincidência (coincidência???), a filha de Luís Barros, da
“LK.Veículos”, chama-se Catarina, tem olhos claros, e também, lembra muito o
olhar de minha avó. - Seus faiscantes olhos azuis, quem sabe, também não fazem
o impossível,...É ver e esperar! - Tô achando que a Vó Cata, anda me
rodeando,.. que será que ela está querendo me dizer???)
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Piadim procêis, du minerim...SUTILEZA
MINEIRA:
O cumpadi, há muito tempo de olho na gostosíssima cumadi, morena estonteante, de enlouquecer a vila toda, aproveitô a ausência do cumpadi e resolveu fazer uma isitinha para ver se ela não carecia de arguma coisa...Chegando lá, os dois meio sem jeito, não estavam acostumados a ficar a sós....falaram sobre o tempo....- Será qui chove? - Pois é....Ficô um grande silêncio... Aí, o cumpadi se enche de corage e resorve quebrá o gelo: - Cumadi... qui qui ocê acha: trepemo ou tomemo um café? - Ah, cumpadi... o café fico deveno, cê mi pegô sem pó...,
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