terça-feira, 3 de novembro de 2026

NEWS / ATUALIDADES!. (23-10-26).

 ELEIÇOES PARA PRESIDENTE DA REPÚBLICA.

Meus queridos irmãos de vida! - Depois de amanhã vamos votar para Presidente da República e decidir o destino de nosso País nos próximos 4 anos. - Passamos por uma grave crise de gestão em nosso País onde a quantidade de escândalos publicados nos órgãos de imprensa e redes sociais, que assolam nosso judiciário, legislativo e executivo, ultrapassaram todos os limites possíveis da normalidade. Transformando nossa dívida pública no valor astronômico de R$ 10 trilhões de reais. - Um valor tão absurdo, que não conseguimos sequer avaliar seu tamanho. – E atrás desse valor, vem os juros de R$ 1 trilhão de reais por ano, que somos obrigados a pagar desta dívida. - Isso equivale dizer que dos R$ 12,7 trilhões que o Brasil produz de riqueza todo ano, praticamente 10% já são jogados no lixo, somente para pagar o custo da nossa dívida pública. - Dinheiro este que construiria estradas, hospitais, saneamento básico, segurança pública, e educação. - Por que o governo não diminui o gasto público, gastando em coisas banais com fins de apoio político, como se o dinheiro jorrasse em arvore. - São tantos os escândalos de corrupção e gastança, que já perdemos a conta. As camadas mais humildes e pobres de nossa população, mesmo com o bolsa família, está sentindo a falta de controle, aparecendo nos aumentos da conta de energia, agua, e alimentação de suas famílias. Pensem bem em quem vão votar. Nosso País precisa de gente séria e honesta a frente da administração de nossa pátria. É hora do Brasil voltar ao trilho do crescimento e progresso, com ordem e respeito com a coisa pública. - Do jeito que está, não pode continuar! – Deus conosco!

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M E R D A  !!! -  A palavra mais rica da língua portuguesa. (nem o Aurélio definiu tão bem)

Esta versátil palavra pode mesmo ser considerada um coringa da língua portuguesa. Vejam os exemplos a seguir: 1) Como indicação geográfica 1: Onde fica essa MERDA? 2) Como indicação geográfica 2:
Vá a MERDA! 3) Como indicação geográfica 3: 17:00h - vou embora dessa MERDA. 4) Como substantivo qualificativo: Você é um MERDA! 5) Como auxiliar quantitativo: Trabalho pra caramba e não ganho MERDA nenhuma! 6) Como indicador de especialização profissional: Ele só faz MERDA. 7) Como indicativo de MBA: Ele faz muita MERDA. 8) Como sinônimo de covarde: Seu MERDA! 9) Como questionamento dirigido: Fez MERDA, né?  10) Como indicador visual: Não se enxerga MERDA nenhuma! 11) Como elemento de indicação do caminho a ser percorrido: Por  que você não vai a MERDA? 12) Como especulação de conhecimento e surpresa: Que MERDA é essa? 13) Como constatação da situação financeira de um indivíduo: Ele  está na MERDA...14) Como indicador de ressentimento natalino: Não ganhei MERDA nenhuma de presente! 15) Como indicador de admiração:Puta MERDA! 16) Como indicador de rejeição: Puta MERDA! 17) Como indicador de espécie: O que esse MERDA pensa que é? 18) Como indicador de continuidade: Tô na mesma MERDA de sempre. 19) Como indicador de desordem: Tá tudo uma MERDA! 20) Como constatação científica dos resultados da alquimia:Tudo o que ele toca vira MERDA! 21) Como resultado aplicativo: Deu MERDA. 22) Como indicador de performance esportiva: O Vasco não está jogando MERDA nenhuma!!! 23) Como constatação negativa:Que MERDA!  24) Como classificação literária: Êita textinho de MERDA!!! 25) Como qualificação de governo: O governo só faz MERDA! 26) Como situação de 'orgulho/metidez' : Ela se acha e não tem 'MERDA NENHUMA!' 27) Como indicativo de ocupação: Para você ter lido até aqui, é sinal que não está fazendo MERDA nenhuma!!!

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BRASIL!

Se você quiser melhorar nosso País, a oportunidade é agora, dia 25/10/26, domingo será a oportunidade de você ser a pessoa mais importante do País para dizer o que você quer. Vote, não deixe de votar, vá as urnas e coloque conscientemente seu voto para melhorar seu País. – Vote  no candidato que propõe a mudança para que seus filhos e netos tenham um País digno, sem corrupção, sem escândalos, sem prejuízos para as empresas. Precisamos trazer de volta as centenas de empresas que foram embora do País por não aguentarem mais a absurda carga tributária criada, que está asfixiando todo o nosso setor produtivo. Ajude nosso País a voltar aos trilhos do progresso, da ordem, e do futuro melhor para todos nós. Vote na mudança.

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MINHA INESQUECÍVEL AVÓ CATARINA ! – Contos de Ribeirão n° 43

Todo mundo tem uma história inesquecível de um Vô, ou uma Vó, e como não podia deixar de ser, eu também tenho as minhas. – A minha avó materna, Catarina, era espanhola da gema, com incríveis olhos azuis que pareciam mais o céu em dia claro. Era professora do estado de São Paulo, aposentada como diretora, com um excelente salário, o que sempre nos garantiu socorro imediato, quando nossas semanadas não agüentavam chegar ao fim da semana. E como papai era jogo duro, jornalista, dono de jornal, daqueles que dizia que um homem tem que aprender a ganhar seu dinheiro desde cedo, vovó era sempre a salvação. Sua carteira enchia os olhos da molecada, sempre aboletada de dinheiro, afinal, não tinha despesas, nem onde gastar sua ótima aposentadoria, coisa hoje de uns R$ 7.000,00, pois morava metade do ano em casa, a outra metade na casa de minha tia Taís, sua outra filha. Como eu era o neto predileto, por ouvir suas histórias, coisa que ninguém tinha paciência, ganhava tudo que queria dela, o que causava grande confusão com meus primos e irmãos, que sentiam-se preteridos. Mas a história é outra. - Minha avó tinha um poder que até hoje não entendo muito, Seus olhos azuis, eram magnéticos, não sei se pela cor azul límpida, ou se pela sua grande força mental! - O que predizia ou esperava, com certeza acontecia. - E espanhola, estopim curto,...na maioria das vezes, a coisa engrossava -  Pois bem! – Eximia cozinheira (filha de grandes fazendeiros, quituteira de mão cheia, dom que passou para minha mãe, não podia ver nossa querida cozinheira D. Antonia fazendo doces na cozinha, que queria xeretar para ver o que era, e Antonia conhecendo a força de seus olhos azuis, trancava-se na cozinha, sem que vovó entrasse, o que a deixava furiosa. – Quando Antonia esquecia a porta aberta, ela chegava, e de longe olhava o magnífico bolo que estava no forno, corando, e dizia: - Nossa Antonia, seu bolo não cresceu,... e de imediato, parecia que tinham enfiado uma agulha no bolo, que murchava a olhos vistos, e Antonia prometendo a si mesma que da próxima vez, trancava a porta. – É, vovó Cata era famosa com seu olhar azul faiscante. -  E o pior, é que ela ficava bravíssima, se alguém dizia que era ela quem tinha feito algo com sua “olhada”, desandar. - Meu pai, com seu 1,94m, respeitava e muito Dona Catarina, pelo seu poder de fogo. - Queria estar sempre de bem com ela, e seus olhos azuis, deixando para minha mãe, chamá-la a atenção por qualquer motivo que fosse. - Vovó era espanhola, baixinha e gordinha, estereótipo da professora das antigas, esposa de fazendeiro de cana e café, sempre calada, mas resmungando de tudo e de todos, como se nada estivesse bom (me lembra meu amigo Agostinho!). – Mas vamos a história que ficou marcada em minha mente de uma passagem de Vovó Cata, como eu a chamava: - O ano era 1975, eu tinha 22 anos, recém formado em Administração, com pós-graduação em Finanças e Marketing, era Gerente de Planejamento da Ford do Brasil em Ribeirão Preto, namorava Helena, hoje minha esposa, e Vovó Cata estava em São José do Rio Pardo, cidadezinha a 150km de Ribeirão, onde morava minha querida tia Taís, irmã de minha mãe. – Pois é...Vovó, queria retornar a Ribeirão. - Liguei para Tia Taís dizendo que a segurasse lá, que eu e Helena iríamos buscá-la, almoçaríamos com eles, e retornaríamos a Ribeirão. - Eu tinha acabado de receber, meu Maverick,, cor verde musgo metálico, com 250 HP, motor V8, especial de competição, rodas aro 16”, com 8,5 “ na frente, e 17”, com 10” atrás, pneus novos especiais, tucho mecânico, rebaixado, suspensão independente Macperson, cabeçotes trabalhados, carburador quadrijet, enfim uma máquina de respeito que chegava fácil nos 230km/h.(me lembra o que o Cabo Di tem) – Pois bem, peguei Nena, e fomos para São José na maravilhosa estrada que rodeia os canaviais da região, e com pouco mais de 1hora, estávamos na porta da casa de minha tia. Quando vi vovó, ela nos abraçou, e beijando-me disse: - Eu não quero dar trabalho, iria voltar de ônibus leito. - Prá que vieram me buscar, não precisava, ...logo vai chover, e eu não queria que você dirigisse com esta estrada na chuva. – Eu não entendi nada, pois o céu estava sem nuvens de um meio dia esplendoroso, como poderia chover. – Enfim, Vó Cata, ...era Vó Cata!!! – Após almoçarmos, e dois dedos de prosa, a tardinha nos preparamos para pegar a estrada de volta, ...e Vó Cata resmungando que eu não devia ter ido busca-la, ...que era muito trabalho, e descia a ladainha toda. - E tome escutar, sem reclamar. – Após colocarmos suas malas no carro, despedimo-nos de todos, e coloquei o Maverick na estrada mais uma vez, de volta para Ribeirão. - Helena adorava vovó, e ela adorava Helena, somente por gostar de mim. Com meia hora de estrada, chegando perto da Usina de São José, onde passamos por cima das grandes comportas do vertedouro, o tempo começou a mudar, nuvens escuras, com grandes “CBs”, se formaram a nossa frente, e Vó Cata falando que íamos pegar chuva grossa, que eu não devia ter vindo,...e tome conversa. - De repente, o mundo desabou, o maior toró caiu na estrada, ...e mais meia hora de viagem, um pneu furou, e Vovó aumentou o tom do resmungo, se não tivéssemos vindo e tal. - Desci do carro embaixo do maior temporal, troquei o pneu, e encharcado continuamos a viagem, e Vovó resmungando que eu ia pegar um resfriado que não devia ter vindo, e lá vamos nós prá frente. - E eu pensando, como é que um pneu novo daquele, furava desse jeito???. - Enfim... – Quando estávamos quase na porta de Ribeirão, já sem a chuva, o segundo pneu furou ! - Aí soltei o maior “Puta que o pariu!!!” que já tinha falado na minha vida, e Vovó preocupada, disse a Helena, que eu era um moço muito educado, que nunca tinha me ouvido xingar nada. – Helena ria com a situação e com vovó resmungando no banco de trás. - Eu no final, comecei a rir, e vovó Cata me perguntando por que eu estava feliz, se tudo estava dando errado, e eu lhe disse: - Vovó, adoro você, mas por favor, até chegarmos em casa, não diga mais nada, ...ta bom !!! – E ela com seus faiscantes olhinhos azuis, por detrás de seus óculos, se aquietou no banco de trás, enquanto eu atravessava a estrada, e levava os dois pneus furados no Posto em frente para consertá-los. - Chegamos em Ribeirão, e no jantar contei a história da viagem a papai, que ria a ponto de chorar, com o descontrole das emoções de Vó Cata, enquanto mamãe nos chamava a atenção para que ficássemos quietos, senão ela perceberia que falávamos dela. - Afinal, Vovó não controlava seu poder de fogo,...de fazer acontecer!!!. - E as coisas aconteciam, sem que ela as controlasse. – Até morrer em seus 83 anos, (que Deus a tenha!), ela nunca acreditou que as coisas aconteciam por ela estar perto. - Mas cá entre nós. – Que aconteciam, ...a isso não tenham dúvidas, ...aconteciam!!! – Acreditem se quiserem !!! (PS: - Tacia, a linda filhinha de meu querido amigo Tarquinio, que adotei como afilhada do coração, me lembra muito minha Vó Cata, razão pela qual, desde pequenina, apesar de não ser este seu nome, a chamo de Catarina, ao que ela prontamente me responde!!!. – E por incrível coincidência (coincidência???), a filha de Luís Barros, da “LK.Veículos”, chama-se Catarina, tem olhos claros, e também, lembra muito o olhar de minha avó. - Seus faiscantes olhos azuis, quem sabe, também não fazem o impossível,...É ver e esperar! - Tô achando que a Vó Cata, anda me rodeando,.. que será que ela está querendo me dizer???)

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Piadim procêis, du minerim...SUTILEZA MINEIRA:

O cumpadi, há muito tempo de olho na gostosíssima cumadi, morena estonteante, de enlouquecer a vila toda, aproveitô a ausência do cumpadi e resolveu fazer uma isitinha para ver se ela não carecia de arguma coisa...Chegando lá, os dois meio sem jeito, não estavam acostumados a ficar a sós....falaram sobre o tempo....- Será qui chove? - Pois é....Ficô um grande silêncio... Aí, o cumpadi se enche de corage e resorve quebrá o gelo: - Cumadi... qui qui ocê acha: trepemo ou tomemo um café? - Ah, cumpadi... o café fico deveno, cê mi pegô sem pó..., 

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