terça-feira, 20 de outubro de 2026

NEWS / ATUALIDADES!. (16-10-26).

 ELEIÇÕES – 2° TURNO.

Se os votos dos candidatos Zema, Augusto Cury, e Caiado, forem para o candidato Flávio, ele ganha as eleições para presidente no 2° turno. – O que está pesando na balança, é o número de abstenções, dos que não votaram. – Se confiamos ou não no resultado das urnas eletrônicas, cabe ao povo brasileiro decidir. - Diz o presidente americano que está de olho nas eleições brasileiras, para que não ajam interferências internas e externas no resultado. - Se vamos ter novamente a promessa de um candidato, de dar picanha e cerveja que ninguém viu até agora, é outra história. -  O enganado e o tolo útil, sempre acreditam que desta vez, vai ter filé mignon. - Quanto mais idiotas seguindo a manada melhor! – E o Brasil continua devendo R$ 10 trilhões de reais, pagando R$ 1 trilhão de juro anuais. – Acabamos talvez, de encontrar a maior jazida de petróleo do mundo. - Encontramos a maior jazida de terras raras em Minas Gerais. - Quando é que nosso povo vai entender que precisamos de uma pessoa séria no comando de nosso País. - Que com corrupção desenfreada e desonestidade, enfraquecendo nossas instituições maiores, nossa riqueza vai para o ralo, e continuamos sendo o quintal do mundo. - Votem com seriedade, que nosso País não aguenta mais tanta corrupção, como mostram os escândalos apresentados nas redes sociais e mídia televisiva!

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O JIPE WILLYS – Histórias da vida – 1972.

Quando cheguei em Campinas em 1971, com 18 anos para fazer a faculdade de Administração de empresas na PUC, não tinha vindo com nenhum meio de locomoção. E como tudo era meio longe na cidade, e naquela época não existiam Ubers, e taxis eram caros, vi que tinha a necessidade de comprar um carro para me locomover. Estudava no período da manhã, e no período da tarde comecei a trabalhar como “trainee” em uma corretora de valores de propriedade de um sr. de Ribeirão Preto amigo de meu pai. – Certo dia, vi um folheto no mural da faculdade com anuncio de um leilão de veículos que me interessou, devido aos preços em leilão serem sempre bem mais baixos que os preços de mercado. No dia informado fui ao local, um pátio do Detran de Campinas onde estavam uma centena de veículos anunciados.  Os mais procurados a época eram os Opalas da Chevrolet, os Mavericks, os corcelzinho da Ford, e os carrinhos da Volkswagem, que foram disputados, com os preços subindo, mas saíram rápido. - Eu só observando. Mais para o meio do leilão havia um lote de 10 jipes Willys de anos variados, de 1960 a 1970, que estavam ali por falta de pagamentos. Começaram a oferta-los, e quando o 6° deles, ano de 1965 ninguém entrou, levantei a mão. - Comprei um Jipe!.- Levei-o a uma oficina perto de casa, que Joel, o filho do dono, estudava comigo na faculdade. E pedi que fizessem uma checagem com uma revisão geral. O Jipe era verde escuro, estava com pintura em bom estado, e motor precisando de carinho. - Quando a parte do motor ficou pronta, pedi que o rebaixassem, troquei as molas por molas mais macias, troquei os bancos por bancos de encosto alto, troquei a direção por uma esportiva, mexeram no câmbio com relação mais longa, coloquei um equipamento de som no jeito, coloquei uma carburação melhor, escapamento cromado na lateral após a roda traseira, faróis de milha na frente, e deitei o vidro frontal 5 graus para trás. – Finalmente, coloquei 4 rodas largas aro 16 e tala 7 polegadas na frente, e aro 16, 9 polegadas atrás, com pneus bojudos macios. Mandei dar um trato na pintura com um polimento de primeira. – No final, pronto, com cara de mau, o menino ficou muito bonito chamando bastante a atenção por onde passava, e rodava macio que era uma beleza. - Como eu jogava tênis muito bem, indicado pelo Rene, diretor de tênis da Recreativa em Ribeirão, que tinha parceria com o Tenis Clube em Campinas, passei a frequentar o clube nos finais de semana. Tornei-me rapidamente mais conhecido por ser dono do jipinho do que por fazer parte da equipe de tênis do clube. - Quando o parava no estacionamento do clube, todo mundo olhava admirando-o, recebendo sempre ofertas para vende-lo. – E fiz novas amizades em Campinas, conhecendo entre muitos novos amigos, um jovem dono de um corcel preto, que fazia o curso de Administração na PUC junto comigo, Alexandre Negrão, que mais tarde viria a ser o dono da maior empresa farmacêutica do Brasil, a Medley. - Fundou também o maior confinamento de gado do País, a fazenda Conforto. E criou a Aeris Energy, construtora de pás eólicas de turbinas de vento. Ele também se aventurou nas corridas de Stock Car, sendo vice-campeão da categoria por 4 vezes. - Infelizmente em meados de 2023 faleceu vítima de câncer. Foi um grande empresário. - Perdemos um grande empreendedor que deixou um maravilhoso legado para as novas gerações. Deus o tenha. Mas voltemos ao meu jipe. O pessoal adorava bagunçar. E uma tarde de fevereiro, véspera de Carnaval, nas férias, após fazer minha rematrícula para o 2° ano da faculdade, fui para o Tenis Clube as 14h de tarde. E as meninas todas em minúsculos biquinis na piscina, sem nada para fazer, resolveram que queriam passear no centro da cidade no jipe. - Pensei comigo, isso vai dar merda! - Mas no fulgor da juventude, na felicidade fui. - Entraram umas seis no jipe com pernas a mostra para todo lado, se amontoando na frente e no banco de trás. Abaixei o vidro dianteiro, e lá fomos nós. - O Xande e o Paulinho, com mais umas quatro foram na frente, no Corcel dele. - E mais uma camionete de outro amigo, conhecido do clube, cheia de belas jovens de minúsculos biquinis na caçamba, música de carnaval alta, dançando, fazendo a maior bagunça. - Afinal, era carnaval! - Só falei para o pessoal, que era para irmos sempre devagar para não acontecer nenhum acidente. Quando passamos pelo centro da cidade, cheio de gente trabalhando naquela hora, todos paravam para ver nosso alegre e despreocupado cortejo passar, levando alegria no ar. - Porém, sempre tem um, porém! - Dois jovens guardas de trânsito nos pararam pedindo os documentos dos veículos. E as meninas vendo os bonitos jovens uniformizados, desceram, umas 4 do jipe, e começaram a querer dançar com os guardas. - Eles levando na esportiva, afinal não tinha outro jeito, tentavam manter a seriedade. Mas era meio que impossível. - Após verem os documentos, tudo em ordem, nos liberaram, ainda ganhando beijos das donzelas, que gostaram do mais bonitão. - E lá fomos nós continuar nossa carreata pelas ruas do centro de Campinas, aproveitando nossa maravilhosa juventude. - No ano seguinte fui trabalhar nas Indústrias Romi, em Santa Barbara do Oeste. - Vendi o jipe por um ótimo preço, passei a faculdade para o horário da noite, e mudei-me de Campinas para lá. - Comprei um Corcel branco, rebaixei um pouco, coloquei uma dupla carburação, dei uma trabalhada no motor, rodas um pouco mais largas, com pneus de asfalto, para maior segurança na estrada. Afinal todos os fins de semana na sexta-feira eu ia para Ribeirão Preto, e Domingo a noite, voltava para Santa Bárbara. - E a vida continuou tranquila. Até no final da faculdade, em 1975 eu retornar para Ribeirão, contratado pela Ircury, maior concessionária de veículos da região, para trabalhar como gerente de planejamento e peças, resolvendo dois grandes pepinos que estavam criando problemas por lá. -  Foram resolvidos. -  Mas isso, já é outra história!

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O Gesto de Amor !

Um garoto pobre, com cerca de doze anos de idade, vestido e calçado de forma humilde, entra na loja, escolhe um sabonete comum e pede ao proprietário que embrulhe para presente.  - É para minha mãe! - Diz com orgulho.  O dono da loja ficou comovido diante da singeleza daquele presente. Olhou com piedade para o seu freguês e, sentindo uma grande compaixão, teve vontade de ajudá-lo. Pensou que poderia embrulhar, junto com o sabonete comum, algum artigo mais significativo.  Entretanto, ficou indeciso: ora olhava para o garoto, ora para os artigos que tinha em sua loja. Devia ou não fazer? O coração dizia sim, a mente dizia não. O garoto, notando a indecisão do homem, pensou que ele estivesse duvidando de sua capacidade de pagar. Colocou a mão no bolso, retirou as moedinhas que dispunha e as colocou sobre o balcão. O homem ficou ainda mais comovido quando viu as moedas, de valor tão insignificante. Continuava seu conflito mental. Em sua intimidade concluíra que, se o garoto pudesse, ele compraria algo bem melhor para sua mãe. Lembrou de sua própria mãe. Fora pobre e muitas vezes, em sua infância e adolescência, também desejara presentear sua mãe. Quando conseguiu emprego, ela já havia falecido. O garoto, com aquele gesto, estava mexendo nas profundezas dos seus sentimentos. do outro lado do balcão, o menino começou a ficar ansioso. Alguma coisa parecia estar errada. Por que o homem não embrulhava logo o sabonete? Ele já escolhera, pedira para embrulhar e até tinha mostrado as moedas para  o pagamento. Por que a demora? Qual o problema? Impaciente, ele perguntou: - Moço, está faltando alguma coisa? - Não! - respondeu o proprietário da loja - É que de repente me lembrei de minha mãe. Ela morreu quando eu ainda era muito jovem. Sempre quis dar um presente para ela, mas, desempregado, nunca consegui comprar nada. Na espontaneidade de seus doze anos, perguntou o menino: - Nem um sabonete? O homem se calou. Refletiu um pouco e desistiu da ideia de melhorar o presente do garoto. Embrulhou o sabonete com o melhor papel que tinha na loja, colocou uma fita e despachou o freguês sem responder mais nada. A sós, pôs-se a pensar. Como é que nunca pensara em dar algo pequeno e simples para sua mãe? Sempre entendera que presente tinha que ser alguma coisa significativa, tanto assim que, minutos antes, sentira piedade da singela compra e pensara em melhorar o presente adquirido. Comovido, entendeu que naquele dia tinha recebido uma grande lição. Junto com o sabonete do menino, seguia algo muito mais importante e grandioso, o melhor de todos os presentes:

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VIDA! – VIVA HOJE!!!

Acordei hoje pensando na vida. – Você já se deparou que tem pessoas que levam a vida, e tem pessoas que a vida os leva,- Pois é! - Estou me dando conta que passei a maior parte de minha vida enfurnado dentro de um escritório, ou dormindo!!! - E a vida lá fora indo rapidamente, e eu, nada. - Não aproveitando sequer o maravilhoso dia de sol, O ar sereno que convida a voar em um ultraleve.  O grande rio que convida a um passeio de lancha, ou uma “bubuia” na praia, sem fazer nada, ...E a vida escorregando pelos nossos dedos, indo-se embora. Cá entre nós, era mais divertido na época dos garimpos, quando acordava cada dia decolando e pousando em um lugar diferente, com o burburinho de gente entrando pela mata em busca do metal dourado, milhares atrás de sonhos de riqueza. E o tempo passa, lá se vão 50 anos de minha chegada a Santarém, ...uma vida!!! – Hoje, já estou nos.... Setenta e tantos, e no entanto, vejo-me sossegado, até demais para meu gosto. - Rezo a Deus para que meus filhos me deem um monte de netos, para poder virar criança outra vez, e voltar a fazer traquinagens com eles, sem preocupar-me com o resultado. Afinal, Vô é para isso mesmo. – Voces que são mais jovens, acordem, façam algo, viajem, ...vão colher uvas na Espanha, ver ursos no Canadá, pescar no Mediterrâneo, subir na Torre Eiffel, ver se a de Pisa não cai, e colher damasco na Arábia Saudita. - Visitem Macho Picho, no Peru, o deserto de Atacama e Acapulco no México, a capela de Santa Sofia na Turquia, o Taja Mahal na India, e as ilhas de Phi phi islands na Thailandia. – A propósito todos esses já fui. -  Procurem pelo mundo o conhecimento de viver, antes que a muita idade, tire de vocês a vontade de sobreviver! – Assusta-me ver alguns amigos toda hora dizerem: - Quando aposentar vou fazer isto, ...vou fazer aquilo. – Ora façam agora, á vida é vida hoje, amanhã poderá ser tarde demais. Outros, vejo-os vencidos, somente levando netinhos na escola. Passaram de machos dominantes a chofer de criança,...quando muito. – Algumas pessoas vivem correndo atrás do tempo, mas parece que só o alcançam quando morrem infartados, ou algo assim. Para outros, o tempo demora a passar; ficam ansiosos com o futuro e se esquecem de viver o presente, que é o único tempo que existe. Tempo todo mundo tem, por igual. Ninguém tem mais nem menos que 24 horas por dia. A diferença é o que cada um faz do seu tempo. Precisamos saber aproveitar cada momento, porque, como disse John Lennon... "A vida é aquilo que acontece enquanto fazemos planos para o futuro". - Afinal, o que está acontecendo conosco, por que estamos cansando tão rápido, ...Por que “stressados” se a hora é de aproveitar a maturidade. – É melhor repensarmos nosso tempo, e, dividirmos em etapas cada ano que entra, para pelo menos, usufruirmos mais, aproveitando melhor o tempo que resta. Caso contrario, o motor periga fundir antes do tempo.

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