ELEIÇÕES – 2° TURNO.
Se os votos dos candidatos Zema,
Augusto Cury, e Caiado, forem para o candidato Flávio, ele ganha as eleições
para presidente no 2° turno. – O que está pesando na balança, é o número de
abstenções, dos que não votaram. – Se confiamos ou não no resultado das urnas
eletrônicas, cabe ao povo brasileiro decidir. - Diz o presidente americano que
está de olho nas eleições brasileiras, para que não ajam interferências
internas e externas no resultado. - Se vamos ter novamente a promessa de um
candidato, de dar picanha e cerveja que ninguém viu até agora, é outra história.
- O enganado e o tolo útil, sempre
acreditam que desta vez, vai ter filé mignon. - Quanto mais idiotas seguindo a
manada melhor! – E o Brasil continua devendo R$ 10 trilhões de reais, pagando
R$ 1 trilhão de juro anuais. – Acabamos talvez, de encontrar a maior jazida de
petróleo do mundo. - Encontramos a maior jazida de terras raras em Minas
Gerais. - Quando é que nosso povo vai entender que precisamos de uma pessoa
séria no comando de nosso País. - Que com corrupção desenfreada e
desonestidade, enfraquecendo nossas instituições maiores, nossa riqueza vai
para o ralo, e continuamos sendo o quintal do mundo. - Votem com seriedade, que
nosso País não aguenta mais tanta corrupção, como mostram os escândalos
apresentados nas redes sociais e mídia televisiva!
-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
O JIPE WILLYS – Histórias da
vida – 1972.
Quando cheguei em Campinas em
1971, com 18 anos para fazer a faculdade de Administração de empresas na PUC,
não tinha vindo com nenhum meio de locomoção. E como tudo era meio longe na
cidade, e naquela época não existiam Ubers, e taxis eram caros, vi que tinha a
necessidade de comprar um carro para me locomover. Estudava no período da
manhã, e no período da tarde comecei a trabalhar como “trainee” em uma
corretora de valores de propriedade de um sr. de Ribeirão Preto amigo de meu
pai. – Certo dia, vi um folheto no mural da faculdade com anuncio de um leilão
de veículos que me interessou, devido aos preços em leilão serem sempre bem
mais baixos que os preços de mercado. No dia informado fui ao local, um pátio
do Detran de Campinas onde estavam uma centena de veículos anunciados. Os mais procurados a época eram os Opalas da
Chevrolet, os Mavericks, os corcelzinho da Ford, e os carrinhos da Volkswagem, que
foram disputados, com os preços subindo, mas saíram rápido. - Eu só observando.
Mais para o meio do leilão havia um lote de 10 jipes Willys de anos variados,
de 1960 a 1970, que estavam ali por falta de pagamentos. Começaram a oferta-los,
e quando o 6° deles, ano de 1965 ninguém entrou, levantei a mão. - Comprei um
Jipe!.- Levei-o a uma oficina perto de casa, que Joel, o filho do dono,
estudava comigo na faculdade. E pedi que fizessem uma checagem com uma revisão
geral. O Jipe era verde escuro, estava com pintura em bom estado, e motor
precisando de carinho. - Quando a parte do motor ficou pronta, pedi que o
rebaixassem, troquei as molas por molas mais macias, troquei os bancos por
bancos de encosto alto, troquei a direção por uma esportiva, mexeram no câmbio
com relação mais longa, coloquei um equipamento de som no jeito, coloquei uma
carburação melhor, escapamento cromado na lateral após a roda traseira, faróis
de milha na frente, e deitei o vidro frontal 5 graus para trás. – Finalmente,
coloquei 4 rodas largas aro 16 e tala 7 polegadas na frente, e aro 16, 9
polegadas atrás, com pneus bojudos macios. Mandei dar um trato na pintura com
um polimento de primeira. – No final, pronto, com cara de mau, o menino ficou
muito bonito chamando bastante a atenção por onde passava, e rodava macio que
era uma beleza. - Como eu jogava tênis muito bem, indicado pelo Rene, diretor
de tênis da Recreativa em Ribeirão, que tinha parceria com o Tenis Clube em
Campinas, passei a frequentar o clube nos finais de semana. Tornei-me
rapidamente mais conhecido por ser dono do jipinho do que por fazer parte da
equipe de tênis do clube. - Quando o parava no estacionamento do clube, todo
mundo olhava admirando-o, recebendo sempre ofertas para vende-lo. – E fiz novas
amizades em Campinas, conhecendo entre muitos novos amigos, um jovem dono de um
corcel preto, que fazia o curso de Administração na PUC junto comigo, Alexandre
Negrão, que mais tarde viria a ser o dono da maior empresa farmacêutica do
Brasil, a Medley. - Fundou também o maior confinamento de gado do País, a
fazenda Conforto. E criou a Aeris Energy, construtora de pás eólicas de
turbinas de vento. Ele também se aventurou nas corridas de Stock Car, sendo vice-campeão
da categoria por 4 vezes. - Infelizmente em meados de 2023 faleceu vítima de câncer.
Foi um grande empresário. - Perdemos um grande empreendedor que deixou um
maravilhoso legado para as novas gerações. Deus o tenha. Mas voltemos ao meu
jipe. O pessoal adorava bagunçar. E uma tarde de fevereiro, véspera de
Carnaval, nas férias, após fazer minha rematrícula para o 2° ano da faculdade,
fui para o Tenis Clube as 14h de tarde. E as meninas todas em minúsculos
biquinis na piscina, sem nada para fazer, resolveram que queriam passear no
centro da cidade no jipe. - Pensei comigo, isso vai dar merda! - Mas no fulgor
da juventude, na felicidade fui. - Entraram umas seis no jipe com pernas a
mostra para todo lado, se amontoando na frente e no banco de trás. Abaixei o
vidro dianteiro, e lá fomos nós. - O Xande e o Paulinho, com mais umas quatro foram
na frente, no Corcel dele. - E mais uma camionete de outro amigo, conhecido do
clube, cheia de belas jovens de minúsculos biquinis na caçamba, música de
carnaval alta, dançando, fazendo a maior bagunça. - Afinal, era carnaval! - Só
falei para o pessoal, que era para irmos sempre devagar para não acontecer
nenhum acidente. Quando passamos pelo centro da cidade, cheio de gente
trabalhando naquela hora, todos paravam para ver nosso alegre e despreocupado cortejo
passar, levando alegria no ar. - Porém, sempre tem um, porém! - Dois jovens
guardas de trânsito nos pararam pedindo os documentos dos veículos. E as
meninas vendo os bonitos jovens uniformizados, desceram, umas 4 do jipe, e
começaram a querer dançar com os guardas. - Eles levando na esportiva, afinal
não tinha outro jeito, tentavam manter a seriedade. Mas era meio que
impossível. - Após verem os documentos, tudo em ordem, nos liberaram, ainda
ganhando beijos das donzelas, que gostaram do mais bonitão. - E lá fomos nós continuar
nossa carreata pelas ruas do centro de Campinas, aproveitando nossa maravilhosa
juventude. - No ano seguinte fui trabalhar nas Indústrias Romi, em Santa
Barbara do Oeste. - Vendi o jipe por um ótimo preço, passei a faculdade para o
horário da noite, e mudei-me de Campinas para lá. - Comprei um Corcel branco,
rebaixei um pouco, coloquei uma dupla carburação, dei uma trabalhada no motor,
rodas um pouco mais largas, com pneus de asfalto, para maior segurança na
estrada. Afinal todos os fins de semana na sexta-feira eu ia para Ribeirão
Preto, e Domingo a noite, voltava para Santa Bárbara. - E a vida continuou
tranquila. Até no final da faculdade, em 1975 eu retornar para Ribeirão,
contratado pela Ircury, maior concessionária de veículos da região, para
trabalhar como gerente de planejamento e peças, resolvendo dois grandes pepinos
que estavam criando problemas por lá. - Foram resolvidos. - Mas isso, já é outra história!
-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
O Gesto de Amor !
Um garoto pobre, com cerca de
doze anos de idade, vestido e calçado de forma humilde, entra na loja, escolhe
um sabonete comum e pede ao proprietário que embrulhe para presente. -
É para minha mãe! - Diz com orgulho. O dono da loja ficou comovido diante
da singeleza daquele presente. Olhou com piedade para o seu freguês e, sentindo
uma grande compaixão, teve vontade de ajudá-lo. Pensou que poderia embrulhar,
junto com o sabonete comum, algum artigo mais significativo. Entretanto,
ficou indeciso: ora olhava para o garoto, ora para os artigos que tinha em sua
loja. Devia ou não fazer? O coração dizia sim, a mente dizia não. O garoto,
notando a indecisão do homem, pensou que ele estivesse duvidando de sua
capacidade de pagar. Colocou a mão no bolso, retirou as moedinhas que
dispunha e as colocou sobre o balcão. O homem ficou ainda mais comovido quando
viu as moedas, de valor tão insignificante. Continuava seu conflito
mental. Em sua intimidade concluíra que, se o garoto pudesse,
ele compraria algo bem melhor para sua mãe. Lembrou de sua
própria mãe. Fora pobre e muitas vezes, em sua infância e adolescência,
também desejara presentear sua mãe. Quando conseguiu emprego, ela já havia
falecido. O garoto, com aquele gesto, estava mexendo nas profundezas dos seus
sentimentos. do outro lado do balcão, o menino começou a ficar ansioso. Alguma
coisa parecia estar errada. Por que o homem não embrulhava logo o sabonete? Ele
já escolhera, pedira para embrulhar e até tinha mostrado as moedas para o
pagamento. Por que a demora? Qual o problema? Impaciente, ele perguntou: -
Moço, está faltando alguma coisa? - Não! - respondeu o proprietário da loja - É
que de repente me lembrei de minha mãe. Ela morreu quando eu ainda era muito
jovem. Sempre quis dar um presente para ela, mas, desempregado, nunca
consegui comprar nada. Na espontaneidade de seus doze anos, perguntou o menino:
- Nem um sabonete? O homem se calou. Refletiu um pouco e desistiu da ideia
de melhorar o presente do garoto. Embrulhou o sabonete com o melhor papel
que tinha na loja, colocou uma fita e despachou o freguês sem
responder mais nada. A sós, pôs-se a pensar. Como é que nunca pensara em dar
algo pequeno e simples para sua mãe? Sempre entendera que presente tinha
que ser alguma coisa significativa, tanto assim que, minutos antes,
sentira piedade da singela compra e pensara em melhorar o presente adquirido.
Comovido, entendeu que naquele dia tinha recebido uma grande lição. Junto com
o sabonete do menino, seguia algo muito mais importante e grandioso, o
melhor de todos os presentes:
-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
VIDA! – VIVA HOJE!!!
Acordei hoje pensando na vida. – Você
já se deparou que tem pessoas que levam a vida, e tem pessoas que a vida os leva,-
Pois é! - Estou me dando conta que passei a maior parte de minha vida enfurnado
dentro de um escritório, ou dormindo!!! - E a vida lá fora indo rapidamente, e
eu, nada. - Não aproveitando sequer o maravilhoso dia de sol, O ar sereno que
convida a voar em um ultraleve. O grande
rio que convida a um passeio de lancha, ou uma “bubuia” na praia, sem fazer
nada, ...E a vida escorregando pelos nossos dedos, indo-se embora. Cá entre
nós, era mais divertido na época dos garimpos, quando acordava cada dia decolando
e pousando em um lugar diferente, com o burburinho de gente entrando pela mata
em busca do metal dourado, milhares atrás de sonhos de riqueza. E o tempo passa,
lá se vão 50 anos de minha chegada a Santarém, ...uma vida!!! – Hoje, já estou
nos.... Setenta e tantos, e no entanto, vejo-me sossegado, até demais para meu
gosto. - Rezo a Deus para que meus filhos me deem um monte de netos, para poder
virar criança outra vez, e voltar a fazer traquinagens com eles, sem
preocupar-me com o resultado. Afinal, Vô é para isso mesmo. – Voces que são
mais jovens, acordem, façam algo, viajem, ...vão colher uvas na Espanha, ver
ursos no Canadá, pescar no Mediterrâneo, subir na Torre Eiffel, ver se a de
Pisa não cai, e colher damasco na Arábia Saudita. - Visitem Macho Picho, no
Peru, o deserto de Atacama e Acapulco no México, a capela de Santa Sofia na
Turquia, o Taja Mahal na India, e as ilhas de Phi phi islands na Thailandia. –
A propósito todos esses já fui. - Procurem pelo mundo o conhecimento de viver,
antes que a muita idade, tire de vocês a vontade de sobreviver! – Assusta-me
ver alguns amigos toda hora dizerem: - Quando aposentar vou fazer isto, ...vou
fazer aquilo. – Ora façam agora, á vida é vida hoje, amanhã poderá ser tarde
demais. Outros, vejo-os vencidos, somente levando netinhos na escola. Passaram
de machos dominantes a chofer de criança,...quando muito. – Algumas pessoas
vivem correndo atrás do tempo, mas parece que só o alcançam quando morrem
infartados, ou algo assim. Para outros, o tempo demora a passar; ficam ansiosos
com o futuro e se esquecem de viver o presente, que é o único tempo que existe.
Tempo todo mundo tem, por igual. Ninguém tem mais nem menos que 24 horas por
dia. A diferença é o que cada um faz do seu tempo. Precisamos saber aproveitar
cada momento, porque, como disse John Lennon... "A vida é aquilo que acontece enquanto fazemos planos para o
futuro". - Afinal, o que está acontecendo conosco, por que estamos
cansando tão rápido, ...Por que “stressados”
se a hora é de aproveitar a maturidade. – É melhor repensarmos nosso tempo, e,
dividirmos em etapas cada ano que entra, para pelo menos, usufruirmos mais,
aproveitando melhor o tempo que resta. Caso contrario, o motor periga fundir
antes do tempo.
Nenhum comentário:
Postar um comentário