sexta-feira, 22 de junho de 2012

News - Atualidades, 25/07/08


A REDE DO LUÍS RODOLFO !!!  42 - Contos de Santarém !

Alter de Chão nos finais de semana (começa na quinta, para alguns felizardos), recebe todos os tipos de aves migratórias, com especial predileção pelas aves ”maridões semi-aposentados”. Pois então, na quinta, o grande “Condor, Luisão Rodolfo Carneiro”, pousa invariavelmente em seu ninho “Alter-de-Chãozense”, para onde vamos todos nós, “águias de madame” almoçar no sábado, quando não pousamos no Vovô Anchieta, para perturbar a cajazeira-mor, turca honorária, D. OLga. - A bebida começa na quinta e eles (menos eu e o Anchieta que ficamos na guaraná), só param, quando desmaiam, quando dormem sentados (normal), ou quando acaba o estoque, ...o que dá um sono danado nos malhados esportistas alterocopistas de plantão. - – Durvalino (Microllins) nosso mestre churrasqueiro, no domingo, começa a assar sua “especialíssima” costela as 07:00h da manhã, ficando pronta só lá pelas 01:30h da tarde, enganando o estomago de todo mundo pelo caminho, com as “péssimas picanhas”, que vai soltando para encher a barriga do pessoal enquanto a costelinha não sai. - Eu como já sei da manha do “El Costelon” (Durvalino), não como nada até a costela vir para a mesa. A costela assada pelo Durval, é um capítulo a parte, é uma peça preciosa que ele trata com todo o carinho de um “conaisseur” gastronomico. - Não desgruda da frente da churrasqueira, virando a costela na brasa a cada meia hora, observando a altura do fogo, afastando-a do centro do calor, deixando-a enfim, na medida certa, para uma assadura gradual e uniforme até a hora que o osso da costela, começa a se desprender da carne, mostrando que a mesma já está no ponto. Aí então, quando é colocada na mesa para o corte, eu que não comí quase nada, a espera da “bendita”, me delicio com a famosa costela assada do Durvalino, especiaria que não tem igual. É coisa para deixar louco, o louco mais louco. Só experimentando!!!, - Nesta hora, Durval fica ali, tomando a décima gelada, radiante, feliz, observando a turma comer sua especiaria, sem quase respirar. Uma hora depois, quando ninguém agüenta engolir mais nada, nem uma folhinha de alface, o pessoal sai do lado da churrasqueira, e as mulheres passam para o jogo de baralho, alguns resistentes que ainda conseguem ficar acordados, jogam dominó, ...e o restante, desmaia, literalmente!. Mas aí é que a história começa: - D. Marcia deixa sempre duas redes esticadas na varanda da casa, no lado da sombra, pois sabe que Luisão e eu, “IMPRETERIVELMENTE”, tiramos a sesta depois do almoço. - Devo dizer que tiro a sesta depois do almoço, desde que me entendo por gente, sendo coisa obrigatória, meia hora de sono após sair da mesa, senão o resto do dia não presta!!!. - Neste domingo, deixei a turma bebendo, me levantei da mesa, tomei uma rápida chuveirada, me sequei, e fui para minha rede, gentilmente cedida pelo meu “hostess”. - Quando me deitei, ao meu lado, deitado na rede de Luisão, Durvalino..., stressado, esgotado pela faina, pelas 7h na beira da churrasqueira, banho tomado, mais cheiroso que bunda de nenê, tinha se deitado e dormido a sono solto na especial “deitadeira rosa de franja” do Luisão, com travesseiro e tudo. Deitei-me e antes que relaxasse, vi Luisão chegando lento, pronto para desmaiar. - Quando ele viu Durval na sua rede, olhou para os lados desesperado, e até onde a vista alcançava, não viu nenhuma outra deitadeira  a disposição, e sua contagem regressiva de “apagar o chassi”, (diga-se de passagem, um grande chassi), já tinha começado quando veio para a varanda,...razão de seu desespero!. A cara do homem, era a mesma de uma criança que esperou meia hora para ganhar um sorvete, e a bola caiu no chão. – Desconsolado, andou pela casa toda a procura de uma rede, ...e não existia outra, ...e o sono batendo feio !!!. - Como hostess do dia, perfeito anfitrião, deixou o amigo que brindara a todos com a especial costela dormindo, e tristonho, foi se sentar sozinho em uma cadeira no pátio, com cara desolada, órfão de pai e mãe, agarrado em seu travesseiro, sonhando com a horizontal, tentando achar a melhor maneira de dormir sentado. Semana passada, D. Marcia ante o grave problema surgido, providenciou mais duas redes. - Porém nesta semana, do nada, aparecerem mais dois seletos avoantes, clientes da casa, Vovôs Anchieta e Sérgio Kalata. - E dessa vez, Luizão que ficou esperto, (foi o segundo a deitar e tomar posse da sua), eu na minha que não sou besta e já conheço os sonecas de plantão, Anchieta pegou uma das disponíveis, Kalata  a outra, deixando desta vez, Durvalino, nosso assador preferido, o último a chegar,...a pé. – Porém, Durval, profissional do bom, que não gosta de surpresas, macaco velho, e já sabendo que ali só tem perigoso, vendo o que havia ocorrido semana passada, trouxe a sua “dormideira” de casa, e todo mundo, relaxou em paz, ...os inquilinos antigos, e os novos, de D. Marcia e Dr. Luís!!!- PS: - Segundo a medicina, dormir após o almoço, dá a pessoa mais dez anos de vida. - Pelo tanto que eu e Luizão já relaxamos após o almoço, acho que ganhamos pelo menos uns trinta . – O problema agora está em achar um lugar longe da varanda do Dr. Luís para a gente tirar uma soneca em paz, pois o homem quando deita, parece uma metralhadora ponto cinqüenta, ronca mais que Ford de bigode,...Haja sossego!!!, ...Só D. Márcia agüenta!!!  
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ATENÇÃO, SENHORES PESCADORES, MUITA ATENÇÃO!!! (narração de um entristecido pescador de fim de semana, aqui de Santarém)
Sábado, como de hábito, me levantei cedo, vesti-me silenciosamente, tomei o meu café e até fui caminhar com o cachorro. Em seguida, engatei o barco de pesca na Hilux 4x4. - De repente, como sempre acontece nesta época em Santarém, começou a chover torrencialmente. Com a chuva, ventos de mais de 80 km/h. Liguei o rádio e ouvi que o tempo seria chuvoso durante todo aquele dia. Voltei imediatamente pra casa, silenciosamente tirei minha roupa deslizei rapidamente para debaixo dos cobertores. Afaguei as costas da minha mulher suavemente e sussurrei: - O tempo lá fora está terrível. Ela, ainda meio adormecida, respondeu: - Você acredita que o idiota do meu marido foi pescar com esse tempo? (PS.: Válido também para instrutores, motoqueiros, trilheiros, velejadores, executivos, geólogos, ciclistas, ralizeiros, maratonistas, rafteiros, jogador de futebol, baloeiros, analistas de sistemas, professores, etc., etc., etc..., que gostam de pescar, ou jogar futebol, ou fazer a mesma coisa, “sempre no mesmo dia e hora!”)
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FÁBULA DA ESTRELA VERDE ! (Esta, minha avó contava quando pequeno).
Havia milhares de estrelas no céu. Estrelas de todas as cores : brancas, prateadas, verdes, douradas, vermelhas e azuis. Um dia, elas procuraram Deus e lhe disseram : - Senhor, gostaríamos de viver na Terra entre os homens. - Assim será feito, respondeu o Senhor. Conservarei todas vocês pequeninas como são vistas e podem descer para a Terra. Conta-se que, naquela noite, houve uma linda chuva de estrelas. Algumas se aninharam nas torres das igrejas, outras foram brincar de correr com os vaga-lumes nos campos; outras misturaram-se aos brinquedos das crianças e a Terra ficou maravilhosamente iluminada. Porém, passando o tempo, as estrelas resolveram abandonar os homens e voltar para o céu, deixando a Terra escura e triste. - Porque voltaram ? Perguntou Deus, a medida que elas chegavam ao céu. - Senhor, não nos foi possível permanecer na Terra. Lá existe muita miséria e violência, muita maldade, muita injustiça...E o Senhor lhes disse : - Claro ! O lugar de vocês é aqui no céu. A Terra é o lugar do transitório, daquilo que passa, daquele que cai, daquele que erra, daquele que morre, nada é perfeito. O céu é lugar da perfeição, do imutável, do eterno, onde nada perece. Depois que chegaram todas as estrelas e conferindo o seu número, Deus falou de novo : - Mas está faltando uma estrela. Perdeu-se no caminho ? Um anjo que estava perto falou: - Não Senhor, uma estrela resolveu ficar entre os homens. Ela descobriu que seu lugar é exatamente onde existe a imperfeição, onde há limite, onde as coisas não vão bem, onde há luta e dor. - Mas que estrela é essa ? - voltou Deus a perguntar. - É a Esperança, Senhor. A estrela verde. A única estrela dessa cor. E quando olharam para a Terra, a estrela não estava só. A Terra estava novamente iluminada porque havia uma estrela verde no coração de cada pessoa. Deus já conhece o futuro, e a Esperança é própria da pessoa humana, própria daquele que erra, daquele que não é perfeito, daquele que não sabe como será o futuro. Receba neste momento esta 'estrelinha' em seu coração, sua estrela verde. Não deixe que ela fuja e nem se apague. Tenha certeza que ela iluminará o seu caminho... Seja sempre otimista! - Seja sempre você, pois Deus não desistirá nunca de seu filho(a) ! - Tenha um excelente dia !
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NOTINHA.
Sábado passado, casei em Alter do Chão, no Belo Alter Hotel, nos belos jardins ao lado da praia do Lago Verde, minha querida sobrinha Gardenia com Tiago Brum, com direito a noivo cantando e tudo mais (só espero que não tenha gasto todas as suas forças na cantoria!!!). - Papai da noiva, Sr. Bits Almeida, com topete na brilhantina, calça e terno nos trinques, em composê cinza (tô terrível hoje!!!), e um sapato que era um capítulo a parte,...de arrebentar o balão, italiano legítimo, trazido de Brasília (acredito que ganhou de algum deputado), que se servisse no meu pé, já tinha ganho na marra,...a coisa mais linda do mundo. - Enfim, nós dois, hoje além de irmãos de vida há mais de 32 anos,...somos compadres!!!. – Ainda não sei se fiz bom negócio. - Com Gardeninha, minha linda sobrinha, não tenho dúvidas, ...Mas com ele,...o caboclo dá um trabalho,...ainda mais que se acha lindo!!!,...com carinha e pele de tez de nenê, sem contar o topete!!!. - Devo ter jogado pedra em algum Santinho quando era criança. - O homem “né” brincadeira não,...até choque dá nos outros quando entram no seu escritório (o Manoel Chaves que o diga),...Mas boto ele na reta,...”dexa” comigo !!!

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