Não mexa com pessoas depois dos sessenta. A SÉRIO!
Isto já não é apenas idade — é
sobrevivência sem manual de instruções. São resistentes como pão que ficou uma
semana fora do saco. E precisos como chinelos de casa que voam direto ao alvo —
sem aviso. Aos cinco anos já sabiam o humor da mãe pelo som da tampa da panela.
Aos sete levavam a chave ao pescoço e conheciam a regra: “A comida está no
frigorífico. Aquece. Não incendeies a casa.” Aos nove cozinhavam sem receitas.
Aos dez consertavam uma torneira e sabiam fugir do cão do vizinho — às vezes
com um balde na cabeça, por precaução. Passavam o dia inteiro na rua. Sem
telefones. Sem ecrãs. O percurso era sempre o mesmo: barra → rio → quintal →
casa. Voltavam ao entardecer, com joelhos que pareciam um mapa de batalhas. E
sobreviveram. Feridas eram tratadas com saliva e uma folha de tanchagem. E se
doía, a resposta era curta: “Não caiu? Então não é nada.” Comiam pão com
açúcar. Bebiam água da mangueira. Tinham um sistema imunitário que faria
qualquer iogurte moderno morrer de inveja. Alergias? Ou não existiam, ou não se
falava nelas. Conhecem dezenas de formas de tirar manchas de relva, óleo,
tinta, sangue e lama. Porque para casa era preciso voltar “em condições”. Ponto
final. Viveram a evolução da tecnologia ao vivo: rádio a transístores,
televisão a preto e branco, Vinil, cassetes, CDs — e hoje carregam milhares de
músicas no bolso. Mesmo assim, sentem falta do estalo da cassete rebobinada com
um lápis. Quando tiraram a carta, entravam num Lada e atravessavam o país. Sem
ar condicionado. Sem GPS. Sem reservas. Apenas um mapa, sandes de ovo e a
confiança de que o caminho se resolveria. E resolvia-se. Esta é a última
geração
que se lembra de um mundo sem
internet. Sem pânico da bateria acabar. Lembram-se do telefone fixo, dos
cadernos de receitas escritos à mão e dos aniversários sem lembretes. E se
esqueciam — simplesmente não apareciam. Eles sabem: – arranjar quase tudo com
fita isoladora, um clip e um alicate, – ver um único canal e não se aborrecer,
– que “folhear” era uma lista telefónica, não uma rede social, – e acreditar
que se alguém não atende, está vivo — liga depois. São diferentes. Com armadura
emocional. Com nervos forjados em tempos de escassez. Com reflexos treinados no
quintal e na vida. Os últimos ninjas do
quotidiano. Por isso, não mexa com pessoas depois dos sessenta. Elas viram
mais. Viveram mais fundo. E muito provavelmente
trazem no bolso um adoçado de
menta mais velho do que o teu smartphone.
-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------RELATO DE UM AMIGO QUE NÃO ACREDITAVA NA VIDA APÓS A MORTE!
"Minha avó morreu ontem. Mas
três minutos antes, ela se sentou na cama, sorriu e disse: 'Olha o Zé! E a
Ritinha! Vieram me buscar!' Eu falei: 'Vó, não tem ninguém aqui.' Ela insistiu:
'Tão ali, ó! E trouxeram a Glorinha também!' Glorinha era a empregada dela que
morreu há 15 anos. Mas o que me arrepiou foi o Zé. Porque meu tio José tinha
morrido NA VÉSPERA. E NINGUÉM tinha contado pra ela." Hospital São Camilo.
Bairro Pompeia, São Paulo. Quarto 512. Dezembro de 2025. Minha avó, Dona
Mariana, 87 anos. Internada há dez dias. Câncer de pulmão. Estado terminal.
Sedada. Quieta. Eu, meu pai e minha tia revezando. Esperando o fim. Era minha
vez. Madrugada de sábado. 3h42. Eu cochilando na poltrona ao lado da cama dela.
De repente, um barulho. Olhei. Vó tinha SENTADO. Sozinha. Os olhos abertos.
VIDRADOS. Olhando pra janela. Corri até ela: — Vó? Vó, deita. Você tá fraca... Ela
não me ouviu. Continuava olhando. Sorrindo. SORRINDO. Um sorriso que eu não via
nela há meses. E então ela falou. Voz clara. Firme. Nada de fraqueza:
— Zé! Você veio! Gelei. Olhei pra
janela. Nada. Ninguém.— Vó, quem é Zé? Ela continuou ignorando minha pergunta: —
E a Ritinha também! Minha irmã querida! Como você tá bonita, Rita! Meu sangue
congelou. Tia Rita tinha morrido há 12 anos. Acidente de carro. — Vó, não tem
ninguém aqui...Ela virou pra mim, irritada: — Como não tem? Tão ALI, ó! —
apontou pra janela, depois pro canto do quarto —. Zé, Rita, e... espera... —
franziu a testa — quem é você? Silêncio. Ela olhando pra um ponto vazio perto
da porta. E então sorriu de novo: — GLORINHA! Minha Glorinha! Pensei que tinha
te esquecido, filha! Minha garganta fechou. Glorinha. A empregada da minha avó
por 30 anos. Praticamente da família. Tinha morrido há 15 anos. Diabetes. Minha
avó tinha ido no enterro. Chorado muito. — Vó, para com isso. Você tá
delirando. Mas ela não estava delirando. Estava LÚCIDA. Conversando. Sorrindo.
Acenando. Como se estivesse numa sala cheia de gente.
— Vocês vieram me buscar? — ela
perguntou, olhando pra janela —. Já é hora? Pausa. Como se estivesse ouvindo
resposta. — Tá bom. Eu vou. Só deixa eu me despedir. Ela virou pra mim. Me
olhou. Pela primeira vez em dias, me VIU. De verdade. — Meu netinho. Não chora.
Eu vou ficar bem. Eles vieram. Tá na hora de ir. — Vó, QUEM veio? Ela apontou
de novo: — Zé. Meu irmão. Ele tá ali. Tá sorrindo. Diz que lá é bonito. Que não
dói. Que eu vou gostar. Lágrimas caíam no meu rosto: — Vó, tio Zé não veio. Tio
Zé tá em Recife...
Ela balançou a cabeça, serena: — Não tá não,
filho. Ele morreu. Ontem. Derrame. Mas tá bem agora. Veio me buscar. Meu
coração parou. Tio Zé. Irmão dela. Morava em Recife. Eu não tinha notícia dele
havia semanas. Peguei o celular. Mãos tremendo. Mandei mensagem pro meu primo
de Recife: "Tio Zé tá bem?"
Resposta demorou. Mas veio: "Não, primo.
Ele morreu ontem de manhã. Derrame fulminante. Íamos ligar hoje de manhã pra
avisar a família. Desculpa, tava tudo muito corrido aqui." Olhei pro
celular. Olhei pra minha avó. Ela não sabia. NINGUÉM tinha contado pra ela. E
ela tinha VISTO ele. Três minutos antes de morrer. — Vó... — minha voz saiu
trêmula —... como você sabe do tio Zé? Ela sorriu: — Ele tá aqui, filho. Falou comigo.
Disse que tá tudo bem. Que não sofreu. Que veio me buscar pra gente atravessar
junto. Não consegui responder. Apenas segurei a mão dela. Ela deitou de novo.
Olhos ainda abertos. Olhando pro teto. Sorrindo. — Que lindo... tem luz...
tanta luz... e tem mais gente... pai... mãe... todo mundo tá aqui... Respiração
começou a ficar lenta. Pesada. Apertei o botão de emergência. Enfermeira entrou
correndo. Olhou pro monitor: — Pressão caindo. Saturação caindo. Ela tá indo. Segurei
a mão dela com força: — Vó, eu te amo. Vai em paz. Ela apertou minha mão.
Fraquinho. Olhou pra mim uma última vez. E sussurrou: — Eles tão me chamando.
Eu vou. Não fica triste. A gente se vê de novo. E fechou os olhos. Monitor
apitou. Linha reta. Hora do óbito: 4h07. Fiquei ali. Parado. Segurando a mão
fria dela. Chorando. Mas não era choro de tristeza. Era choro de... ESPANTO. De
REVELAÇÃO. Porque ela tinha visto. Tinha CONVERSADO. Com pessoas mortas.
Incluindo uma que tinha morrido UM DIA ANTES e ela NÃO SABIA. Como? Como ela
sabia do tio Zé se ninguém tinha contado? Contei pro meu pai. Pra minha tia.
Eles ficaram em silêncio. Chocados. Minha tia, espírita kardecista, disse: —
Filho, isso é comum. Moribundos veem os mortos. Porque a barreira entre os
mundos fica fina. Eles vêm buscar. Pra ajudar na passagem. Pra não irem
sozinhos. — Mas... mas como ela sabia do tio Zé? — Porque ELE veio. De verdade.
Não foi alucinação. Foi VISITA. Do plano espiritual. Velório da minha avó. Dois
dias depois. Eu contei a história pra família inteira. Alguns riram. Outros
ficaram quietos. Mas meu primo de Recife, que veio pro velório, me puxou de
lado: — Cara... tem uma coisa que eu não te contei. Tio Zé, nas últimas horas,
antes do derrame, tava falando sozinho. Falava: "Vou buscar a Mariana. Vou
levar ela comigo. Ela não vai sozinha." A gente achou que era delírio. Mas
agora... agora eu não sei mais. Arrepio subiu pela espinha. Fui num centro
espírita. Semana seguinte. Precisava entender. Conversei com um médium. Seu
Waldir. Senhor de 70 anos. Trabalhador espiritual há 40. Contei TUDO. Ele
ouviu. Não pareceu surpreso: — Meu filho, isso é mais comum do que você
imagina. Moribundos SEMPRE veem os mortos. Porque eles JÁ TÃO COM UM PÉ DO
OUTRO LADO. E os espíritos familiares vêm receber. Pra facilitar a transição.
Pra dar conforto. Pra dizer: "Você não tá sozinho." — Mas por que ela
viu só gente morta? Se fosse alucinação, ela não ia ver gente VIVA também? Tipo
eu, ou meu pai? Seu Waldir sorriu: — Exatamente. Essa é a prova. Se fosse
delírio, ela ia ver TODO MUNDO. Vivo e morto misturado. Mas ela viu SÓ OS
MORTOS. Porque SÓ eles estavam LÁ. Espiritualmente. E seu tio Zé, que tinha
morrido um dia antes, veio DIRETO buscar ela. Porque o amor não acaba. Ele
continua. Do outro lado. Chorei ali. Na frente dele. Soluçando. — Então ela não
morreu sozinha? — Não, filho. Ninguém morre sozinho. NUNCA. Sempre tem alguém
esperando. Família. Amigos. Guias espirituais. A morte é NASCIMENTO. Pro outro
lado. E assim como bebê nasce com ajuda, espírito desencarna com ajuda também. Hoje,
dois meses depois, eu durmo em paz. Porque eu VI. Com meus próprios olhos.
Minha avó conversando com gente que EU NÃO VIA. Mas que ESTAVA ALI. E ela sabia
do tio Zé. SEM NINGUÉM TER CONTADO. Porque ele VEIO. Pessoalmente.
Espiritualmente. Não foi delírio. Não foi morfina. Não foi "falta de
oxigênio no cérebro". Foi VISITA. Do plano espiritual. Da família que já
partiu. Vindo BUSCAR. Pra ninguém atravessar sozinho. A Inteligência Suprema
que criou vida e morte não deixa NINGUÉM desamparado. Na hora final, quando o
corpo falha, o espírito ACORDA. E vê. Finalmente vê. O que sempre esteve lá. Do
outro lado. Esperando. Minha avó morreu sorrindo. Conversando com mortos. Vendo
luz. Sentindo paz. E eu? Aprendi: a morte não é o fim. É REENCONTRO. Com quem amamos.
Com quem nos ama. Com quem nunca nos abandonou. Apenas mudou de endereço. Alguns
médicos chamam de alucinação. Eu chamo de PROVA. Prova de que há vida além. De
que o amor sobrevive. De que ninguém morre sozinho. Minha avó foi BUSCADA. Por
Zé. Por Rita. Por Glorinha. Por todos que a amaram. E um dia, quando for minha
vez, eu sei: ela vai estar lá. Sorrindo. Acenando. Dizendo: "Vem, meu
neto. Eu te esperei. Agora a gente atravessa junto."
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GRAVES QUE COMEÇAM COM SINTOMAS SIMPLES! – cuidados iniciais - Internet.
DIABETES: Açúcar alto –
Sede excessiva e boca seca constante - Remédio: Canela: Ajuda a equilibrar a
glicose; - HIPERTENSÃO: Zumbidos nos ouvidos ou visão embaçada –
Remédio: Alho – melhora a elasticidade das artérias; - INSUFICIENCIA RENAL:
Tornozelos muito inchados ao final do dia – Remédio: Salsa – facilita a
eliminação de toxinas; - GORDURA NO FÍGADO: Cansaço extremo que não
passa mesmo dormindo – Remédio: Alcachofra, estimula a limpeza hepática; - TIREÓIDE:-
Hipotireoidismo - Intolerância ao frio e
pele muito seca – Remédio: Iodo, Algas – nutrem a glândula tireoide; - DEFICIENCIA
DE VITAMINA B12: Formigamento nas mãos e pés - Remédio: Ovos, fonte natural
de energia nervosa. - MUITA ATENÇÃO:
- Tendo algum desses sintomas, procure seu médico de confiança. PS:
- A Internet vem veiculando muitos estudos de IVERMECTINA, FENBENDAZOL, e
MEBENDAZOL, no tratamento de tumores cancerígenos, com resultados promissores.
- É interessante pesquisar o assunto e
consultar seu médico a respeito.
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Mandamentos do médico novato! - Em tempos de Internet.
A propósito de muitos médicos
novatos estarem fazendo consultas com a mentoria do Dr. Google. - 1 – Se você não
sabe o que tem, dê Voltarem; 2 – Se você não entende o que viu, dê Benzetacil;
3 – Apertou a barriga e fez”Ahhh”, dê Buscopan; 4 – Caiu e passou mal, dê
Gardenal; 5 – Está com dor bem grandona, dê Dipirona; 6 – Se você não sabe o
que é bom, dê Decadron; 7 – Vomitou tudo que ingeriu, dê Plasil; 8 – Chegou
morrendo de choro, ponha no soro; 9 – Pelo sim, pelo não, dê Rocefin; 10 – Se
nada deu certo, não tenha neurose, diga que é uma virose. – Na dúvida: -
Consulte os médicos mais velhos.
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ATÉ AQUI TUDO BEM, será?!
Ano novo com expectativa de
tempestades a frente, começando com a Bolsa subindo muito, e a falsa impressão
de que está tudo bem em nosso País. - Com escândalos de corrupção, e figuras do
governo metidas em confusões gigantescas, coisa de bilhões, mas que fazem
questão de aparentar que isso é normal, afinal o que é um rombo financeiro de
banco na casa das dezenas de bilhões, se sempre tem o idiota do cidadão para
pagar a conta, com as autoridades monetárias aumentando impostos. Mas não se
esqueçam, vai chegar a hora em que o processo produtivo irá a falência, e não
sobrará ninguém para pagar a conta. Quem viver, verá!
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